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A rodoviaAnálise de mobilidade

CAM-61

Engavetamento na rodovia

Três carros bateram e ficaram atravessados em duas faixas. Tem peça solta no asfalto e atrás já está se formando uma fila que cresce.

Três carros bateram e ficaram atravessados em duas faixas. Tem peça solta no asfalto e atrás já está se formando uma fila que cresce.
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Imagem gerada com IA

CAM-61 · 3 VEHICLES

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • carro envolvido
  • destroços
  • fila
  • faixa interditada

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

dois ou mais veículos ficam parados e atravessados nas faixas

E além dissoatrás começa a acumular fila

Então

  1. avisar o centro de operações com a câmera e a faixa
  2. abrir o vídeo desde alguns segundos antes da batida
  3. avisar a viatura de inspeção e quem coordena o atendimento
A instrução que configurou isso«Me avisa assim que tiver uma batida na pista e me diz quais faixas ficaram interditadas.»

O que muda

O que muda para quem opera a rodovia

Quem opera o centro tem dezenas de câmeras na frente e não consegue olhar todas ao mesmo tempo. Hoje fica sabendo de uma batida quase sempre por telefone e, a essa altura, a fila já tem várias centenas de metros. Com o IRIS o aviso aparece enquanto a batida está acontecendo, com a câmera, a faixa interditada e o vídeo dos segundos anteriores. Esse operador fecha a faixa, baixa o limite nos painéis e manda a viatura de inspeção antes de chegar a segunda batida: a do carro que freia tarde contra a fila.

O que costumam perguntar

Como o IRIS distingue uma batida de um congestionamento normal?

Pelo jeito como os veículos ficaram. Num congestionamento os carros param dentro da própria faixa e em fila; numa batida ficam atravessados, em ângulo estranho, com peça espalhada em volta e gente saindo. O IRIS descreve o que enxerga — veículos parados e atravessados, peça na pista, pessoas fora do carro — e o operador confirma com a imagem na mesma tela. Causa de acidente o IRIS não determina: isso é trabalho de quem faz o laudo.

O IRIS aciona o socorro sozinho?

Não. O IRIS avisa o centro de operações e põe na frente dele a câmera, a faixa e o vídeo; quem aciona o atendimento é uma pessoa, e é ela quem decide. Dá para configurar avisos automáticos junto — um som na sala, um e-mail, uma mensagem no celular do supervisor do turno —, mas mobilizar recurso continua sendo decisão humana, e tem que continuar sendo.

Funciona de noite ou com cerração?

Depende do que a câmera conseguir enxergar. Com a iluminação do trecho, com o farol do próprio trânsito ou com uma câmera térmica, o IRIS continua vendo veículo parado e fila. Com cerração fechada ou com a lente suja de barro enxerga menos, do mesmo jeito que enxergaria menos uma pessoa olhando para aquela mesma tela. Por isso cada ponto se verifica antes de dar a cobertura por boa, e onde a câmera não chega, a gente fala.

Um caso diferente a cada volta

Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.

Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.

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E o melhor

Ninguém precisa quebrar parede:as câmeras que você já tem podem começar a entender.

Sem obra, sem cabo novo, sem trocar equipamento. Conecta no que já existe, e o que já existe começa a contar o que vê.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.