CAM-50
Caminhões no acesso do canteiro
O acesso de veículos de uma obra urbana: uma guarita ao lado do portão, um semáforo e uma cancela baixada atravessando a passagem. Lá dentro um caminhão carregado de terra espera para sair e, atrás, na pista interna, aguarda um caminhão betoneira com mais caminhões ao fundo. Do lado de fora, o portão dá direto para uma rua com trânsito normal, tapumes e cones. O IRIS conta cada veículo que cruza a cancela e em que sentido, quantos estão esperando lá dentro e quantos se acumulam na rua.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- caminhão carregado esperando para sair
- caminhão betoneira esperando a vez
- cancela do acesso
- guarita
O que esta câmera devolve
Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.
- 41Entradas de hoje
- 37Saídas de hoje
- 4Veículos lá dentro
- 7 min+3 minEspera no acesso
- 5Fila máxima na rua
- 07:00 – 08:00Hora de pico do acesso
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A série, não o dado solto
Um número não diz nada. Uma curva diz.
Entradas e saídas, hora a hora
- Entram
- Saem
| Intervalo | Entram | Saem |
|---|---|---|
| 06 | 12 | 3 |
| 08 | 9 | 8 |
| 10 | 5 | 7 |
| 12 | 3 | 4 |
| 14 | 4 | 3 |
| 16 | 6 | 5 |
| 18 | 2 | 8 |
| 20 | 0 | 3 |
| 22 | 0 | 0 |
O que se espera no portão
- Minutos de espera
| Intervalo | Minutos de espera |
|---|---|
| 06 | 9 min |
| 08 | 12 min |
| 10 | 5 min |
| 12 | 3 min |
| 14 | 4 min |
| 16 | 6 min |
| 18 | 3 min |
| 20 | 1 min |
| 22 | 0 min |
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
Como se conta
Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.
Se traça uma linha em cima do piso da passagem, bem onde fica a cancela, e se dá um sentido a ela: o que cruza para dentro é entrada e o que cruza para fora é saída. Por cima se desenham duas zonas: a pista interna onde os caminhões esperam a vez e o trecho de rua na frente do portão, que é onde se enxerga se a fila está saindo da obra. Contar não se pede falando. Perguntar em linguagem natural serve para procurar e para descrever uma situação; uma linha não se descreve com uma frase, ela tem que ser traçada, porque o número depende de por onde ela passa exatamente e em que sentido. Por isso a contagem se configura desenhando, e por isso o dado é repetível e dá para auditar: se traça uma vez e fica lá, então o valor desta semana e o do mês que vem se comparam de verdade.
- linha da passagem · Linha de contagem
- pista interna de espera · Área de permanência
- rua na frente do portão · Área de permanência
O que muda
O que muda para quem responde pela obra
Um caminhão parado no portão custa dinheiro desde o primeiro minuto, e um caminhão betoneira esperando custa mais ainda, porque o concreto tem o tempo dele e não espera ninguém. Hoje quem responde pela produção sabe que o acesso trava logo cedo, mas não sabe quanto, nem em que dias, nem se é por causa do fornecimento ou da saída de terra. Com a linha e as duas zonas desenhadas, o número existe: quantos veículos entram e saem por hora, quanto se espera no portão e em que momento a fila transborda para a rua. Com isso se mudam os horários de descarga e se espalham as entregas ao longo do dia em vez de amontoar tudo às sete. E quando a vizinhança reclama do trânsito que a obra gera, tem uma série para mostrar em vez de uma impressão. Os valores da imagem são um exemplo, não a medição de nenhuma obra.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe quem entra e quem sai da obra?
Não. Ele conta veículos e pessoas que cruzam a linha, e de quem é cada caminhão ou quem vai lá dentro ele não sabe. Rosto não é lido, comparação com base de dados não existe, identidade não fica guardada. E isso também não substitui o controle de acesso da obra nem o registro de ponto: quem faz isso hoje continua fazendo. O que chega de novo é o número e a hora, que é exatamente o que falta para organizar as entregas.
E se um caminhão parar bem em cima da linha?
Não conta duas vezes. A linha não conta presença: ela conta a passagem completa. O veículo entra na conta quando termina de cruzar, e no sentido em que cruzou. Se parar em cima dela, não acontece nada; se der ré e sair, o número volta atrás. É isso que faz o total do dia fechar mesmo com as manobras do portão, que numa obra são o tempo inteiro.
Quem garante que esses números prestam?
Duas coisas, e as duas dá para conferir. A primeira é que a linha está desenhada em cima da imagem: qualquer pessoa vê onde ela passa e por que aquele número sai assim, e um dado que se pode mostrar é um dado que se pode defender. A segunda é que a contagem de pessoas está homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, através da NeuralPax. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal, e vale a pena dizer o alcance com precisão: o que está homologado é a contagem de pessoas, não a de veículos nem o produto inteiro. O que essa homologação atesta é o método.
Simulação · como o IRIS funciona
A gente não conta. A gente mostra.
É um resumo da tela de verdade: ele anda sozinho, passo a passo, e mostra só o caminho de um caso. A ferramenta de verdade tem muito mais função do que cabe aqui.
- Olha o sistema inteiro
- Marca o que falha
- Bota tudo numa tela
Próximo passo
As casas de eventos
Quanto tempo leva para achar uma ocorrência de duas horas atrás?
12 casos: 9 avisam quando acontece alguma coisa e 3 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
Os shoppings
O que um shopping vê além do número de visitas?
12 casos: 4 avisam quando acontece alguma coisa e 8 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
O disco enche sozinho.As perguntas continuam sem resposta.
Guardar imagem é fácil e sai caro. O que faltava era alguém olhando. O IRIS olha tudo o que você grava e te mostra só o que merece uma conferida.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.