CAM-78
Como as pessoas se espalham pela loja
Uma loja de roupa vista no comprido, da entrada até o fundo: mesas de produto em primeiro plano com gente em volta, menos gente na zona do meio e o fundo quase vazio. O IRIS conta quanta gente tem em cada zona; não sabe quem é nenhuma.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- mesa de produto
- equipe de salão
O que esta câmera devolve
Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.
- 1.180Visitantes do dia
- 48%Na entrada
- 34%No meio
- 18%No fundo
- 7 minTempo de permanência
- 19:00Hora de pico
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
O IRIS traz dentro o NeuralPax, uma licença independente homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, para a contagem de pessoas, a lotação e o controle de afluência. Quem garante que o número está certo é um terceiro, não nós: a lotação que aparece está medida e homologada, não estimada. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal, e ela cobre essa medida — contar pessoas —, não o produto inteiro.
A série, não o dado solto
Um número não diz nada. Uma curva diz.
Onde a gente se distribui
- De todos que entram
| Intervalo | De todos que entram |
|---|---|
| Entrada | 48% |
| Centro | 34% |
| Fundo | 18% |
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
Como se conta
Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.
A loja fica dividida em três zonas desenhadas em cima da imagem: a da entrada, a do meio e a do fundo. O IRIS conta quanta gente está dentro de cada uma e quanto tempo em média cada uma segura. Aqui não tem linha para cruzar, porque o que importa não é quem passa e sim onde a pessoa para. As três zonas se desenham uma vez e ficam, e por isso a campanha deste mês se compara com a do mês passado.
- zona da entrada · Área de permanência
- zona do meio · Área de permanência
- zona do fundo · Área de permanência
O que muda
O que muda para quem toca a loja
O fundo da loja é quase sempre muito menos visitado do que a entrada. Isso todo mundo sabe; o que ninguém tem é quanto menos, nesta loja e neste mês. O gerente decide onde põe a próxima campanha por intuição, e a intuição diz sempre a mesma coisa: na frente. Com as três zonas desenhadas ele vê a distribuição real e pode testar: leva a mesa de novidades para o centro e olha, na semana seguinte, se a distribuição mudou. Em fevereiro, na volta às aulas, um teste desses se paga em uma semana. As porcentagens da imagem são um exemplo, não a medição de nenhuma loja.
O que costumam perguntar
Isso é um mapa de calor?
É a mesma coisa, contada de um jeito que dá para auditar. Um mapa de calor pinta mancha bonita e cada um lê como quer; aqui tem três zonas com borda definida e um número por zona, e esse número se compara mês a mês justamente porque a zona não se mexeu. Se a borda muda, o dado para de valer, e é por isso que a zona se desenha uma vez e fica.
O IRIS sabe quem entra e por onde cada pessoa passa?
Não sabe. Se conta quanta gente está dentro de cada zona a cada momento, e nada além disso. Rosto não se lê, comparação com banco de dados não existe, ninguém fica guardado nem é seguido de uma loja para outra. O que sai é a distribuição da loja, não o percurso de ninguém.
E se o fundo da loja for onde ficam os provadores ou o estoque?
Aí o número do fundo quer dizer outra coisa, e tem que ser lido assim. As zonas são desenhadas por quem conhece a loja, não pela gente de fora: se o fundo é passagem obrigatória para os provadores ou para o estoque, aquela porcentagem não mede interesse por produto, mede trânsito. O dado não diz o que fazer; diz o que está acontecendo, e decidir continua sendo trabalho de uma pessoa.
A interface real, passo a passo
A cada volta, um caso novo. Sempre a mesma tela.
Ele roda sozinho e mostra um caso do começo ao fim. É um resumo: a tela de verdade tem muito mais função do que cabe neste quadrado.
- O aviso dispara
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Próximo passo
A rodovia
Quem vigia uma rodovia inteira?
10 casos: 8 avisam quando acontece alguma coisa e 2 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
O transporte público
Quem vigia uma estação inteira no horário de pico?
17 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 6 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
Se você tem uma câmera,já tem um vigia. Se tem quatro mil, tem quatro mil vigias.
Nenhum cansa, nenhum olha para o lado e nenhum faz turno. E ninguém precisa instalar nada: as câmeras que você já tem podem começar a entender o que veem.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.