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O transporte públicoAnálise de mobilidade

CAM-90

Máquina de passagem com defeito

Duas máquinas de venda de passagem, uma do lado da outra. Numa delas a tela está apagada e ninguém chega perto; na frente da outra se formou uma fila.

Duas máquinas de venda de passagem, uma do lado da outra. Numa delas a tela está apagada e ninguém chega perto; na frente da outra se formou uma fila.
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Imagem gerada com IA

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O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • máquina com defeito
  • máquina em serviço
  • fila de passageiros

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma máquina para de ter usuários

E além dissoa do lado está com fila ao mesmo tempo

Então

  1. avisar a manutenção com o número da máquina e desde que hora
  2. avisar o chefe de estação, caso valha a pena abrir a bilheteria
  3. registrar quanto tempo ficou assim e quanta fila teve do lado
A instrução que configurou isso«Me avisa se uma máquina parar de ser usada enquanto a do lado tem fila.»

O que muda

O que muda para quem opera a estação

Máquina com defeito não liga para ninguém. O passageiro que a encontra apagada não vai procurar o chefe de estação: entra na fila do lado, ou vai embora sem passagem, ou perde o trem. Ela pode ficar assim a manhã inteira e o relatório não registra nada, porque com a máquina não acontece nada que ela mesma saiba comunicar. Com o IRIS a manutenção recebe o aviso no mesmo dia, com o número da máquina, e o chefe de estação decide se abre a bilheteria enquanto isso.

O que costumam perguntar

O IRIS se conecta à máquina para saber que ela está com defeito?

Não, e a graça está aí. O IRIS não sabe o que está acontecendo dentro da máquina: ele enxerga pela câmera que ninguém usa aquela enquanto a do lado tem fila, e isso já basta para avisar. Funciona igual se a máquina estiver desligada, com a tela travada, sem papel ou simplesmente coberta com um cartaz. O defeito que a própria máquina não sabe reportar é justamente o que demora mais para aparecer.

E de madrugada, quando não tem ninguém na estação?

É para isso que a regra tem a segunda condição: não basta ninguém usar a máquina, a do lado precisa estar com fila ao mesmo tempo. Às quatro da manhã não tem fila em nenhuma das duas, então não dispara nada. É uma regra escrita para não incomodar quando não tem nada a dizer.

O IRIS sabe o que está acontecendo com a máquina?

Não, e nem deve inventar. Ele diz exatamente o que enxerga: esta máquina está há vinte minutos sem ninguém usando enquanto a do lado tem fila. O diagnóstico quem faz é o técnico quando chega. O que a estação ganha não é diagnóstico automático: é ficar sabendo no mesmo dia em vez de na semana seguinte.

Um caso diferente a cada volta

Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.

Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.

  1. Quatro câmeras ao mesmo tempo
  2. Cada uma entende a cena
  3. Os números sobem sozinhos
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E o melhor

Contar não é vigiar.É saber quantos passaram, e a que horas.

Serve para comparar: duas terças, duas portas, duas temporadas. Como se mede igual todo dia, a comparação se sustenta sozinha e não tem o que discutir.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.