CAM-79
A ilha de promoção no meio da loja
No corredor central de uma loja de eletrônicos montaram uma ilha de promoção: caixas empilhadas num expositor, duas pessoas paradas na frente olhando o preço e um grupo que passa raspando pelo lado sem diminuir o passo. O IRIS conta quem passa e quem para; quem é cada um, ele não sabe.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- expositor da promoção
- cliente parado na frente
- cliente que passa ao lado
O que esta câmera devolve
Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.
- 860Passam na frente
- 112Param
- 13%Param (a cada 100)
- 48 sTempo parados
- 12:30Hora de pico
- 1.340Total do dia
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
O IRIS traz dentro o NeuralPax, uma licença independente homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, para a contagem de pessoas, a lotação e o controle de afluência. Quem garante que o número está certo é um terceiro, não nós: a lotação que aparece está medida e homologada, não estimada. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal, e ela cobre essa medida — contar pessoas —, não o produto inteiro.
A série, não o dado solto
Um número não diz nada. Uma curva diz.
Os que passam e os que param
- Passam na frente
- Param
| Intervalo | Passam na frente | Param |
|---|---|---|
| 06 | 60 | 4 |
| 08 | 140 | 18 |
| 10 | 190 | 26 |
| 12 | 230 | 34 |
| 14 | 150 | 17 |
| 16 | 120 | 12 |
| 18 | 210 | 30 |
| 20 | 170 | 21 |
| 22 | 70 | 6 |
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
Como se conta
Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.
Tem uma linha no corredor, na frente da ilha: quem cruza é alguém que passou por ali. E tem uma zona desenhada em volta do expositor: quem entra nela e fica parado alguns segundos é alguém que parou. O segundo dividido pelo primeiro dá o número que quase nenhuma rede tem. Uma linha e uma zona não se pedem falando: se traçam uma vez em cima da imagem, e por isso a promoção desta semana se compara com a da semana que vem.
- linha de passagem · Linha de contagem
- zona do expositor · Área de permanência
O que muda
O que muda para quem toca a loja
Hoje o sucesso de uma promoção se mede pelo que se vendeu, e esse número não separa se funcionou o produto ou o lugar onde ele foi posto. São duas decisões diferentes tomadas com o mesmo dado. O gerente que põe a ilha no corredor central e não vende não sabe se tem que trocar o produto ou empurrar o expositor três metros. Com a linha e a zona ele sabe quanta gente passou na frente e quantos pararam, e aí já dá para ver: se passam muitos e param poucos, o lugar está bom e o problema é o que está em cima; se quase ninguém passa, o problema é o lugar. Numa ação de Black Friday, saber isso na terça vale o mês inteiro. Os números da imagem são um exemplo, não a medição de nenhuma loja.
O que costumam perguntar
O que conta exatamente como parar?
Entrar na zona desenhada em volta do expositor e ficar ali alguns segundos. Quem atravessa a zona sem diminuir o passo não conta; quem para para olhar, conta. Quantos segundos são necessários quem define é a loja, na hora de desenhar a zona, e uma vez definido não se mexe: se o critério muda no meio do mês, duas semanas já não se comparam.
O IRIS sabe quem para na frente da promoção?
Não sabe. Se contam corpos que cruzam uma linha e corpos que estão dentro de uma zona. Rosto não se lê, comparação com banco de dados não existe, ninguém fica guardado nem é seguido de uma loja para outra. O que sai é um número de pessoas, não uma lista de nomes.
Dá para comparar uma ilha com outra, ou uma loja com outra?
Dá, desde que a linha e a zona tenham sido colocadas com o mesmo critério. É justamente por isso que a contagem se configura desenhando e não falando: uma frase cada loja interpreta do seu jeito, e a linha está onde está. Com isso, uma rede põe a mesma promoção em vinte lojas e sabe em quais as pessoas pararam e em quais nem olharam.
Um caso diferente a cada volta
Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.
Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.
- Olha o sistema inteiro
- Marca o que falha
- Bota tudo numa tela
Próximo passo
Os data centers
E se a falha não começar com um ataque?
13 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
O estado das câmeras
E quem fica de olho nas câmeras?
34 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
E o melhor
Câmera é o que não falta.O que acaba é olho para olhar.
Uma pessoa dá conta de duas ou três telas. Ninguém dá conta de quarenta. O IRIS olha todas e avisa quando alguém precisa decidir.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.