O transporte públicoSegurança das pessoas
CAM-82
Briga na plataforma
Duas pessoas estão brigando no meio da plataforma e em volta se fechou uma roda de gente que recua para a borda. Ao fundo entra um trem.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- briga
- roda de gente
- trem entrando
- borda da plataforma
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
são detectados movimentos de agressão entre duas ou mais pessoas na plataforma
E além dissotem um trem entrando ou a roda de gente está chegando na borda
Então
- abrir a câmera ao vivo na sala de controle e avisar o chefe de estação
- guardar o vídeo desde antes do primeiro golpe
- avisar a equipe de segurança patrimonial e o pessoal da plataforma com o número dela
A instrução que configurou isso«Me avisa se tiver briga numa plataforma, e com mais urgência ainda se estiver entrando um trem.»
O que muda
O que muda para quem opera a estação
Uma briga numa plataforma se resolve em minutos, e o perigo não são os golpes: é a roda de gente empurrando para a borda com um trem entrando. O operador da sala tem dezenas de câmeras na frente e está olhando para outra; hoje o aviso chega quando alguém desce correndo até a sala. Com o IRIS a câmera abre ao vivo assim que o padrão aparece, e em segundos ele confirma o que está vendo e decide quem manda. O vídeo fica guardado desde antes do primeiro golpe: é isso que depois sustenta o registro da ocorrência.
O que costumam perguntar
O IRIS distingue uma briga de um grupo se abraçando na despedida?
Quase sempre distingue, porque ele não se guia pelo barulho e sim pelo movimento: braço rápido, corpo que bate em corpo, gente que recua de repente e uma roda que se fecha. Abraço é lento e não faz ninguém recuar. Ainda assim, a decisão final é de uma pessoa: o IRIS abre a câmera e o operador confirma em segundos. É essa a diferença entre revisar mil cenas e revisar uma.
O IRIS sabe quem são as pessoas que estão brigando?
Não. O IRIS não reconhece rosto, não compara com banco de dados nenhum e não guarda quem é ninguém. Ele enxerga uma situação — duas pessoas brigando na plataforma dois — e entrega a câmera, a hora e o vídeo. Quem é cada um, se for preciso apurar, apura quem tiver competência para isso.
Dá para tirar depois o vídeo como prova?
Dá, e é metade do valor desta câmera. O trecho fica etiquetado com a hora, a plataforma e o que foi detectado, então ninguém precisa revisar oito horas de gravação para achar: se procura com palavras e ele aparece. O que se exporta e para quem se entrega quem decide é a estação, com as normas dela e com a lei do país dela, não o IRIS.
Um caso diferente a cada volta
A gente não conta. A gente mostra.
É um resumo da tela de verdade: ele anda sozinho, passo a passo, e mostra só o caminho de um caso. A ferramenta de verdade tem muito mais função do que cabe aqui.
- Você desenha a linha
- Ela conta sozinha
- Sai um número
Próximo passo
O estado das câmeras
E quem fica de olho nas câmeras?
34 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
A cidade
Quem olha as câmeras de uma cidade inteira?
23 casos: 18 avisam quando acontece alguma coisa e 5 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
O turno da noite ninguém cobre:quem cobre é a câmera que já está ligada.
Ela não cansa, não pisca e não desce para tomar café. O que acontece de madrugada é entendido como seria ao meio-dia, e quem está de plantão fica sabendo enquanto está acontecendo.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.