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Os aeroportosAnálise de mobilidade

CAM-590

Passam dois mil e quatrocentos e param duzentos e sessenta

O mesmo corredor de embarque, agora virado para a loja da direita: uma loja de conveniência aberta para a passagem, sem porta, com as prateleiras voltadas para o corredor. Na frente atravessa o fluxo contínuo de gente indo para os portões, e um passageiro passa colado na vitrine olhando o produto sem parar. O IRIS conta quantas pessoas passam na frente e quantas param na faixa de piso colada na loja, e quanto tempo ficam ali. Ele não sabe se entraram e não sabe se compraram: quem diz isso é o caixa do lojista.

O mesmo corredor de embarque, agora virado para a loja da direita: uma loja de conveniência aberta para a passagem, sem porta, com as prateleiras voltadas para o corredor. Na frente atravessa o fluxo contínuo de gente indo para os portões, e um passageiro passa colado na vitrine olhando o produto sem parar. O IRIS conta quantas pessoas passam na frente e quantas param na faixa de piso colada na loja, e quanto tempo ficam ali. Ele não sabe se entraram e não sabe se compraram: quem diz isso é o caixa do lojista.
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Imagem gerada com IA

CAM-590 · 1 LINE · 1 ZONE · 24 h

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • frente da loja, aberta para o corredor
  • prateleiras voltadas para a passagem
  • fluxo do corredor em direção aos portões
  • passageiros que atravessam sem olhar
  • passageiro olhando a vitrine de passagem
  • escada rolante do lado
  • assentos do lado oposto
  • placa que divide para portões e alimentação

O que esta câmera devolve

Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.

  • 2 400 / hPessoas que passam na frente
  • 260 / hPessoas que param para olhar
  • 41 sTempo médio parado na frente
  • 4 min 20 sParada mais longa do dia
  • 17:00 – 19:00Faixa de horário com mais passagem
  • 18:05Última atualização

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

Como se conta

Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.

Tem uma linha traçada no eixo do corredor: quem cruza, passou na frente da loja. E tem uma área pintada na faixa de piso colada na vitrine: quem entra ali e fica parado alguns segundos é alguém que parou para olhar. A linha e a área são desenhadas uma vez em cima da imagem e ficam ali, e é por isso que o número de uma terça comum e o de um sábado de julho dá para comparar de verdade. E o limite vai escrito do lado do número: passar e parar são medidos; entrar e comprar, não.

  • linha do eixo do corredor · Linha de contagem
  • área colada na vitrine · Área de permanência

E além disso, uma regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

a passagem na frente da loja sobe e a gente que para não sobe

Duranteisso se mantém por duas horas seguidas

Então

  1. avisa quem cuida da exploração comercial, com a faixa de horário e as duas curvas
  2. guarda a comparação com a mesma faixa da semana anterior
  3. deixa o dado para a próxima revisão do aluguel da loja
A instrução que configurou isso«Me avisa se a passagem na frente da loja subir duas horas seguidas e a gente que para não subir junto.»

O que muda

O que muda para operações, para o passageiro e para a manutenção

Num aeroporto o comércio paga uma fatia grande da conta, e hoje o aluguel de uma loja é negociado com uma estimativa de quanta gente passa na frente. Medido, essa conversa muda de figura: dá para saber quantas pessoas passam por hora, quantas param, por quanto tempo e em qual faixa de horário. E serve para o que importa para os dois lados: se a passagem sobe e a gente que para não sobe junto, o problema não é o ponto, é a vitrine; e se a passagem cai, o problema é do corredor e quem resolve é o aeroporto.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe quanta gente entrou na loja e comprou?

Não sabe, e é importante dizer isso com essa clareza. O IRIS mede duas coisas: quanta gente passa na frente e quanta para diante da vitrine. Se aquela pessoa entrou e se comprou alguma coisa quem sabe é o lojista, com o dado de caixa dele, nunca a câmera. Cruzar as duas coisas é útil e é feito todo dia, só que cada dado vem de quem o tem. Prometer conversão a partir do vídeo seria vender o que não existe.

Os clientes que param são identificados?

Não. São contados corpos que cruzam uma linha e corpos que ficam parados dentro de uma área. Não tem rosto, não tem nome e não tem ficha de ninguém: o dado é um número por hora, não é uma lista de pessoas. Um aeroporto que queira saber se o comércio dele funciona não precisa saber quem é ninguém, e este enquadramento foi montado exatamente para isso.

Veja com os seus olhos

Aqui não tem alarme demais. Tem o que precisa ser visto.

Não é vídeo gravado nem desenho explicativo: é um resumo da tela de verdade, com um caso diferente toda vez que começa. Atrás tem muito mais.

  1. Você monta a regra
  2. Ela vale nas câmeras
  3. Publicada, ela vigia sozinha
  4. E então ela dispara
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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E o melhor

A gente prefere prometer de menos.Que a surpresa seja a primeira semana, não o folheto.

O que não dá, a gente fala no primeiro dia e não no último. A gente prefere uma lista curta que se cumpre inteira a uma lista longa que cai assim que liga.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.