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O hospitalDetecção de entrada não autorizada

CAM-121

Alguém sai da ala em direção à rua

O saguão de uma unidade de internação. À direita, uma pessoa caminha na direção das portas que dão para a rua, com a mão já perto da barra. À esquerda, o balcão do posto e uma profissional saindo de trás dele com o braço estendido para aquele lado; ao fundo, os leitos da unidade. O IRIS enxerga que alguém atravessou da unidade para a saída, e a que horas. Quem é essa pessoa, ele não sabe.

O saguão de uma unidade de internação. À direita, uma pessoa caminha na direção das portas que dão para a rua, com a mão já perto da barra. À esquerda, o balcão do posto e uma profissional saindo de trás dele com o braço estendido para aquele lado; ao fundo, os leitos da unidade. O IRIS enxerga que alguém atravessou da unidade para a saída, e a que horas. Quem é essa pessoa, ele não sabe.
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Imagem gerada com IA

CAM-121 · WARD EXIT · CROSSED TO EXIT

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • pessoa indo para a saída
  • porta de saída
  • profissional no posto
  • balcão do posto
  • leitos da unidade

O que esta câmera mede

Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.

  • 35 satravessou há
  • 1pessoas na porta
  • 1profissionais à vista
  • 2pessoas no saguão
  • 2saídas com câmera
  • 21:48hora da passagem

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

alguém atravessa da unidade para a saída numa faixa de horário em que o hospital pediu para ser avisado

Então

  1. avisar a unidade com a câmera, a porta e a hora
  2. abrir o vídeo da passagem, para a equipe ver o mesmo que a câmera viu
  3. deixar o registro da passagem, com a porta e o horário
A instrução que configurou isso«Me avisa se alguém sair da unidade para a rua nos horários em que não se sai, para a unidade ficar sabendo enquanto está acontecendo.»

O que muda

O que muda para quem toca a operação

Quando alguém que estava internado sai pela porta, a unidade costuma perceber na ronda seguinte, e até lá já se passaram minutos ou muito mais. O IRIS não vai atrás de ninguém e não tranca porta nenhuma: avisa a unidade de que alguém atravessou na direção da saída, diz por qual porta e em que horário, e abre o vídeo. Daí em diante quem decide é a equipe, que é quem sabe quem estava internado e quem não estava. Quase sempre vai ser alguém descendo até a lanchonete e não vai dar em nada. O que muda é que quem responde pela unidade fica sabendo enquanto está acontecendo, e não meia hora depois.

O que costumam perguntar

Como o IRIS sabe que essa pessoa estava internada?

Não sabe, e é justamente aí que está a coisa. O IRIS não identifica ninguém: não lê rosto, não guarda ficha de ninguém e não acessa prontuário nem nenhum outro sistema do hospital. O que ele enxerga é um movimento: alguém atravessou da unidade para a saída num horário em que o hospital pediu para ser avisado. Se essa pessoa estava internada, quem confere é a equipe, que sabe. A câmera entrega o momento e a porta; o critério é sempre de gente.

O IRIS tranca a porta ou segura alguém?

Não tranca e não segura. O IRIS não abre nem fecha nada, não bloqueia porta e não vai atrás de ninguém: ele avisa, e acaba aí. Segurar uma pessoa é uma decisão com consequência, e quem toma é a equipe do hospital, com as normas dela e o critério dela, não um programa olhando uma imagem. O que o IRIS faz é dar o aviso mais cedo, para essa decisão ser tomada com tempo e não na correria.

E as visitas e a equipe, que entram e saem o dia inteiro?

Por isso a regra não é avisar sempre que alguém cruza a porta, e sim a que o hospital escrever: qual porta, em que faixa de horário e vindo de que lado. Um saguão no meio da tarde, com visita entrando, não dispara nada; a mesma porta às três da madrugada, dispara. Esse ajuste é do hospital e se revisa junto com a equipe, e é isso que faz o aviso continuar significando alguma coisa quando ele chega.

Um caso diferente a cada volta

Uma câmera olha. O IRIS entende o que está vendo.

Um trecho da tela de verdade, sem locução e sem mão nenhuma. Cada volta traz outra situação. O que está atrás é bem maior do que o que aparece.

  1. Quatro câmeras ao mesmo tempo
  2. Cada uma entende a cena
  3. Os números sobem sozinhos
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Gravar você já grava.Difícil sempre foi olhar.

Anos de vídeo que só abrem quando já aconteceu alguma coisa. O IRIS entende essas mesmas imagens enquanto elas chegam, e a resposta deixa de morar só no arquivo.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.