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IRIS NEURALFale com a gente

O hospital

CAM-130

Sala de espera do pronto-socorro lotada

O saguão comum de um pronto-socorro no meio da tarde: à direita, as fileiras de cadeiras lotadas e gente esperando de pé no corredor que vem da entrada; no centro, o balcão do acolhimento com suas duas telas. À esquerda tem macas paradas na área comum e, ao fundo, as cortinas da área assistencial. O IRIS conta quanta gente está na sala, quantos conseguiram sentar e quantos ficaram de pé; quem é cada um, ele não sabe. Atrás daquelas cortinas não tem câmera, nem nos leitos nem em nenhuma sala onde um paciente é atendido.

O saguão comum de um pronto-socorro no meio da tarde: à direita, as fileiras de cadeiras lotadas e gente esperando de pé no corredor que vem da entrada; no centro, o balcão do acolhimento com suas duas telas. À esquerda tem macas paradas na área comum e, ao fundo, as cortinas da área assistencial. O IRIS conta quanta gente está na sala, quantos conseguiram sentar e quantos ficaram de pé; quem é cada um, ele não sabe. Atrás daquelas cortinas não tem câmera, nem nos leitos nem em nenhuma sala onde um paciente é atendido.
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Imagem gerada com IA

CAM-130 · 2 LINES · 2 ZONES · 24 h

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • fileiras de cadeiras
  • balcão do acolhimento
  • corredor de entrada
  • pessoa sentada
  • pessoa de pé

O que esta câmera devolve

Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.

  • 54+9Na sala agora
  • 38Sentados
  • 16De pé, sem lugar
  • 23+6Entradas por hora
  • 410Passaram hoje
  • 20:00 – 21:00Horário de pico de hoje

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

O IRIS traz dentro o NeuralPax, uma licença independente homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, para a contagem de pessoas, a lotação e o controle de afluência. Quem garante que o número está certo é um terceiro, não nós: a lotação que aparece está medida e homologada, não estimada. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal, e ela cobre essa medida — contar pessoas —, não o produto inteiro.

A série, não o dado solto

Um número não diz nada. Uma curva diz.

Quanta gente na sala, hora a hora

  • Na sala
  • Entram a cada hora
Quanta gente na sala, hora a hora
IntervaloNa salaEntram a cada hora
0684
082214
103926
124521
143115
163618
184724
205423
223812

O pior momento de cada dia da semana

  • Máximo do dia
  • Lotação definida pelo hospital
O pior momento de cada dia da semana
IntervaloMáximo do dia
Seg63
Ter52
Qua48
Qui50
Sex59
Sáb74
Dom68
Lotação definida pelo hospital60

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

Como se conta

Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.

Tem uma linha desenhada na boca do corredor por onde se entra na sala e outra na passagem que leva à área assistencial: quem cruza soma ou subtrai. E tem duas zonas pintadas em cima da imagem, uma sobre as fileiras de cadeiras e outra sobre o corredor onde a espera é de pé. Dessas quatro coisas saem os números que interessam: quanta gente está na sala agora, quantos estão sentados e quantos não conseguiram sentar. Nada disso se pede falando. Perguntar serve para procurar e para descrever uma situação; contar exige saber exatamente por onde passa a linha e em que sentido, e isso só um traço em cima da imagem resolve. Por isso a linha se desenha uma vez e fica ali, e por isso a contagem de terça e a de sábado são medidas igual: são repetíveis e dá para auditar.

  • entrada da sala · Linha de contagem
  • passagem para a área assistencial · Linha de contagem
  • zona de lugares sentados · Área de permanência
  • zona de espera de pé · Área de permanência

O que muda

O que muda para quem toca a operação

Seis da tarde, e quem responde pela enfermagem desce até a sala para contar no olho, porque hoje não tem outro jeito. Com as linhas desenhadas, a curva aparece enquanto está acontecendo, e junto com ela o número de gente que ficou de pé, que é o sinal de que a sala já estourou. No fim do mês dá para ver em que horário o pico se repete toda semana, e é isso que vai para a reunião em que se decide reforçar um turno. É decisão de equipe e de espaço, nunca clínica: o IRIS não faz classificação de risco, não prioriza ninguém e não diz quem deve ser atendido antes. A lotação quem escreve é o hospital. E quem espera ali é gente com medo, não um número. Os valores da imagem são só um exemplo.

O que costumam perguntar

O IRIS decide quem é atendido primeiro?

Não decide nada disso. O IRIS não diagnostica, não faz classificação de risco e não prioriza ninguém: conta quantas pessoas estão numa sala e quantas cruzam uma linha, e para por aí. A classificação de risco é feita por um profissional com critério clínico, e o IRIS não entra nessa decisão nem alimenta ela: não sabe o que cada pessoa tem, não enxerga prontuário e não manda nada para quem define a ordem de atendimento. O número que sai daqui serve para organizar equipe e espaço, não pacientes.

O IRIS sabe quem são as pessoas que estão esperando?

Não sabe. Ele conta corpos que cruzam uma linha e corpos que estão dentro de uma zona desenhada. A câmera não lê rosto, não compara com banco de dados nenhum, não guarda ficha de ninguém e não cruza a contagem com prontuário nem com nenhum outro dado do hospital. Ela conta quantos, não quem. E onde um paciente é atendido, num leito ou numa sala de exame, não tem câmera nenhuma: esta olha uma área comum de passagem e de espera.

Por que dá para confiar nesse número?

Porque ele é medido sempre do mesmo jeito e dá para conferir. A linha e as zonas são desenhadas uma vez sobre a imagem, então a contagem de uma terça e a de um domingo saem do mesmo lugar e podem ser comparadas entre turnos, entre dias e entre salas. Fora isso, a contagem de pessoas do IRIS é homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, através da NeuralPax. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal: o que ela atesta é o método, e o método é o que faz o número sair igual todo dia.

Simulação · como o IRIS funciona

A gente não conta. A gente mostra.

É um resumo da tela de verdade: ele anda sozinho, passo a passo, e mostra só o caminho de um caso. A ferramenta de verdade tem muito mais função do que cabe aqui.

  1. As câmeras, em cima do mapa
  2. Você desenha uma área
  3. Sai o que passou
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Se você tem uma câmera,já tem um vigia. Se tem quatro mil, tem quatro mil vigias.

Nenhum cansa, nenhum olha para o lado e nenhum faz turno. E ninguém precisa instalar nada: as câmeras que você já tem podem começar a entender o que veem.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.