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O hospitalExperiência do cliente

CAM-120

Um paciente esperando sozinho no corredor

Um corredor de hospital. Uma pessoa está sentada no banco junto à parede, com o acesso venoso na mão e o olhar para a frente. Do lado dela, uma cadeira de rodas vazia parada no meio do corredor. Ao fundo, o posto de enfermagem, sem ninguém atrás. Nenhum profissional passa. O IRIS conta há quanto tempo ela está ali e quantas pessoas estão por perto; quem é e por que está esperando, ele não sabe.

Um corredor de hospital. Uma pessoa está sentada no banco junto à parede, com o acesso venoso na mão e o olhar para a frente. Do lado dela, uma cadeira de rodas vazia parada no meio do corredor. Ao fundo, o posto de enfermagem, sem ninguém atrás. Nenhum profissional passa. O IRIS conta há quanto tempo ela está ali e quantas pessoas estão por perto; quem é e por que está esperando, ele não sabe.
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Imagem gerada com IA

CAM-120 · CORRIDOR BAY · WAITING ALONE

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • paciente esperando sozinho
  • cadeira de rodas parada
  • banco do corredor
  • posto de enfermagem vazio
  • portas de um quarto

O que esta câmera mede

Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.

  • 18 minesperando há
  • 15 minlimite definido pelo hospital
  • 0profissionais que passaram
  • 0pessoas no posto
  • 1pessoas no corredor
  • 09:37hora do aviso

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

tem uma pessoa sozinha numa área comum, sem mais ninguém por perto, por mais tempo do que o hospital definiu

Então

  1. avisar o posto de enfermagem com a câmera, o ponto do corredor e há quanto tempo
  2. informar quantos profissionais passaram por ali nesse tempo
  3. guardar o tempo, para o hospital saber em quais corredores e em que horários isso acontece
A instrução que configurou isso«Me avisa se um paciente estiver há muito tempo sozinho num corredor, sem ninguém chegar perto.»

O que muda

O que muda para quem toca a operação

Quarenta minutos sentada no banco de um corredor. Desceram a pessoa para um exame, o maqueiro deixou ali e foi buscar o próximo. Ocorrência não tem nenhuma: só que ninguém sabe que ela continua ali. E o tempo que ela passa sozinha num corredor é o tempo em que, se ficar tonta ao levantar, não tem ninguém na frente. O IRIS não cuida de ninguém: ele conta o tempo e fala para a unidade que naquele ponto tem uma pessoa esperando há mais do que o hospital acha razoável. Quase sempre vai bastar alguém chegar perto e dizer quanto falta, e é isso mesmo que se procura: que ninguém fique esquecido num corredor.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe qual paciente é e por que ele está ali?

Não sabe nada disso. O IRIS não identifica ninguém: não lê rosto, não compara com banco de dados nenhum, não guarda ficha de ninguém e não acessa prontuário nem nenhum sistema do hospital. Se essa pessoa espera um exame, um maqueiro ou a alta, ele não faz ideia. Ele sabe só que tem alguém sentado naquele ponto e há quanto tempo. O resto quem põe é a equipe, que tem essa informação e sabe o que fazer com ela.

Onde tem câmera e onde não tem?

Câmera tem em área comum: corredor, sala de espera e saguão. Quarto não tem, banheiro não tem, sala de exame não tem, e nenhum lugar onde um paciente é atendido ou examinado tem. O lugar onde se cuida de alguém não é olhado; o lugar por onde se passa, sim, e só para saber que ali tem alguém esperando e desde quando.

Isso não vai acabar dando cem avisos por turno?

Depende de como a regra for escrita, e quem escreve é o hospital. Ela se define por zona e por faixa de horário: um banco de corredor de exames às nove da manhã não é a mesma coisa que um saguão às onze da noite. Aviso que dispara sempre para de ser lido em uma semana, então o objetivo não é avisar muito: é avisar quando alguém está ali há mais tempo do que a unidade acharia normal. Esse limite se ajusta com a equipe e se revisa com o que acontece de fato no turno.

Simulação · como o IRIS funciona

Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.

Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.

  1. Você monta a regra
  2. Ela vale nas câmeras
  3. Publicada, ela vigia sozinha
  4. E então ela dispara
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Botar mais uma câmera custa o que custa.Botar mais alguém pra olhar custa todo mês.

Por isso, passado certo número, quase ninguém olha nada. O IRIS olha todas ao mesmo tempo e só te chama quando numa delas acontece aquilo que você disse que importava.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.