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O transporte públicoAnálise de mobilidade

CAM-83

Plataforma do metrô lotada

A plataforma está cheia de gente de parede a parede e já não sobra espaço livre junto à borda. Pela escada de saída sobe uma fila que não anda.

A plataforma está cheia de gente de parede a parede e já não sobra espaço livre junto à borda. Pela escada de saída sobe uma fila que não anda.
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Imagem gerada com IA

CAM-83 · 3.4 PERSONS / m² · OVER CAPACITY

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • plataforma lotada
  • borda da plataforma
  • saída travada

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

a densidade de pessoas na plataforma passa do limite fixado pela estação

Durantemais de dois minutos seguidos, para não avisar pelo pico de um trem

Então

  1. avisar o chefe de estação com a plataforma e o ponto onde mais aperta
  2. avisar a sala de controle para avaliar fechar acessos ou abrir outra saída
  3. registrar a hora e quanto durou, para o relatório do dia
A instrução que configurou isso«Me avisa quando uma plataforma ficar tão cheia que as pessoas não consigam mais se afastar da borda.»

O que muda

O que muda para quem opera a estação

O risco de uma plataforma lotada não é o desconforto: é o empurrão. Quando não sobra lugar, quem chega pressiona para a frente e quem está na primeira fila não tem para onde se afastar. O chefe de estação sabe disso, só que da sala ele não enxerga as quatro plataformas ao mesmo tempo, e hoje só descobre quando desce para olhar. Com o IRIS ele recebe o aviso enquanto a plataforma está enchendo, com o ponto exato onde mais aperta, e ainda dá tempo de fechar um acesso, abrir a outra saída ou pedir um trem de reforço.

O que costumam perguntar

O IRIS conta rostos para saber quantas pessoas tem?

Não. Conta corpo, não rosto: para o IRIS cada pessoa é uma silhueta que ocupa lugar na plataforma, do mesmo jeito que uma mala ou um carrinho. Reconhecimento não existe, comparação com banco de dados não existe, e quem passou por ali não fica guardado. O que volta é quanta gente tem e onde ela se concentra — que é a única coisa de que precisa quem vai decidir se fecha um acesso.

Nossa plataforma lota toda manhã às oito. Não vai avisar toda hora?

Se estivesse mal configurado, avisaria mesmo, e em dois dias alguém desligaria. Por isso o limite não é um número universal: é a estação que define, plataforma por plataforma e faixa por faixa. O normal é dar à hora de pico um limite mais alto e avisar só acima dele, ou quando a densidade continua alta depois que um trem já saiu, que é o sinal de que alguma coisa não está circulando.

O IRIS avisa antes de a plataforma lotar?

O IRIS não prevê: ele enxerga o que está acontecendo. O que faz é avisar antes de virar problema, porque olha para a densidade enquanto ela sobe, e não quando a plataforma já está lotada. Entre o momento em que a plataforma fica desconfortável e o momento em que ela empurra passam alguns minutos, e são exatamente esses minutos que ganha quem tem que decidir.

A interface real, passo a passo

Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.

Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.

  1. As câmeras, em cima do mapa
  2. Você desenha uma área
  3. Sai o que passou
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E o melhor

Dá para perguntar que van entrou ontem.Quem estava dentro dela não se pergunta aqui.

O IRIS procura coisas e situações, não pessoas: não identifica ninguém e não reconhece rostos. Você escreve o que procura e ele devolve os minutos que batem, com câmera e hora.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.