Os shoppingsExperiência do cliente
CAM-539
O térreo lotado e a passarela de cima deserta
Meio-dia, com luz da claraboia. No mesmo enquadramento cabem dois pisos. Embaixo, a praça de alimentação está cheia: mesas ocupadas, fila nos balcões, a cafeteria da esquina com gente no balcão e a área infantil colorida com criança brincando. Em cima, a passarela aparece inteira e tem duas pessoas no trecho todo; ao fundo, uma loja com a porta de enrolar abaixada. O IRIS conta a passagem e a permanência dos dois pisos com o mesmo critério, que é o que permite comparar um com o outro.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- passarela do piso de cima
- loja vaga
- praça de alimentação movimentada
- área infantil
- espaço de lazer do piso de cima
- cafeteria com clientes no balcão
- loja do piso de cima
O que esta câmera devolve
Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.
- 40 / hPessoas por hora na passarela de cima
- 860 / hPessoas por hora no corredor de baixo
- 24 minTempo médio na praça de alimentação
- 1 minTempo médio na passarela de cima
- 30 / hPessoas por hora na frente da loja vaga
- 13:20Última atualização
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
Como se conta
Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.
Tem uma linha na passarela de cima e outra no corredor de baixo, e uma área pintada sobre cada um dos dois pisos. As linhas dizem quanta gente passa por cada trecho; as áreas dizem quanta está lá dentro e quanto tempo fica. A câmera é a mesma para os dois pisos, então a comparação não arrasta diferença de instalação nem de critério. Nem a linha nem a área se pedem falando: se desenham uma vez e ficam ali, e é por isso que o corredor de cima deste mês se compara com o de um ano atrás.
- linha da passarela de cima · Linha de contagem
- linha do corredor de baixo · Linha de contagem
- área da passarela de cima · Área de permanência
- área da praça de alimentação · Área de permanência
E além disso, uma regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
a passagem de um corredor fica abaixo do mínimo que o shopping fixou para aquele trecho
Então
- manda o dado para a equipe de comercialização com o trecho e o mês
- deixa a série do corredor pronta para a revisão de aluguéis
- avisa quando um trecho ficar vários meses seguidos abaixo do mínimo
A instrução que configurou isso«Me diz todo mês quanta gente passa pela passarela de cima comparada com o corredor de baixo.»
O que muda
O que muda para operações, para a gestão e para a segurança
Meio-dia: embaixo a praça de alimentação está cheia e em cima, na passagem inteira, tem duas pessoas. Quando quem cuida do ativo mostrar no mês que vem a loja vazia do fundo, o candidato vai perguntar quanta gente passa ali na frente, e hoje a resposta é uma impressão. Um corredor com pouca passagem não é um corredor ruim: é um corredor com a atividade errada. Este dado diz qual é qual, com números que não dependem de quem olha. Com a comparação entre pisos se sabe que trechos aguentam um aluguel alto e quais pedem outra atividade. E quando o mix mudar, o mesmo enquadramento vai dizer se funcionou, medido igual ao de antes.
O que costumam perguntar
Isso mede o desempenho de cada loja?
Não. Ele mede a passagem e a permanência em corredores e áreas do shopping, que é espaço comum. Não olha para dentro das lojas, não conta a venda de ninguém e não julga lojista nenhum. O que ele traz é o contexto: quanta gente passa na frente de cada trecho. O que aquele lojista faz com a gente que passa é assunto dele e do dado dele. Se uma conversa desviar para vigiar um operador, esta câmera não é a ferramenta.
Serve para decidir onde pôr uma atividade nova?
É exatamente para isso que ele é usado. Um corredor com pouca passagem e uma loja vaga no fim é um lugar onde a atividade não está atraindo ninguém. Com a série de vários meses na frente se enxerga se o problema é do trecho ou do dia, se testa uma mudança e se mede igual ao de antes. Quem assina a decisão é uma pessoa; o IRIS só põe o número na mesa.
A contagem é anônima aqui também?
É, nas seis câmeras deste setor. O IRIS conta corpos que cruzam uma linha e corpos dentro de uma área desenhada. Não reconhece rosto, não compara rosto com nada e não segue uma pessoa de um piso para o outro. Os percursos que saem dali são agregados: dizem quantos sobem, não quem sobe. E os números que se publicam são da imagem, não de cliente nenhum.
Outras câmeras
- CAM-535 · Quanta gente entra por cada porta, e a que hora
- CAM-536 · Um corredor vazio a vinte metros de uma ala lotada
- CAM-537 · Antes, durante e depois: quanto a campanha trouxe mesmo
- CAM-538 · Mil e oitocentos passam na frente e duzentos param
- CAM-540 · Quantos descem do carro e por qual porta acabam entrando
- CAM-541 · A fila da praça de alimentação não anda e nem tem mesa
Veja com os seus olhos
Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.
Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.
- Você pergunta
- O IRIS procura
- Ele te mostra
Próximo passo
A infraestrutura
Quem está olhando uma instalação onde quase nunca tem ninguém?
44 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
A indústria
Por que a linha parou?
237 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
E o melhor
Na oitava hora de turnoninguém olha como olhava na primeira. E isso não é defeito.
É ser gente. A câmera não tem oitava hora: às 4h da manhã entende o mesmo que entendia ao meio-dia, e avisa do mesmo jeito quem está de plantão.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.