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O hospitalSegurança das pessoas

CAM-123

Maca parada bloqueando a passagem

Um corredor de internação. Uma maca vazia, com as grades levantadas, está atravessada bem na frente de uma porta dupla aberta, com a escada atrás e a placa verde de saída em cima. Ao lado, uma cadeira de rodas, também vazia. Um profissional parou na frente com a prancheta numa mão e a outra na cabeça; uma visitante espera no meio do corredor com os braços abertos. Ao fundo passa gente. Ninguém está usando a maca nem a cadeira.

Um corredor de internação. Uma maca vazia, com as grades levantadas, está atravessada bem na frente de uma porta dupla aberta, com a escada atrás e a placa verde de saída em cima. Ao lado, uma cadeira de rodas, também vazia. Um profissional parou na frente com a prancheta numa mão e a outra na cabeça; uma visitante espera no meio do corredor com os braços abertos. Ao fundo passa gente. Ninguém está usando a maca nem a cadeira.
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Imagem gerada com IA

CAM-123 · WARD CORRIDOR · PASSAGE BLOCKED

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • maca parada na passagem
  • porta de passagem tapada
  • cadeira de rodas vazia
  • profissional parado na frente
  • visitante esperando no corredor

O que esta câmera mede

Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.

  • 11 minParada ali há
  • 2Volumes na passagem
  • 2Pessoas paradas na frente
  • 9Pessoas que precisaram contornar
  • 3 minTempo que o hospital permite
  • 09:47Hora do aviso

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

fica um volume parado numa passagem que o hospital marcou como tendo que ficar livre, e continua ali por mais tempo do que o definido

Então

  1. avisar o balcão da unidade com a câmera, a porta e há quanto tempo está ali
  2. pedir que alguém retire o que está ali e devolva para o lugar
  3. registrar a hora e o ponto, para saber quais portas ficam tapadas e em qual turno
A instrução que configurou isso«Me avisa quando ficar alguma coisa parada na frente de uma porta de passagem e ninguém tirar em poucos minutos.»

O que muda

O que muda para quem toca a operação

Uma maca fica trinta segundos na frente de uma porta cem vezes por dia e não acontece nada: alguém volta e leva. O problema é a vez em que ninguém volta. Aquela maca fica uma hora, depois um turno inteiro, e no dia em que precisa tirar alguém correndo por aquela porta é preciso afastar ela primeiro. Hoje quem resolve é quem esbarra nela e tem um minuto livre. Com o IRIS o aviso sai depois dos minutos que o hospital tiver definido, com a câmera e a porta, e chega em alguém que pode mandar retirar. Não é ocorrência grave: é tarefa de dois minutos que hoje não entra na lista de ninguém.

O que costumam perguntar

Isso não vai avisar toda vez que alguém deixa uma maca trinta segundos?

Não vai, porque a regra não é que tem uma maca: é que tem alguma coisa parada nesta passagem e continua ali depois dos minutos que o hospital definiu. O limite é posto porta por porta: na frente de uma saída de escada pode ser um minuto, e num corredor de almoxarifado, dez. Sobe até o aviso só disparar quando a coisa realmente ficou. É esse ajuste que faz quem responde pelo andar continuar abrindo o aviso no terceiro mês.

O IRIS sabe de quem é a maca ou quem deixou ela ali?

Não sabe, e não é para isso que ele serve. O IRIS não identifica ninguém: não lê rosto, não compara com banco de dados nenhum, não sabe quem é profissional e quem é paciente, não guarda ficha e não acessa prontuário. Ele enxerga um volume parado numa passagem que precisa ficar livre e avisa para alguém tirar. Procurar culpado não desobstrui corredor, e não é isso que esta câmera faz.

E se a maca está ali porque tem um paciente em cima?

Aí não é a mesma coisa, e a regra separa uma da outra pelo que aparece na imagem. Maca ocupada na frente de uma porta costuma ser transporte em andamento, e nesse caso o hospital pode decidir que só se avisa muito mais tarde, ou que não se avisa. Quem escreve a regra é o hospital, que sabe como se trabalha em cada unidade. O IRIS aplica o que foi escrito e não decide nada por conta própria.

Um caso diferente a cada volta

Isso não é vídeo. É um pedaço da tela de verdade.

Um resumo da interface real, rodando sem mão nenhuma. Você vê o caminho de um caso do começo ao fim; o que você não vê são as outras telas, que são muitas.

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E o melhor

O que acontece fora do enquadramentonão existe para o IRIS. Câmera nenhuma vê o mundo inteiro.

Por isso a primeira coisa é olhar o que cada câmera cobre e deixar isso por escrito: daqui se entende isto, e aquilo não. É um tempo chato que poupa muito mal-entendido.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.