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IRIS NEURALFale com a gente

As casas de eventosAnálise de mobilidade

CAM-524

Todos os lugares ocupados e dezessete pessoas de pé

Noite fechada, salão do jantar. Os nove lugares da mesa estão ocupados e ninguém levanta. Dos dois lados se formaram duas rodas de gente em pé: uns conversam por cima do ombro, outros esperam vagar um lugar. Em cima, encostadas no corrimão, mais pessoas olhando. E na frente, o piso está vazio de ponta a ponta. O IRIS mede quanta gente tem em volta da mesa, faz quanto tempo ela está ali e quanto se demora para conseguir lugar. A procura não está espalhada pelo salão: está empilhada num ponto só.

Noite fechada, salão do jantar. Os nove lugares da mesa estão ocupados e ninguém levanta. Dos dois lados se formaram duas rodas de gente em pé: uns conversam por cima do ombro, outros esperam vagar um lugar. Em cima, encostadas no corrimão, mais pessoas olhando. E na frente, o piso está vazio de ponta a ponta. O IRIS mede quanta gente tem em volta da mesa, faz quanto tempo ela está ali e quanto se demora para conseguir lugar. A procura não está espalhada pelo salão: está empilhada num ponto só.
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O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • roda de gente em pé, à direita
  • roda de gente em pé, à esquerda
  • mesa com todos os lugares ocupados
  • rechaud na ponta da mesa
  • atendente no posto dele
  • pessoas sentadas à mesa
  • pessoas olhando do corrimão
  • piso livre na frente da mesa

O que esta câmera devolve

Aqui ninguém recebe aviso. Aqui saem números.

  • 9 / 9Lugares ocupados, dos que existem
  • 17+6Pessoas em pé em volta
  • 22 minEstá esperando faz mais tempo
  • 4Lugares que vagaram nesta hora
  • 11 minDemora para conseguir lugar
  • 23:40Hora da leitura

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

Como se conta

Contar ninguém pede falando. Se desenha uma linha.

Tem duas áreas desenhadas no piso, uma de cada lado da mesa, bem em cima do lugar onde a gente em pé se planta. E tem uma linha colada no encosto das cadeiras: quem cruza ela para dentro sentou, e ali a espera dessa pessoa fecha. Daí saem três números: quanta gente tem em volta, faz quanto tempo cada um está ali e quanto se demora para conseguir lugar. A linha não dá para pedir com uma frase, ela tem que ser traçada, e por isso o dado é repetível: se desenha uma vez e se mede igual todas as noites. O IRIS não sabe por que cada pessoa está ali — uma espera lugar, outra veio conversar com um amigo —, então o número se lê como procura em volta da mesa, e não como uma lista de gente querendo sentar.

  • encosto das cadeiras · Linha de contagem
  • área de espera da esquerda · Área de permanência
  • área de espera da direita · Área de permanência

E além disso, uma regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma mesa está faz quinze minutos com todos os lugares ocupados e tem mais de quinze pessoas em pé em volta

Então

  1. avisa quem coordena o salão com a mesa, quanta gente espera e faz quanto tempo espera quem espera mais
  2. guarda o vídeo do minuto em que o último lugar livre foi ocupado
  3. deixa a espera daquela faixa no relatório da noite
A instrução que configurou isso«Me avisa quando uma mesa estiver quinze minutos cheia e tiver mais de quinze pessoas em pé em volta.»

O que muda

O que muda para o chefe de salão e para o compliance

Para quem coordena o salão isso conta uma coisa que hoje só se sabe passando por lá: aquela mesa não dá conta e o salão tem lugar de sobra a dez metros. Com a espera medida por faixa, se decide quando abrir outra mesa, onde colocar ela e a que horas ela já não faz falta. E aparece um número que hoje ninguém tem: quanta gente cansa e vai embora. Ninguém vai embora porque esperou cinco minutos; vai embora depois de esperar vinte, três vezes seguidas.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe quem está esperando lugar?

Não. O IRIS não reconhece rosto, não identifica convidado nenhum e não segue ninguém pelo salão. Conta corpos dentro de duas áreas desenhadas no piso e mede faz quanto tempo cada um está lá dentro. Sabe que tem dezessete pessoas em pé e que quem está ali faz mais tempo chegou faz vinte e dois minutos; quem elas são, ele não sabe, e para o número isso não faz falta. O IRIS não leva biometria.

Como ele separa quem espera lugar de quem só está olhando?

Não separa, e nem precisa. O IRIS conta corpos dentro da área desenhada e faz quanto tempo cada um está ali. Alguém que fica vinte minutos em pé do lado de uma mesa cheia conta como procura em volta daquela mesa, esteja esperando lugar ou só conversando. Quem coordena o salão não precisa saber a intenção de ninguém: precisa saber que tem dezessete pessoas empilhadas num ponto e lugar de sobra a dez metros. O IRIS mede o que se vê; interpretar é coisa de gente.

Esse número também é homologado?

A homologação do Centro Español de Metrología, que quem faz é o NeuralPax, cobre a contagem de pessoas e nada mais. Aqui essa contagem é o que sustenta o número, mas o que se publica é um tempo de espera, e um tempo não é a medida homologada. A gente fala isso porque a diferença importa: preferimos explicar até onde a garantia chega a esticar ela um centímetro.

Demonstração · IRIS funcionando

Aqui não tem alarme demais. Tem o que precisa ser visto.

Não é vídeo gravado nem desenho explicativo: é um resumo da tela de verdade, com um caso diferente toda vez que começa. Atrás tem muito mais.

  1. Você desenha a linha
  2. Ela conta sozinha
  3. Sai um número
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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E o melhor

Uma parede de monitores impressiona.Ninguém consegue ler quarenta quadrados ao mesmo tempo.

Quanto mais quadrado tem, menos se olha cada um. O IRIS olha as quatro mil câmeras ao mesmo tempo e aponta uma só: a que precisa de alguém agora.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.