Os bancosSegurança das pessoas
CAM-519
Uma pessoa caída e uma pasta que ninguém vem buscar
Meio da manhã numa agência de rua. Uma pessoa está caída no piso do salão, de bruços e sem se mexer; os óculos dela caíram a um palmo. Um funcionário se agachou para socorrer e dois clientes se viraram. Na outra ponta da sala, encostada no sofá da espera, tem uma pasta que ninguém pega faz seis minutos. O IRIS enxerga as duas coisas ao mesmo tempo: tem alguém no chão que não levanta e tem um volume sozinho. Quem é essa pessoa e o que aconteceu com ela, ele não sabe.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- pessoa caída no piso
- funcionário socorrendo
- pasta sem ninguém do lado
- óculos caídos
- cliente que dá o alerta
- cliente que reage
- pessoa sentada na espera
- balcão com funcionários
O que esta câmera mede
Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.
- 48 sSem se mexer
- 6 min 10 sVolume sozinho faz
- 1Pessoas socorrendo
- 6Pessoas no salão
- 11:24:06Vídeo salvo a partir de
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa está faz mais de trinta segundos deitada e sem se mexer no salão, ou um volume está faz mais de cinco minutos sem ninguém do lado
Então
- avisa a agência e o centro de operações com a câmera, o lugar e a hora
- abre o vídeo ao vivo dessa câmera
- guarda o clipe desde um minuto antes da queda e desde que o volume ficou sozinho
A instrução que configurou isso«Me avisa se alguém ficar mais de trinta segundos deitado e sem se mexer no salão, e me avisa também se um volume ficar sozinho mais de cinco minutos na área de público.»
O que muda
O que muda para quem responde pela rede de agências
Numa agência tem dois ou três funcionários, e o segundo em que um deles se agacha para socorrer quem caiu é exatamente o segundo em que ninguém mais está olhando para o resto da sala. O aviso chega em quem pode fazer alguma coisa — a tela da agência e o centro de operações — com a câmera, o lugar e a hora, e com o vídeo ao vivo já aberto. Se ganha a única coisa que tem para ganhar: minutos até chegar quem sabe socorrer. E da pasta fica registro com o relógio dela, que é justamente o que numa manhã dessas ninguém anota.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe o que aconteceu com essa pessoa?
Não, e não vai saber. O IRIS não faz diagnóstico e não identifica ninguém: o que ele enxerga é que tem uma pessoa deitada e parada num lugar onde ninguém se deita, e faz quanto tempo ela está assim. Quem ela é e o que ela tem quem decide é quem socorre, e essa pessoa chega mais cedo porque sabe para que agência ir e para que canto da sala. A câmera dá o lugar e o minuto, não um parecer médico.
E se a pasta for da pessoa que caiu?
Pode ser, e é justamente isso que se confere olhando. O IRIS avisa de um fato, não de uma conclusão: tem um volume no chão e não tem ninguém do lado faz cinco minutos. Quem recebe o aviso abre o vídeo e em dez segundos sabe se a pasta é da pessoa que caiu, de alguém que foi ao caixa eletrônico ou de ninguém. Um aviso a mais custa dez segundos; um aviso a menos custa bem mais. O tempo quem escreve é a agência, e dá para ajustar sala por sala.
O que esta câmera não vê?
Enxerga o piso do salão de cima, e é aí que ele acaba. Não vê o que tem dentro da pasta, e não tem como ver. Não vê o que acontece atrás do balcão nem na área dos caixas eletrônicos: isso é outra câmera. E se alguém cai atrás de um sofá ou de uma planta grande, aquele pedaço de piso fica tapado e esta câmera não cobre. Por isso tem uma câmera por ponto e não uma para a agência inteira: um enquadramento honesto é o que diz até onde chega.
Outras câmeras
- CAM-510 · A fila diz quantos caixas abrir naquele horário
- CAM-511 · Cinco pessoas esperando e um guichê montado sem ninguém
- CAM-512 · Duas pessoas passam a porta com uma abertura só
- CAM-513 · Uma porta restrita aberta e alguém esperando lá fora
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Demonstração · IRIS funcionando
Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.
Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.
- As câmeras, em cima do mapa
- Você desenha uma área
- Sai o que passou
Próximo passo
Os estacionamentos
Quantas vagas estão livres neste momento?
15 casos: 9 avisam quando acontece alguma coisa e 6 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
As arenas
O que um recinto vê com vinte mil pessoas lá dentro?
15 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
Sem obra, sem vala, sem cabo novo:as câmeras já estão lá e já estão vendo.
O que muda é o que se faz com aquela imagem. Antes ela era guardada e ninguém via; agora é entendida enquanto acontece, com os mesmos equipamentos que você comprou anos atrás.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.