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IRIS NEURALFale com a gente

O hospitalExperiência do cliente

CAM-124

O clima esquentou no balcão do pronto-socorro

O balcão de um pronto-socorro no fim do dia. Duas pessoas estão muito próximas, uma de cada lado do balcão, com os braços estendidos e movimentos bruscos. Do outro lado, uma profissional se aproxima com as mãos à frente, e um segurança atravessa a sala em passo rápido, vindo do fundo. Encostadas na parede, as pessoas que esperam olham para o balcão. O IRIS enxerga duas pessoas muito próximas se movendo de forma brusca num lugar onde isso não é o normal. Quem são elas, ele não sabe; quem tem razão, ele não diz; e não classifica ninguém.

O balcão de um pronto-socorro no fim do dia. Duas pessoas estão muito próximas, uma de cada lado do balcão, com os braços estendidos e movimentos bruscos. Do outro lado, uma profissional se aproxima com as mãos à frente, e um segurança atravessa a sala em passo rápido, vindo do fundo. Encostadas na parede, as pessoas que esperam olham para o balcão. O IRIS enxerga duas pessoas muito próximas se movendo de forma brusca num lugar onde isso não é o normal. Quem são elas, ele não sabe; quem tem razão, ele não diz; e não classifica ninguém.
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Imagem gerada com IA

CAM-124 · FRONT DESK · SITUATION ESCALATING

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • duas pessoas muito próximas, movimentos bruscos
  • balcão de atendimento
  • profissional se aproximando
  • segurança atravessando a sala
  • pessoas esperando na sala

O que esta câmera mede

Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.

  • 22 sAssim há
  • 2Pessoas no balcão
  • 3Profissionais junto ao balcão
  • 0Vezes que o botão foi apertado
  • 3Pessoas esperando na sala
  • 21:14Hora do aviso

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

duas pessoas se juntam muito no balcão e se movem de forma brusca, ou alguém bate no vidro, e continua assim por alguns segundos

Então

  1. avisar a sala de controle e o posto de segurança com a câmera e o balcão
  2. abrir o vídeo desses segundos, para quem está indo saber o que vai encontrar
  3. registrar a hora e o balcão, para saber em que faixas e em que pontos isso acontece
A instrução que configurou isso«Me avisa quando duas pessoas se juntarem muito no balcão e começarem a se mexer com brusquidão, ou quando alguém bater no vidro, para chegar gente antes.»

O que muda

O que muda para quem toca a operação

Quem está no balcão está sozinho. Se a coisa vira, precisa apertar um botão: se der tempo, se alcançar e se lembrar onde ele fica naquele segundo. Todo o resto depende de alguém do lado virar a cabeça na hora certa. O IRIS não depende de ninguém apertar nada. A câmera enxerga a situação enquanto está acontecendo e o aviso sai sozinho, com o balcão e o vídeo daqueles segundos, para quem está indo saber ao que vai chegar. E muita vez quem está alterado é um familiar com medo ou alguém que já passou cinco horas esperando notícia: ali não falta processo, falta alguém chegar antes e baixar o tom. Ninguém promete que assim nunca mais acontece. O que muda é quem fica sabendo, e quando.

O que costumam perguntar

Isso acusa alguém de agredir um trabalhador?

Não acusa. O que o IRIS detecta é uma situação — duas pessoas muito próximas com movimentos bruscos, alguém batendo no vidro — e o que ele faz é chamar gente para lá. Não diz quem começou, não reparte razão, não rotula ninguém de agressivo e não serve para punir. Muita vez quem está alterado é um familiar com medo ou alguém que espera notícia desde de manhã. O que falta ali não é um processo: é alguém chegar antes de aquilo crescer.

A câmera reconhece quem está no balcão ou quem está na frente dele?

Não reconhece nem um nem outro. O IRIS não identifica ninguém: não lê rosto, não compara com banco de dados nenhum, não sabe quem é paciente, quem é acompanhante e quem é do hospital, não guarda ficha e não acessa prontuário. Ele enxerga corpos, onde estão e como se movem. Para mandar alguém até o balcão não é preciso saber nome nenhum.

O botão de emergência que a gente já tem não basta?

O botão continua fazendo falta, e isto aqui não substitui ele. Acontece que botão precisa ser apertado, e se aperta quando dá: com as duas mãos ocupadas, de costas, com alguém em cima, muitas vezes não dá. A câmera olha o balcão o tempo todo e não espera que ninguém faça nada. Se os dois dispararem, o aviso chega igual; se ninguém conseguiu apertar, chega só o da câmera, e é essa a vez que interessa.

Simulação · como o IRIS funciona

Aqui não tem alarme demais. Tem o que precisa ser visto.

Não é vídeo gravado nem desenho explicativo: é um resumo da tela de verdade, com um caso diferente toda vez que começa. Atrás tem muito mais.

  1. Você monta a regra
  2. Ela vale nas câmeras
  3. Publicada, ela vigia sozinha
  4. E então ela dispara
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Se você tem uma câmera,já tem um vigia. Se tem quatro mil, tem quatro mil vigias.

Nenhum cansa, nenhum olha para o lado e nenhum faz turno. E ninguém precisa instalar nada: as câmeras que você já tem podem começar a entender o que veem.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.