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A rodoviaAnálise de mobilidade

CAM-62

Carro parado no acostamento

Um carro parado no acostamento com o triângulo colocado e fumaça saindo do capô. O motorista está de pé fora do carro, a um passo da faixa por onde o resto continua passando.

Um carro parado no acostamento com o triângulo colocado e fumaça saindo do capô. O motorista está de pé fora do carro, a um passo da faixa por onde o resto continua passando.
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Imagem gerada com IA

CAM-62 · HARD SHOULDER · 4 min

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • carro parado
  • pessoa fora do carro
  • fumaça
  • triângulo
  • trânsito

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

um veículo para no acostamento

E além dissouma pessoa sai do carro e anda perto da faixa

Então

  1. avisar o centro de operações como prioridade alta
  2. baixar o limite e ligar o painel do trecho
  3. mandar a viatura de inspeção mais próxima
A instrução que configurou isso«Me avisa se alguém sair do carro no acostamento e ficar de pé perto do trânsito.»

O que muda

O que muda para quem opera a rodovia

O grave desta cena não é o carro: é a pessoa em pé a um metro de veículos passando a velocidade de rodovia. Hoje o centro de operações só fica sabendo quando o próprio motorista liga, se é que liga, e muita gente não liga. Com o IRIS o operador vê o aviso enquanto essa pessoa continua fora do carro: baixa o limite do trecho, liga o painel e manda a viatura de inspeção. O carro quebrado o guincho tira depois; a pessoa não pode esperar.

O que costumam perguntar

Não tem carro parado no acostamento toda hora?

Tem, e é por isso que a regra não dispara só com o carro. Um veículo parado no acostamento é informação: fica registrado e se olha de novo dali a pouco. O que sobe o aviso para urgente é alguém sair do carro e se aproximar da faixa, ou o carro ficar entre o acostamento e a pista. Assim o operador não recebe cem avisos iguais, e sim os poucos em que tem uma pessoa exposta.

O IRIS distingue um motorista quebrado de um funcionário da manutenção?

Em parte. O IRIS enxerga o colete refletivo, o veículo de serviço e o giroflex amarelo, e com isso dá para escrever uma regra que não avise quando tem trabalho programado naquele ponto. Quando a câmera está longe ou tem pouca luz, essa diferença se enxerga pior, e aí o aviso chega do mesmo jeito com a imagem, para quem está no centro de operações decidir em dois segundos. A gente prefere um aviso a mais do que alguém sozinho no acostamento sem ninguém saber.

Precisa trocar as câmeras do trecho?

Não. O IRIS trabalha com as câmeras que já estão instaladas na rodovia. O que muda não é o sensor: é o que se entende da imagem. Se num ponto a câmera não tiver qualidade para distinguir uma pessoa no acostamento, o IRIS diz isso antes da implantação, não depois.

A interface real, passo a passo

Uma câmera olha. O IRIS entende o que está vendo.

Um trecho da tela de verdade, sem locução e sem mão nenhuma. Cada volta traz outra situação. O que está atrás é bem maior do que o que aparece.

  1. Entra na caixa
  2. Abre o aviso
  3. Confirma ou descarta
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
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E o melhor

Gravar você já grava.Difícil sempre foi olhar.

Anos de vídeo que só abrem quando já aconteceu alguma coisa. O IRIS entende essas mesmas imagens enquanto elas chegam, e a resposta deixa de morar só no arquivo.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.