CAM-54
Carga suspensa por cima da equipe
Um poço circular aberto no meio de uma rua. À direita, um guindaste de esteiras mantém uma fôrma metálica suspensa sobre o vazio, presa por quatro cintas. No fundo do poço, vários metros abaixo, trabalha uma equipe de capacete e colete em volta da cabeça de uma tuneladora. A carga está bem na vertical deles.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- carga suspensa
- equipe por baixo
- gancho do guindaste
- guindaste de esteiras
- tuneladora
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
tem uma carga no gancho e uma pessoa entra na vertical dessa carga
Então
- avisar o operador do guindaste e o encarregado com a câmera, a hora e o vídeo do momento
- marcar em cima da imagem a carga e a área do fundo que fica embaixo dela
- guardar o aviso para rever na reunião de segurança
A instrução que configurou isso«Se tiver carga suspensa e alguém se meter por baixo, me avisa naquele momento, que do fundo do poço não dá para enxergar o que está em cima.»
O que muda
O que muda para quem responde pela obra
Hoje isso se apoia no sinaleiro: uma pessoa olha, avisa pelo rádio e confia que lá embaixo escutem. A manobra dura horas, tem ruído e a vertical da carga fica um instante sem ninguém olhando. Esse instante não chega a lugar nenhum, então também não se corrige. O IRIS olha para essa vertical o tempo inteiro e avisa assim que alguém a atravessa, com a câmera e o vídeo. O aviso chega em quem comanda a manobra, que é quem pode parar. O IRIS não encosta no guindaste e não substitui o sinaleiro: dá para ele um segundo par de olhos que não cansa.
O que costumam perguntar
O IRIS para o guindaste se enxergar alguém embaixo da carga?
Parar o guindaste ou atuar em máquina nenhuma o IRIS não faz. Ele avisa enquanto a situação está acontecendo, com a câmera e o vídeo, para o operador, o sinaleiro ou o encarregado poderem parar a manobra. A decisão e a ação são sempre de uma pessoa. E ele também não substitui o sinaleiro nem o plano de segurança da obra: entra junto com eles.
O IRIS sabe quem é a pessoa que está embaixo da carga?
Não sabe. O que ele enxerga é que tem uma pessoa na vertical da carga; quem é essa pessoa, não. Rosto não é reconhecido, comparação com base de dados não existe, identidade não fica guardada. O aviso serve para parar uma manobra enquanto ainda dá para parar, não para punir um trabalhador.
E se a equipe estiver lá embaixo, só que a carga ainda não se mexeu?
Com a carga ainda parada, quem define a regra é a obra e não a gente. Dá para pedir o aviso só quando o volume está no gancho, ou a partir do momento em que o guindaste começa a içar, ou sempre que tiver gente na vertical, com a carga parada ou não. Quanto mais ajustada a regra estiver ao jeito de trabalhar daquela obra, mais atenção o aviso recebe. Se ele dispara quando não deve, em uma semana ninguém olha mais.
Veja com os seus olhos
Entra tudo pela câmera. Só o que importa chega aqui.
Aqui está resumido o que o IRIS faz com um aviso, desde que ele aparece até fechar. Na tela de verdade tem muito mais; isto é o fio principal.
- O aviso dispara
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Próximo passo
A indústria
Por que a linha parou?
237 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
Os estacionamentos
Quantas vagas estão livres neste momento?
15 casos: 9 avisam quando acontece alguma coisa e 6 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
A regra se decide uma veze vale sempre do mesmo jeito.
Às 3h da manhã vale o mesmo que ao meio-dia, na câmera um e na câmera quatro mil. Não depende de quem está de turno nem de quão cansado está.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.