CAM-86
Pessoas dormindo nos bancos
Cinco pessoas dormem deitadas nos bancos do saguão, antes de sair o primeiro trem. Do lado ficam os cobertores e as sacolas delas.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- pessoa descansando
- bancos do saguão
- pertences
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa fica deitada num banco do saguão boa parte da noite
Durantea faixa de madrugada definida pela estação
Então
- anotar o ponto, a hora e quantas pessoas tem no relatório da manhã
- avisar a equipe de acolhimento da estação e quem faz o atendimento social da região
- mais nada: não abrir alerta nenhum, porque isto não é uma ocorrência
A instrução que configurou isso«Me diz toda manhã em quais bancos dormiu gente e quantas pessoas são, para a equipe de apoio saber onde ir.»
O que muda
O que muda para quem opera a estação
Em muita cidade tem uma equipe que sai de madrugada para ver quem está dormindo na rua e oferecer um abrigo, um cobertor ou um atendimento de saúde. Hoje essa equipe trabalha com o que contam por telefone, e de uma estação grande quase nunca chega nada útil: nem quantas pessoas, nem em que parte do saguão, nem a que hora. E cinco pessoas nos bancos não é a mesma coisa que uma: não se vai com o mesmo pessoal, nem com o mesmo tanto de cobertor, nem com o mesmo tempo. Com o IRIS, o chefe de estação tem logo cedo uma lista de pontos, horas e quantidade para repassar, e essa equipe sai sabendo para onde ir e com o que vai encontrar. A estação não muda nada do que faz: o que muda é que a informação passa a existir e chega a tempo em quem pode ajudar.
O que costumam perguntar
Isso serve para tirar as pessoas da estação?
Não, e nem se instala para isso. Esta câmera está na família de atenção às pessoas, não na de ocorrências, e a regra dela não abre alerta nenhum: o que ela faz é deixar escrito em que ponto e a que hora tem alguém dormindo, para uma equipe que pode oferecer alguma coisa saber onde ir. Se o que se procura é um sistema para tirar alguém de dentro da estação, não é este — e a regra teria que ser escrita de outro jeito. Aqui não se escreve assim.
O IRIS sabe quem é essa pessoa?
Não. O IRIS enxerga que tem alguém deitado num banco e que está ali faz horas. Ele não sabe quem é, nem por que está ali, nem se quer ajuda, nem se é a mesma pessoa de ontem à noite. Rosto ele não reconhece, comparação com banco de dados ele não faz, e identidade ele não guarda. Tudo isso quem apura, se precisar, é uma pessoa que vai lá, senta do lado e conversa.
E se for um passageiro que dormiu esperando o primeiro trem?
Aparece também, e ainda bem. O IRIS não consegue separar essas duas situações e nem deveria tentar: por fora elas são a mesma coisa, alguém dormindo num banco às cinco da manhã. Quem faz a diferença é a pessoa que chega perto e pergunta se está precisando de alguma coisa, e essa pergunta serve igual nos dois casos.
Simulação · como o IRIS funciona
Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.
Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- Quatro câmeras ao mesmo tempo
- Cada uma entende a cena
- Os números sobem sozinhos
Próximo passo
Os hotéis
Quando uma avaliação ruim se decide?
15 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
Os portos
Quem está olhando um cais inteiro às 3h da manhã?
14 casos: 13 avisam quando acontece alguma coisa e um só mede. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
As câmeras que você comprou anos atráscontinuam servindo. O que faltava nelas não era qualidade.
Era alguém olhando. O IRIS conecta na instalação que você já tem — os mesmos equipamentos, os mesmos cabos — e aquelas imagens saem de guardadas e viram entendidas.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.