CAM-143
Quantas pessoas ficam dentro se precisar evacuar
Uma sala de aula no meio da manhã: vinte crianças sentadas nas carteiras e, na frente do quadro, a professora dando aula. À esquerda, a parede de janelas para o recreio; ao fundo à direita, a única porta, aberta, por onde acabaram de entrar mais três pessoas. O IRIS conta quantas pessoas estão dentro deste espaço agora, e nada mais: conta quantos, não quem. Rosto ele não reconhece, aluno nenhum ele identifica, e não guarda quem é ninguém. A aula não vira registro de ninguém: o que sai daqui é um número por espaço.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- as carteiras da sala
- saída da sala
- pessoa sentada
- pessoa de pé
- pessoa cruzando a porta
O que esta câmera devolve
Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.
- 24+2Na sala agora
- 28Lotação definida pela escola
- 57Entraram hoje
- 33Saíram hoje
- 26Máximo de hoje
- 11:05Última vez vazia
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
O IRIS traz dentro o NeuralPax, uma licença independente homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, para a contagem de pessoas, a lotação e o controle de afluência. Quem garante que o número está certo é um terceiro, não nós: a lotação que aparece está medida e homologada, não estimada. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal, e ela cobre essa medida — contar pessoas —, não o produto inteiro.
A série, não o dado solto
Um número não diz nada. Uma curva diz.
Quantas pessoas estão lá dentro, hora a hora
- Dentro da sala
- Lotação definida pela escola
| Intervalo | Dentro da sala |
|---|---|
| 08 | 25 |
| 09 | 26 |
| 10 | 26 |
| 11 | 0 |
| 12 | 24 |
| 13 | 24 |
| 14 | 0 |
| 15 | 0 |
| 16 | 0 |
| Lotação definida pela escola | 28 |
Quantos cruzam a porta, hora a hora
- Entram
- Saem
| Intervalo | Entram | Saem |
|---|---|---|
| 08 | 26 | 1 |
| 09 | 4 | 3 |
| 10 | 2 | 2 |
| 11 | 1 | 27 |
| 12 | 24 | 0 |
| 13 | 1 | 1 |
| 14 | 0 | 24 |
| 15 | 0 | 0 |
| 16 | 0 | 0 |
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
Como se conta
Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.
Contar não se pede falando: se desenha. Perguntar em linguagem natural serve para procurar e para descrever uma situação, mas uma contagem precisa saber por onde a linha passa exatamente e em que sentido, e isso só fica definido com um traço em cima da imagem. Aqui tem uma linha traçada na soleira da porta da sala — quem cruza para dentro soma, quem cruza para fora subtrai — e uma zona marcada em cima da sala inteira. Dessas duas coisas sai o único número que importa: quantas pessoas estão lá dentro agora. Como a linha se desenha uma vez e não se mexe, a contagem de terça e a de sexta saem do mesmo lugar e se comparam: é repetível e dá para auditar. E a contagem de pessoas do IRIS é homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, então quem responde por o número estar certo é um terceiro independente, não a gente. Essa homologação cobre a contagem de pessoas; não o produto inteiro.
- porta da sala · Linha de contagem
- a sala inteira · Área de permanência
O que muda
O que muda para a equipe da escola
Hoje, num simulado de evacuação, uma sala se dá por vazia quando alguém entra, olha e sai. Com trinta salas, três corredores e uma quadra coberta, isso são minutos; e numa emergência de verdade os minutos são tudo o que existe. Com a linha traçada, quem coordena a evacuação vê numa tela se a sala está vazia ou se ficaram vinte e uma pessoas lá dentro, espaço por espaço, e sabe onde precisa entrar alguém e onde não precisa. É tudo o que esta câmera faz. Ela não faz a chamada, não diz quem falta e não mede o trabalho de ninguém. E não se instala sozinha: quem instala é a escola, e se conversa com o corpo docente e com as famílias antes, não depois.
O que costumam perguntar
Isso é fazer a chamada? Serve para controle de frequência?
Não, e para isso não serve. O IRIS devolve um número — quantas pessoas estão dentro deste espaço — e não uma lista de nomes. Rosto não se reconhece, comparação com banco de dados não existe, aluno nenhum é identificado e ficha de ninguém existe. Se na sala tem vinte e quatro pessoas, o que o sistema sabe é "vinte e quatro", e para aí: ele não consegue dizer quem falta, porque não sabe quem está. Quem faz a chamada é a professora, e isso não muda. Este número existe por um motivo só: numa evacuação, saber se o espaço ficou vazio.
Dá para usar isso para vigiar a professora ou para avaliar o trabalho dela?
Não. O IRIS não mede o trabalho de ninguém do corpo docente, não guarda o horário de ninguém e não diz o que qualquer pessoa da sala está fazendo. Ele conta corpos dentro de uma zona desenhada: não sabe quem está dando a aula, não separa ninguém por nome e não manda para a direção uma única linha sobre nenhuma pessoa. Um número de pessoas por espaço não avalia ninguém, porque não fala de ninguém em particular; quem quisesse usar isso para avaliar descobriria que não tem dado onde se segurar. Esta câmera está ali para uma evacuação, e o número que ela dá serve só para isso.
Precisa colocar uma câmera dentro da sala de aula?
Muitas vezes não é, e vale dizer. Uma sala de aula é o lugar mais sensível de uma escola, e vai ter escola que decida não colocar câmera lá dentro e contar na porta da sala, no corredor ou na escada. É uma decisão perfeitamente razoável e o sistema funciona igual: a linha se desenha onde a escola quiser, e a lotação do andar sai das mesmas contas. Quem coloca a câmera é a escola, e o primeiro passo é conversar com o corpo docente e com as famílias, antes de instalar qualquer coisa. Se essa conversa terminar em "dentro da sala não", então dentro da sala não.
Demonstração · IRIS funcionando
Isso não é vídeo. É um pedaço da tela de verdade.
Um resumo da interface real, rodando sem mão nenhuma. Você vê o caminho de um caso do começo ao fim; o que você não vê são as outras telas, que são muitas.
- Você monta a regra
- Ela vale nas câmeras
- Publicada, ela vigia sozinha
- E então ela dispara
Próximo passo
As arenas
O que um recinto vê com vinte mil pessoas lá dentro?
15 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
Os hotéis
Quando uma avaliação ruim se decide?
15 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
Tem noite de cerraçãoem que a imagem não serve pra nada. E a gente não disfarça.
Contraluz, chuva forte, um poste queimado. O IRIS trabalha com o que a câmera põe na frente dele; quando não tem imagem, avisa que não tem, em vez de inventar uma resposta.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.