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O transporte públicoAnálise de mobilidade

CAM-81

Pessoa na via do trem

Uma pessoa desceu para a via e está de pé entre os trilhos, abaixo do nível da plataforma. Na plataforma, a poucos metros, tem passageiros esperando que ainda não viram.

Uma pessoa desceu para a via e está de pé entre os trilhos, abaixo do nível da plataforma. Na plataforma, a poucos metros, tem passageiros esperando que ainda não viram.
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Imagem gerada com IA

CAM-81 · TRACK

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • pessoa na via
  • leito da via
  • borda da plataforma
  • passageiros esperando

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma pessoa aparece dentro do leito da via, abaixo da borda da plataforma

Então

  1. avisar a sala de controle e o chefe de estação com a câmera e a plataforma
  2. abrir o vídeo desde alguns segundos antes de a pessoa descer
  3. colocar o aviso na frente de quem pode parar a circulação
A instrução que configurou isso«Me avisa na hora se alguém descer para a via, em qualquer plataforma e a qualquer hora.»

O que muda

O que muda para quem opera a estação

Numa estação, isto aqui é o que ninguém quer ver, e se resolve em segundos. O chefe de estação não consegue estar nas quatro plataformas ao mesmo tempo, e hoje quase sempre fica sabendo porque um passageiro corre para avisar ou porque alguém aperta o botão de emergência. Com o IRIS o aviso aparece enquanto a pessoa está na via, com a câmera e a plataforma, e vai direto para quem pode parar a circulação. Esse chefe de estação ganha os segundos que separam um susto de uma tragédia.

O que costumam perguntar

E se for um trabalhador que desce para a via a serviço?

A regra se aperta com o que a própria câmera enxerga: o colete refletivo, a janela de horário da interdição e o trecho onde tem serviço. Com essas três condições, um trabalhador de colete dentro da janela de trabalho não gera aviso, e uma pessoa sem colete no meio da tarde gera. O IRIS não sabe quem é nenhum dos dois, e nem precisa: ele distingue a situação, não a pessoa.

O IRIS para o trem?

Não. O IRIS avisa e põe na frente a câmera, a plataforma e o vídeo; parar a circulação é decisão de uma pessoa, e tem que continuar sendo. Dá para configurar avisos automáticos junto — um som na sala, uma mensagem no celular do chefe de estação, um aviso para a equipe da plataforma —, mas a ordem de parar trem continua sendo humana.

Funciona com pouca luz ou no trecho de túnel?

Depende do que a câmera conseguir enxergar. Com a iluminação normal da plataforma o IRIS enxerga uma pessoa na via sem dificuldade; na boca do túnel, onde a luz cai de repente, enxerga menos, do mesmo jeito que enxergaria menos uma pessoa olhando para aquela mesma tela. Por isso cada plataforma se verifica antes de dar a cobertura por boa, e onde a câmera não chega, a gente fala e resolve com outra câmera ou outra ótica.

Veja com os seus olhos

Uma câmera olha. O IRIS entende o que está vendo.

Um trecho da tela de verdade, sem locução e sem mão nenhuma. Cada volta traz outra situação. O que está atrás é bem maior do que o que aparece.

  1. Você desenha a linha
  2. Ela conta sozinha
  3. Sai um número
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E o melhor

Uma gravação a gente vê quando já não tem jeito.Um aviso toca quando ainda dá tempo.

O IRIS avisa enquanto está acontecendo e diz onde: a câmera, a hora e as imagens daquele momento. Com isso, quem está de plantão ainda chega a tempo de fazer alguma coisa.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.