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O transporte público

CAM-85

Pessoa caída no saguão

Uma pessoa está deitada de barriga para cima no piso do saguão, imóvel, com a mochila caída ao lado. Os passageiros passam do lado sem parar.

Uma pessoa está deitada de barriga para cima no piso do saguão, imóvel, com a mochila caída ao lado. Os passageiros passam do lado sem parar.
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Imagem gerada com IA

CAM-85 · PERSON DOWN · 40 s

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • pessoa caída
  • passageiros de passagem
  • pertences

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma pessoa fica caída no chão, na horizontal, numa área de passagem

Durantemais de vinte segundos seguidos

Então

  1. avisar a equipe de atendimento ao passageiro com a câmera e o ponto exato
  2. abrir a câmera ao vivo para ver a cena antes de chegar
  3. avisar o chefe de estação, que é quem aciona o socorro se precisar
A instrução que configurou isso«Me avisa se alguém ficar caído no chão e não levantar.»

O que muda

O que muda para quem opera a estação

Alguém desmaia no saguão no meio da tarde e o pessoal passa do lado. Não é má vontade: num lugar de passagem cada um está indo para o seu compromisso e imagina que outra pessoa já cuidou disso. Por isso hoje o aviso depende de alguém parar, achar que aquilo é grave e ir até o guichê. Com o IRIS não depende: a equipe de atendimento ao passageiro, que é quem tem o desfibrilador e o treinamento, recebe o aviso enquanto essa pessoa ainda está no chão, com a câmera e o ponto exato. Chega lá a pé em um minuto em vez de dez.

O que costumam perguntar

O IRIS diagnostica o que essa pessoa tem?

Não, e nem deve. O IRIS enxerga uma coisa bem concreta: tem uma pessoa deitada no chão, numa área de passagem, e está ali faz mais de vinte segundos. Ele não sabe se ela teve uma tontura, se caiu, se está com dor ou se está descansando. Isso quem decide é uma pessoa que vai lá, se agacha e pergunta. O que o IRIS acrescenta é que essa pessoa chegue mais cedo.

E se alguém se agachar para amarrar o cadarço?

Não aparece, por dois motivos: quem amarra o cadarço está agachado, não deitado, e demora alguns segundos, não vinte. A regra olha para as duas coisas juntas, a postura e o tempo. Mesmo assim, uma hora vai aparecer alguma coisa que não era nada; isso se resolve olhando dois segundos para a câmera, e é um erro muito melhor do que o contrário.

O IRIS chama a ambulância sozinho?

Não. Ele avisa a equipe da estação e põe na frente dela a câmera e o ponto; acionar o socorro é uma pessoa que faz, depois de ver a situação e decidir. Dá para configurar um som na sala ou uma mensagem no celular do chefe de estação, mas mobilizar uma ambulância continua sendo decisão humana, e tem que continuar sendo.

Demonstração · IRIS funcionando

Aqui não tem alarme demais. Tem o que precisa ser visto.

Não é vídeo gravado nem desenho explicativo: é um resumo da tela de verdade, com um caso diferente toda vez que começa. Atrás tem muito mais.

  1. O aviso dispara
  2. Entra na caixa
  3. Abre o aviso
  4. Confirma ou descarta
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Se a câmera não mostra,o IRIS não vê. E isso a gente fala antes, não depois.

Câmera nenhuma vê através de uma parede nem no escuro total. A gente prefere te mostrar onde está o limite e posicionar bem o que existe, em vez de prometer uma coisa que depois não aparece na tela.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.