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O transporte públicoDetecção de entrada não autorizada

CAM-89

Bicicletas e patinetes nas catracas

Uma bicicleta e dois patinetes atravessam a linha de catracas no meio dos passageiros que entram a pé. Um dos patinetes passa com alguém em cima.

Uma bicicleta e dois patinetes atravessam a linha de catracas no meio dos passageiros que entram a pé. Um dos patinetes passa com alguém em cima.
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Imagem gerada com IA

CAM-89 · GATES · BIKES / SCOOTERS

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • bicicleta
  • patinete
  • linha de catracas

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma bicicleta ou um patinete atravessa a linha de catracas

E além dissoé uma faixa de horário em que a estação não permite

Então

  1. avisar o pessoal do saguão, que é quem conversa com o passageiro
  2. guardar o trecho, caso tenha um esbarrão ou uma queda depois
  3. somar à contagem do dia, por catraca e por hora
A instrução que configurou isso«Me avisa se entrarem bicicletas ou patinetes pelas catracas e me diz quantos passam por dia.»

O que muda

O que muda para quem opera a estação

Sete e quarenta e cinco da manhã, pico no saguão, e um patinete atravessa a linha de catracas com alguém em cima. Aqui não é o patinete que bate na parede: é o patinete e uma pessoa de mala que não viu ele chegar. O chefe de estação sabe que acontece, só que na hora de decidir onde colocar um bicicletário, onde pintar o piso ou se precisa de alguém naquela porta, ele não tem número: tem a sensação de que entram muitos. Com o IRIS, depois de um mês, ele tem quantos entram, por qual catraca e a que hora. Com isso se toma uma decisão; com sensação, não.

O que costumam perguntar

Distingue um patinete de uma mala de rodinhas ou de um carrinho?

Distingue: são objetos diferentes e aparecem diferentes. A mala vai atrás da pessoa, na altura da mão; o patinete vai por baixo, com roda grande e às vezes com alguém em cima. Numa estação isso pesa, porque mala é metade do que entra por aquela porta: se a regra errasse aí, avisaria cem vezes por dia e ninguém deixaria ela ligada. Se verifica com a própria câmera antes de dar a regra por boa.

Quem decide se podem entrar ou não?

A estação, com o regulamento dela, e muitas vezes com horário diferente: fora do pico pode, no pico não. O IRIS não opina sobre isso; se diz para ele qual faixa vale e ele detecta dentro dela. Se amanhã a norma mudar, se muda a faixa e pronto: não precisa mexer em mais nada.

Serve para multar quem entra de patinete?

Não, e nem poderia: o IRIS não identifica ninguém e não reconhece rosto, então não tem a quem aplicar nada. Ele enxerga um objeto — uma bicicleta, um patinete — atravessando um lugar. Serve para duas coisas úteis: alguém do saguão poder chegar perto e conversar na hora, e a estação saber, depois de algumas semanas, onde e quando isso acontece, para decidir com dado em vez de discutir com causo.

Demonstração · IRIS funcionando

Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.

Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.

  1. O aviso dispara
  2. Abre o aviso
  3. Confirma ou descarta
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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E o melhor

A gente prefere prometer de menos.Que a surpresa seja a primeira semana, não o folheto.

O que não dá, a gente fala no primeiro dia e não no último. A gente prefere uma lista curta que se cumpre inteira a uma lista longa que cai assim que liga.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.