CAM-97
O estacionamento da estação
O estacionamento da estação no meio da manhã, visto do poste da entrada: fileiras de carros quase cheias, a cancela de acesso ao fundo e dois carros em cima da faixa, ocupando duas vagas cada um.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- mal estacionado
- fileiras de vagas
- cancela
O que esta câmera devolve
Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.
- 78%Ocupação
- 42Vagas livres
- 5Mal estacionados
- 4 h 20 minPermanência média
- 09:00Hora de pico
- 520Total do dia
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A série, não o dado solto
Um número não diz nada. Uma curva diz.
Ocupação por faixa de horário
- Ocupação
| Intervalo | Ocupação |
|---|---|
| 06 | 22% |
| 08 | 78% |
| 10 | 86% |
| 12 | 84% |
| 14 | 82% |
| 16 | 80% |
| 18 | 61% |
| 20 | 38% |
| 22 | 19% |
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
Como se conta
Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.
Sobre as fileiras de vagas vai uma zona desenhada. Dentro dela o IRIS olha para duas coisas: quantas vagas estão com carro em cima e há quanto tempo cada carro está na dele. Um carro que está metade numa vaga e metade na outra fica marcado à parte, porque ocupa duas e paga uma. Onde estão as fileiras e onde cada vaga termina não se escreve numa frase: tem que ser traçado sobre o enquadramento, uma vez, e daí em diante o número se repete igual todo mês. E um aviso sobre a tela: os 78 % de ocupação que aparecem aqui são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
- zona do estacionamento · Área de permanência
O que muda
O que muda para quem opera a estação
O estacionamento de uma estação são dois negócios no mesmo chão, e quase ninguém sabe qual é o peso de cada um. Um é quem deixa o carro às sete e busca às oito da noite porque foi de trem: ocupa uma vaga o dia inteiro. O outro entra vinte minutos para deixar alguém e vai embora. Com a zona desenhada, quem responde pelo estacionamento enxerga a mistura real por faixa e sabe se falta vaga de verdade ou se falta só rotação nas da entrada. Com isso decide tarifa, decide onde fica a área de parada rápida e decide se precisa ampliar ou se não precisa de nada. E os carros mal estacionados deixam de ser piada de corredor: viram um número que se acompanha mês a mês.
O que costumam perguntar
O IRIS lê as placas do estacionamento?
Não, esta câmera não lê placa: ela mede a vaga, não o carro. O relógio começa quando uma vaga fica ocupada e para quando ela fica livre, e só com isso sai a permanência média, sem saber de quem é o veículo. É o jeito mais simples de responder à pergunta que interessa — quanta gente estaciona o dia inteiro e quanta fica vinte minutos — e o que precisa de menos dado. Se numa instalação específica fizesse falta leitura de placa para o controle de acesso, isso é outro sistema e outra conversa: se combina por escrito antes, com o motivo e o prazo de guarda.
O que o IRIS conta como carro mal estacionado?
Mal estacionado é o que a regra desenhada diz que é, nem mais nem menos. Como as vagas estão traçadas em cima do enquadramento, o IRIS sabe onde cada uma termina: um carro que pisa duas ao mesmo tempo, ou que está fora de qualquer vaga dentro da zona, fica marcado. Não tem opinião nem intenção: tem uma geometria e um veículo em cima dela. Isso deixa o número discutível no bom sentido — dá para mostrar a ilustração e ver de onde ele saiu — e deixa ele comparável, porque a linha da vaga é a mesma em janeiro e em agosto.
Isso funciona à noite ou num estacionamento coberto?
Funciona se tiver luz suficiente e a câmera não se mexer, e essas duas condições se verificam no local antes de instalar. À noite, com a iluminação normal de um estacionamento, a ocupação se mede bem, porque um carro parado é um objeto grande e quieto; o que se degrada primeiro é distinguir o carro mal estacionado quando a sombra cobre a faixa do piso. Debaixo de cobertura tem menos luz e mais pilar atrapalhando, então o lugar da câmera pesa muito e às vezes precisa de duas. Se um estacionamento não der para medir com confiança, a gente fala antes e não depois, e o número que for publicado sai com essa condição dita.
Um caso diferente a cada volta
A gente não conta. A gente mostra.
É um resumo da tela de verdade: ele anda sozinho, passo a passo, e mostra só o caminho de um caso. A ferramenta de verdade tem muito mais função do que cabe aqui.
- Você pergunta
- O IRIS procura
- Ele te mostra
Próximo passo
Os estacionamentos
Quantas vagas estão livres neste momento?
15 casos: 9 avisam quando acontece alguma coisa e 6 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
As arenas
O que um recinto vê com vinte mil pessoas lá dentro?
15 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
O turno da noite ninguém cobre:quem cobre é a câmera que já está ligada.
Ela não cansa, não pisca e não desce para tomar café. O que acontece de madrugada é entendido como seria ao meio-dia, e quem está de plantão fica sabendo enquanto está acontecendo.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.