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IRIS NEURALFale com a gente

A obra

CAM-60

Quantas pessoas tem no pavimento

O último pavimento de um prédio em obra, com a laje ainda à vista e o andaime contornando todo o perímetro. Uma grua está descendo uma máquina de climatização sobre a laje, presa por quatro cintas. Espalhados pelo pavimento tem operários de capacete e colete: dois ao lado dos equipamentos já instalados, um guiando a carga por baixo e outro lá no fundo, entre as máquinas. O IRIS conta quantas pessoas estão dentro do pavimento a cada momento e quantas estão dentro da área de manobra; quem é cada uma, ele não sabe.

O último pavimento de um prédio em obra, com a laje ainda à vista e o andaime contornando todo o perímetro. Uma grua está descendo uma máquina de climatização sobre a laje, presa por quatro cintas. Espalhados pelo pavimento tem operários de capacete e colete: dois ao lado dos equipamentos já instalados, um guiando a carga por baixo e outro lá no fundo, entre as máquinas. O IRIS conta quantas pessoas estão dentro do pavimento a cada momento e quantas estão dentro da área de manobra; quem é cada uma, ele não sabe.
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Imagem gerada com IA

CAM-60 · 2 LINES · 2 ZONES · 24 h

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • carga suspensa
  • operário guiando a carga
  • operários no pavimento
  • escada de acesso

O que esta câmera devolve

Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.

  • 11+3Dentro do pavimento
  • 2Na área de manobra
  • 38Subiram hoje
  • 27Desceram hoje
  • 12:00Momento de mais gente
  • 3 h 10 minTempo médio lá em cima

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

O IRIS traz dentro o NeuralPax, uma licença independente homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, para a contagem de pessoas, a lotação e o controle de afluência. Quem garante que o número está certo é um terceiro, não nós: a lotação que aparece está medida e homologada, não estimada. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal, e ela cobre essa medida — contar pessoas —, não o produto inteiro.

A série, não o dado solto

Um número não diz nada. Uma curva diz.

Gente dentro do pavimento, hora a hora

  • Pessoas no pavimento
Gente dentro do pavimento, hora a hora
IntervaloPessoas no pavimento
062
0813
108
1214
145
1611
184
201
220

Quem sobe e quem desce

  • Sobem
  • Descem
Quem sobe e quem desce
IntervaloSobemDescem
06131
0842
1027
1281
14311
1672
18110
2004
2200

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

Como se conta

Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.

Se desenham duas linhas e duas zonas em cima da imagem. As linhas ficam nos dois lugares por onde de fato se sobe e se desce deste pavimento: a escada e a passagem que vem do andaime. Cada linha tem um sentido, então cruzar para dentro soma e cruzar para fora subtrai, e é dessa subtração que sai quanta gente está lá em cima agora. As zonas se desenham em cima da superfície que se quer medir: o pavimento inteiro e, dentro dele, a área de manobra da carga. Nada disso se pede falando. Perguntar em linguagem natural serve para procurar e para descrever uma situação; contar precisa saber exatamente por onde a linha passa e em que sentido, e isso só um traço em cima da imagem resolve. Se traça uma vez e fica lá, e por isso o número de segunda e o de quinta se medem igual.

  • acesso pela escada · Linha de contagem
  • acesso pelo andaime · Linha de contagem
  • pavimento em obra · Área de permanência
  • área de manobra · Área de permanência

O que muda

O que muda para quem responde pela obra

Saber quanta gente está dentro de uma frente de trabalho não é controle de presença: é segurança. Se for preciso evacuar, a diferença entre saber que lá dentro tem onze pessoas e achar que tem oito é enorme, porque são três pessoas que ninguém vai procurar. Hoje esse número mora num caderno: se anota no começo do turno e deixa de ser verdade dez minutos depois, porque uma equipe sobe, outra desce para buscar material e já ninguém sabe quantos ficaram lá em cima. Com as duas linhas e as duas zonas desenhadas, quem dirige a obra tem o número na hora e a curva do dia inteiro, e enxerga quanta gente coincide no pavimento justamente enquanto uma carga está sendo descida. Depois, numa análise, serve para reconstruir quanta gente estava lá em cima na hora em que aconteceu alguma coisa; quanta, não quem. Os valores da imagem são um exemplo, não a medição de nenhuma obra.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe quem está dentro do pavimento?

Não. Ele conta pessoas; quem elas são, não. Rosto não é reconhecido, comparação com base de dados não existe, identidade não fica guardada e nenhum trabalhador é seguido pela obra. E isso não substitui o controle de acesso nem o registro de ponto: o número não diz que uma pessoa em particular entrou, diz que dentro do pavimento tem onze pessoas. E é exatamente esse o número que faz falta na hora de evacuar.

Quem garante que esse número está certo?

A contagem de pessoas está homologada pelo Centro Español de Metrología, o instituto nacional de metrologia da Espanha, através da NeuralPax. Isso não é uma homologação brasileira e não vale como tal. O que essa homologação atesta é o método: uma linha desenhada sobre a imagem, a câmera contando quem cruza, e um número que sai igual todo dia — que é o que dá para conferir olhando a gravação. E como a linha fica desenhada em cima da imagem, qualquer pessoa vê onde ela passa e por que aquele número sai assim.

Essa contagem serve para uma evacuação?

Serve para saber quantas pessoas estão dentro de cada zona no momento em que o alarme toca, que é justamente o que hoje ninguém tem. Não substitui o plano de emergência nem a conferência no ponto de encontro: é o número contra o qual essa conferência é feita. Se lá embaixo se reuniram oito pessoas e o pavimento tinha onze, tem gente ainda lá em cima, e isso se descobre na hora em vez de vinte minutos depois perguntando pelo rádio.

A interface real, passo a passo

Uma câmera olha. O IRIS entende o que está vendo.

Um trecho da tela de verdade, sem locução e sem mão nenhuma. Cada volta traz outra situação. O que está atrás é bem maior do que o que aparece.

  1. Olha o sistema inteiro
  2. Marca o que falha
  3. Bota tudo numa tela
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Uma parede de monitores impressiona.Ninguém consegue ler quarenta quadrados ao mesmo tempo.

Quanto mais quadrado tem, menos se olha cada um. O IRIS olha as quatro mil câmeras ao mesmo tempo e aponta uma só: a que precisa de alguém agora.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.