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O transporte público

CAM-93

Ponto de ônibus: quem sobe e quem fica

Um ponto de ônibus com abrigo no fim da tarde: umas oitenta pessoas esperando na calçada e um ônibus que acabou de encostar com a porta aberta. O IRIS conta quantos esperam e quantos embarcam; não sabe quem é nenhum deles.

Um ponto de ônibus com abrigo no fim da tarde: umas oitenta pessoas esperando na calçada e um ônibus que acabou de encostar com a porta aberta. O IRIS conta quantos esperam e quantos embarcam; não sabe quem é nenhum deles.
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Imagem gerada com IA

CAM-93 · 1 LINE · 1 ZONE · 24 h

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • fila
  • ônibus
  • abrigo

O que esta câmera devolve

Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.

  • 34Esperando
  • 21Embarcaram
  • 4 minEspera média
  • 18:00 – 19:00Hora de pico
  • 2.860Total do dia
  • 13Ficam no ponto

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

O IRIS traz dentro o NeuralPax, uma licença independente homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, para a contagem de pessoas, a lotação e o controle de afluência. Quem garante que o número está certo é um terceiro, não nós: a lotação que aparece está medida e homologada, não estimada. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal, e ela cobre essa medida — contar pessoas —, não o produto inteiro.

A série, não o dado solto

Um número não diz nada. Uma curva diz.

Espera e quem fica no ponto

  • Esperando
  • Ficam no ponto
Espera e quem fica no ponto
IntervaloEsperandoFicam no ponto
06180
086213
10342
12280
14311
16362
187417
20413
22150

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

Como se conta

Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.

A linha fica colada na porta do ônibus: quem cruza para dentro entra na conta dos que embarcaram. A zona desenhada cobre o abrigo e o pedaço de calçada onde a fila se forma, e mede quanta gente está ali e desde quando. Quando o ônibus arranca, quem continua dentro da zona é quem ficou. Essa sobra não se pede com uma frase: ela sai de subtrair uma linha de uma zona, e para isso as duas têm que ser traçadas em cima do enquadramento. Perguntar serve para buscar; contar serve para medir, e não se faz igual.

  • linha da porta · Linha de contagem
  • zona do ponto · Área de permanência

O que muda

O que muda para quem opera a estação

Quanta gente embarca a operadora já sabe: a catraca conta. O que ninguém sabe é quanta gente fica na calçada vendo o ônibus lotado ir embora, porque quem não embarca não valida cartão e não aparece em sistema nenhum. Com a linha e a zona no lugar, esse número passa a existir: quarenta pessoas às sete da noite, e não numa terça solta, e sim em todas as terças do mês. Com isso quem responde pela linha pede reforço naquela faixa, ou divide a frequência de outro jeito, e pede com uma série de trinta dias na frente em vez de com reclamação de ouvido. E se o reforço entrar, a mesma câmera diz se adiantou.

O que costumam perguntar

Como o IRIS sabe que alguém ficou sem embarcar?

Subtraindo. A câmera conta quanta gente está dentro da zona do ponto antes de o ônibus encostar, quanta cruza a linha da porta e quanta continua na zona depois que ele arranca: essa sobra é quem ficou. Vale dizer o senão, porque ele existe: num corredor com seis linhas passando, parte dessa sobra estava esperando outro ônibus. Por isso o número se lê por faixa de horário e comparado com ele mesmo — se a sobra estoura sempre nas saídas das seis da tarde, é capacidade e não acaso — e, quando o ponto tem várias linhas, se ajusta com a tabela de passagem antes de dar o dado por bom.

O IRIS reconhece quem pega o ônibus todo dia?

Rosto não é lido. Comparação com banco de dados não existe. Cruzamento com o cartão de transporte, também não. Esta câmera conta corpo que cruza uma linha e corpo que está dentro de uma zona, e é só isso que sai dela — nem quem pega o ônibus todo dia de manhã, nem quem pega uma vez por ano. Se amanhã alguém quisesse saber quem espera naquele ponto, teria que montar outro sistema, porque este não faz e não foi feito para fazer.

Esse dado serve para justificar mais ônibus na linha?

Serve, e é a razão de ele existir. Frequência se muda com dois números: quanta gente embarca e quanta fica no ponto. O primeiro a operadora já tem, porque a bilhetagem eletrônica conta quem passa na catraca. O segundo não existia em lugar nenhum até alguém desenhar a zona, porque quem não embarca não valida nada. Com as duas séries lado a lado, por dia da semana e por faixa de horário, se enxerga se o aperto é de capacidade, de pontualidade ou de divisão entre linhas — e se enxerga com número que dá para repetir no mês seguinte. Decidir o dado não decide: ele só põe a conta na mesa para a decisão ser tomada olhando para ela.

Veja com os seus olhos

A cada volta, um caso novo. Sempre a mesma tela.

Ele roda sozinho e mostra um caso do começo ao fim. É um resumo: a tela de verdade tem muito mais função do que cabe neste quadrado.

  1. Você monta a regra
  2. Ela vale nas câmeras
  3. Publicada, ela vigia sozinha
  4. E então ela dispara
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Uma parede de monitores impressiona.Ninguém consegue ler quarenta quadrados ao mesmo tempo.

Quanto mais quadrado tem, menos se olha cada um. O IRIS olha as quatro mil câmeras ao mesmo tempo e aponta uma só: a que precisa de alguém agora.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.