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IRIS NEURALFale com a gente

O que separa ele de um VMS?

O VMS terminava na gravação. O Neural VMS começa na decisão.

Gravar já está resolvido; caro é continuar olhando, procurando, contando e decidindo na mão.

O que quer dizer NVMS

São quatro letras. A que muda tudo é o N.

VMS quer dizer Video Management System: o programa que cuida das câmeras de um prédio, de uma fábrica ou de uma cidade. Grava, guarda, deixa ver ao vivo e deixa voltar a fita. Faz bem esse trabalho há trinta anos, e o trabalho dele é guardar. O que ele não faz é entender o que tem dentro da imagem. Para isso precisa de uma pessoa olhando.

NVMS quer dizer Neural Video Management System. É a mesma coisa, só que quem olha não é uma pessoa: é uma rede neural que entende o que vê. Em todas as câmeras ao mesmo tempo, e o tempo inteiro. Continua gravando e guardando como antes, isso não se perde. O que entra é que ela também entende.

Com uma imagem fica mais fácil. Um VMS é um arquivo enorme e bem organizado: está tudo ali, mas para saber o que aconteceu na terça às 15h alguém tem que sentar e assistir. Um NVMS é esse mesmo arquivo com alguém que já assistiu tudo e te diz onde olhar.

E vale esclarecer duas coisas antes de seguir. Isso não é o VMS de sempre com um módulo de IA pendurado em cima: entender não é acessório, é o centro. E ninguém precisa trocar de câmera. O IRIS trabalha com as que já estão instaladas.

Neural: quem olha

Uma rede neural, não um turno de vigilância. Olha todas as câmeras ao mesmo tempo, sem cansar e sem se distrair às 4h da manhã.

Video: o que ele olha

O vídeo das câmeras que já existem. Sem sensor novo e sem câmera especial: a mesma imagem que hoje só é gravada.

Management: o que se faz com isso

Entender não basta. O que ele vê vira um aviso, um número, uma ocorrência ou uma prova guardada. Alguém tem que conseguir agir com aquilo.

System: um, não sete

Ver, procurar, contar, avisar e guardar no mesmo lugar. Quando cada coisa mora num programa diferente, ninguém sabe qual delas está falando a verdade.

Um VMS clássico faz bem o trabalho dele: recebe as câmeras, mostra o vídeo, grava, reproduz e exporta. O problema não é esse. O problema é tudo o que continua na mão depois: olhar, procurar, contar, cronometrar e decidir. Cada câmera nova não acrescenta só cobertura; acrescenta hora de gente. Caro não é gravar. Caro é continuar olhando, procurando, contando e decidindo na mão.

NVMS quer dizer Neural Video Management System. É a mesma base de um VMS — câmeras, gravação, reprodução, exportação — com uma camada que entende o que está acontecendo dentro da imagem. A diferença não está na qualidade do vídeo: está em o sistema parar de só guardar e começar a interpretar, medir e aplicar critério.

Um VMS mostra câmeras; o IRIS diz qual delas merece atenção agora. Um VMS detecta movimento; o IRIS liga objetos, áreas, tempos e contexto. Um VMS obriga a rever gravação; o IRIS transforma o histórico numa coisa que você consulta descrevendo. E para cobrir mais terreno, um VMS pede mais operadores; um NVMS pede menos trabalho repetido por operador.

Isso não quer dizer que o VMS estivesse errado. O VMS resolveu a gravação; o IRIS resolve o que vem depois. Em uns projetos o IRIS entra como plataforma completa e em outros convive com a infraestrutura de vídeo que já está instalada. É decisão de projeto, não condição de compra, e você toma essa decisão olhando a instalação.

Guardar ou entender

Um VMS guarda o que aconteceu para alguém ver depois. O IRIS lê a cena enquanto ela está acontecendo e diz o que está acontecendo.

Alarme ou decisão

Alerta só diz que aconteceu alguma coisa. Decisão já sabe o que fazer com aquilo. O IRIS confere a regra, abre a ocorrência, chama quem precisa saber e guarda a prova junto.

Vídeo ou dado

Aquele fluxo que hoje só vai para o disco pode contar gente, medir fila e marcar tempo de processo. Nem tudo o que importa vira alarme: às vezes o que importa é um número.

Fita ou memória

Procurar num VMS é escolher a câmera e arrastar a linha do tempo. No IRIS você descreve o que procura e chega nos candidatos: o vídeo deixa de ser uma fita e vira uma memória que você consulta.

O IRIS é um VMS?

O IRIS traz capacidades próprias de um VMS — receber câmeras, gravar, reproduzir e exportar —, mas a proposta dele vai além disso. O IRIS entende o que acontece na imagem, aplica as regras da organização, transforma o vídeo em métrica e deixa investigar sem rever horas de gravação.

Preciso trocar o VMS que eu já tenho?

Não necessariamente. Dependendo do projeto, o IRIS entra como plataforma completa ou convive com a infraestrutura de vídeo que já existe, aproveitando os fluxos e as integrações disponíveis. O sensato é olhar caso a caso: que câmeras, que gravação e que sistemas dá para reaproveitar.

O que quer dizer NVMS, exatamente?

NVMS é a sigla de Neural Video Management System: um sistema de gestão de vídeo que, além disso, entende o que acontece dentro das imagens. A diferença para um VMS está no centro do modelo: o VMS gira em torno da tela e do operador; o NVMS gira em torno da decisão.

Vocês fazem desenvolvimento sob medida?

Sim. Uma detecção vale pouco se termina numa tela que ninguém olha, então o normal é precisar de alguma coisa em volta: uma tela pensada para o jeito como a sua equipe trabalha, um relatório no formato de vocês e com os nomes de vocês, um cálculo que só faz sentido na operação de vocês. Isso a gente faz. O que a gente não vai dizer é que tudo cabe no mesmo orçamento: tem coisa que se resolve numa tarde e tem coisa que é um projeto, e qual é qual a gente diz no começo, quando ainda dá para mudar de plano, e não depois de assinar.

Integra com o que eu já tenho?

Sim, e é o normal: quase ninguém começa do zero. O aviso pode entrar onde a sua equipe já trabalha, o número pode terminar no painel que vocês já olham, e o que o IRIS decide pode se apoiar em algo que o sistema de vocês já sabe. O que a gente não vai dizer é que encaixa com tudo. O que se integra e como se decide olhando o seu sistema concreto, não antes: tem conexão que se faz numa tarde e tem conexão que depende de o outro lado deixar entrar, e isso às vezes não depende nem de nós nem de você. Isso se confere no começo, com o seu sistema na frente, e se alguma coisa não for possível a gente fala na hora.

Ver todas as perguntas

Quando não compensa

Quando não vale a pena sair de um VMS para um NVMS?

Se tudo o que você precisa é gravar e poder voltar a fita, um VMS já resolve e um NVMS é pagar a mais. O IRIS começa a valer a pena quando alguém tem que olhar, procurar, contar ou cronometrar na mão todo dia, e esse trabalho já não cabe mais no turno.

O IRIS também não é a opção barata. Precisa de capacidade de cálculo dentro da instalação, de uma revisão câmera por câmera e de alguém escrevendo as primeiras regras junto com a sua equipe. Se uma concorrência se decide só pelo preço da licença, vai ter proposta mais barata que a nossa. O que se economiza é hora de gente, e alguém tem que estar disposto a contar essas horas.

E a gente não promete ocupar o lugar de qualquer VMS do mercado. Em uns projetos o IRIS é a plataforma completa; em outros trabalha em cima da infraestrutura de vídeo que já está montada. Qual das duas depende de que câmeras existem, que gravação existe e que integrações estão disponíveis, e isso se olha antes de assinar, não depois.

Se você só precisa gravar

Um VMS já guarda e volta a fita, e faz isso bem. Trocar só faz sentido se além disso você precisar entender, medir ou procurar sem rever horas de vídeo.

Não é a proposta mais barata

Tem servidor, tem implantação e tem revisão câmera por câmera. O que se economiza é hora de gente, não preço de licença: se ninguém contar essas horas, a conta não fecha.

Convive ou substitui, conforme o caso

Em uns projetos o IRIS é a plataforma completa; em outros trabalha em cima do que já está montado. Isso se decide olhando a instalação, não o catálogo.

As câmeras continuam sendo suas

Ninguém precisa trocar as câmeras para começar. Precisa revisar: alguma vai ter que ser reapontada e alguma não vai dar a imagem que a detecção pedida exige.

É assim por dentro

Isso não é maquete. É o IRIS funcionando.

Capturas reais da interface: o editor de regras, o mapa de câmeras, a busca por descrição e o painel de ocorrências. É o mesmo programa nos oito ambientes; o que muda é só o que está na frente da câmera.

  • Editor de automações: a regra montada como um esquema de blocos, com as câmeras em que ela vale do lado.

    Editor de automações: a regra montada como um esquema de blocos, com as câmeras em que ela vale do lado.

  • Mapa da cidade com as câmeras localizadas e, embaixo, duas delas ao vivo.

    Mapa da cidade com as câmeras localizadas e, embaixo, duas delas ao vivo.

  • Perguntar para o IRIS por escrito: “tem algum carro na câmera do ônibus?” e a resposta com a imagem.

    Perguntar para o IRIS por escrito: “tem algum carro na câmera do ônibus?” e a resposta com a imagem.

  • Uma gravação com o que o IRIS reconhece marcado por cima, objeto por objeto.

    Uma gravação com o que o IRIS reconhece marcado por cima, objeto por objeto.

  • Busca no histórico: todos os carros vermelhos de um dia, sem rever horas de vídeo.

    Busca no histórico: todos os carros vermelhos de um dia, sem rever horas de vídeo.

  • Painel de ocorrências: o que está aberto, com que prioridade e para quem foi atribuído.

    Painel de ocorrências: o que está aberto, com que prioridade e para quem foi atribuído.

Elas estão em tamanho pequeno de propósito: aqui se mostra como o produto é, não se lê o que tem lá dentro. Se você quiser ver de verdade, a gente mostra numa demonstração e quem mexe é você.

Todas as simulações

Vinte regras, e nenhuma foi escrita duas vezes.

Cada uma foi escrita uma vez, numa frase, e dispara em seis lugares que não têm nada a ver um com o outro: um hospital, um estacionamento, um pátio de escola, uma refinaria, uma estação, uma arena. Ela anda sozinha; se você quiser uma específica, escolha ali em cima.

Todas as simulações

Alguém no chão

Me avisa se alguém ficar no chão mais de vinte segundos e não levantar.

  1. A frase
  2. Onde ela vale
  3. O que ela acha
  4. A mesma regra
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
IRIS · Infinity Neural

Tudo o que ele sabe olhar

O que o IRIS detecta, dito com as suas palavras.

Cada linha é uma regra de verdade: à esquerda o nome dela, à direita a frase que você diria para o IRIS montar ela. Não tem linguagem nova para aprender nem menu para abrir.

Alguém no chão
Me avisa se alguém ficar no chão mais de vinte segundos e não levantar.
Fogo onde não devia
Me avisa assim que aparecer chama fora do lugar onde ela deve estar, de dia ou de noite.
Fumaça onde não devia
Me avisa se sair fumaça num lugar onde não deveria, mesmo que ainda não apareça fogo.
Água onde não devia
Me avisa se aparecer água onde não devia e ela continuar avançando.
Vazou alguma coisa
Me avisa se tiver líquido ou espuma fora do lugar e, dois minutos depois, ainda estiver ali.
Um volume que ninguém pega
Me avisa se aparecer um volume que antes não estava ali e ele continuar no mesmo lugar, sem ninguém do lado, depois de dois minutos.
Sem o equipamento certo
Me avisa se alguém estiver nesta área sem o equipamento obrigatório aqui, ou com o rosto coberto onde isso não se faz.
Gente demais num lugar só
Me diz quanta gente tem nesta área e me avisa quando passar de três pessoas por metro quadrado.
Fila que não anda
Me avisa quando mais de cinco pessoas estiverem esperando faz mais de dez minutos, e me diz quantos postos estão abertos.
Alguém numa área fechada
Me avisa se alguém passar para a área fechada, ou se um carro ficar parado mais de cinco minutos junto da cerca.
Alguém trabalhando sozinho
Me avisa se alguém ficar sozinho nessa área mais de dez minutos, sem mais ninguém por perto.
A saída está tapada
Me avisa se a saída de emergência, ou o caminho até ela, ficar bloqueada mais de cinco minutos.
A pé no meio das máquinas
Me avisa se alguém entrar a pé por onde uma máquina se movimenta e ficar lá mais de cinco segundos.
Alguém ou alguma coisa onde não devia
Me avisa se entrar alguém ou alguma coisa numa área reservada e ficar lá mais de um minuto.
De madrugada, sem ninguém olhando
Me avisa se alguma coisa se mexer em qualquer câmera do recinto entre onze da noite e seis da manhã.
Carro parado onde não devia
Me avisa se um veículo ficar parado mais de dois minutos numa via interna, numa rampa ou na frente de uma porta.
Procurar por placa
Me mostra todas as vezes que essa placa passou pela cancela esta semana, com a hora e o vídeo.
Procurar pelo que se vê
Me mostra onde você viu na última meia hora alguém saindo com uma caixa grande na mão.
Sai coisa por onde não sai nada
Me avisa se alguma coisa atravessar uma porta que não é de passagem, ou se sair material do recinto entre onze da noite e seis da manhã.
Quantos passam e a que horas
Desenha uma linha em cada porta e uma área no salão, e me diz quantos passam e quantos estão lá dentro a cada hora.
Na beirada de uma queda
Me avisa se alguém chegar na beirada de uma queda sem nada que segure a pessoa.
Entrou e não tem ninguém do lado de fora
Me avisa se alguém entrar num poço, num silo ou num tanque e não ficar ninguém na área de fora.
Mão dentro e máquina energizada
Me avisa se alguém puser a mão dentro de uma máquina que ainda está energizada: sem bloqueio, sem cadeado e com o sinaleiro aceso.
Embaixo de algo em movimento
Me avisa se tiver alguém embaixo de uma carga suspensa ou no caminho de algo pesado que já está se movendo.
Equipamento de emergência tapado
Me avisa se alguma coisa tapar uma saída, um chuveiro lava-olhos ou um acesso de emergência, ou se faltar equipamento.
Passar revista em todas todo dia
Todo dia às dez da manhã, olha todas as câmeras e me diz quais pioraram.
Alguém está mexendo numa câmera
Me avisa se uma câmera parar de enxergar de repente ou se alguém chegar perto dela.
Quais não estão enxergando nada?
Me mostra as câmeras que neste momento não estão entregando uma imagem que sirva.

Esta lista não é tudo o que dá para pedir: são as regras já montadas, que dá para ver funcionando. Uma regra nova se escreve com uma frase, e por isso a lista cresce.

E o melhor

Ninguém precisa comprar câmera:precisa que as suas entendam o que veem.

Sem obra, sem trocar suporte e sem mexer em cabo. Conecta no que já está lá funcionando: a instalação não muda, muda o que ela entende.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.