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CAM-31

Cratera aberta na pista

Abriu uma cratera de uns seis metros em plena pista. Dois carros ficaram parados de cada lado, tem uma barreira colocada numa ponta, um operário ao lado do buraco e vários pedestres chegando perto da borda.

Abriu uma cratera de uns seis metros em plena pista. Dois carros ficaram parados de cada lado, tem uma barreira colocada numa ponta, um operário ao lado do buraco e vários pedestres chegando perto da borda.
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Imagem gerada com IA

CAM-31 · Ø 6 m

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • cratera
  • veículo parado
  • veículo
  • barreira
  • operário
  • pedestres

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

aparece um afundamento na pista

E além dissotem veículo ou gente a menos de 5 metros

Então

  1. avisar quem está de plantão no município para cortar a via
  2. avisar a equipe de obras
  3. abrir o registro de ocorrência
A instrução que configurou isso«Me avisa assim que o pavimento ceder e me diz se tem veículo ou gente perto da borda.»

O que muda

O que muda para quem cuida da cidade

Uma cratera não avisa: o pavimento cede e, a partir daquele momento, cada carro que chega é um risco. Se ela abrir às quatro da manhã, a rua fica assim até alguém conseguir ligar e explicar onde é. O IRIS não consegue enxergar o que está acontecendo embaixo do asfalto nem prever quando vai ceder, e é melhor dizer isso. O que ele faz é avisar assim que o pavimento mudou: o técnico de plantão e quem está de sobreaviso no município recebem a imagem e a posição ao mesmo tempo, e a rua é cortada naquela mesma noite. O tempo que se ganha é exatamente o tempo em que a rua teria ficado aberta sem ninguém saber.

O que costumam perguntar

Precisa trocar as câmeras para detectar uma cratera?

Não, na maior parte dos casos não precisa trocar as câmeras para detectar uma cratera: o IRIS se apoia nas de via pública que já existem, e o que ele acrescenta não é mais resolução, é entender que o pavimento mudou e que tem veículo e gente por perto. No projeto se revisa câmera por câmera se o enquadramento e a qualidade servem para aquele ponto, e se diz com clareza quais não servem. Trocar uma câmera é a exceção, não o ponto de partida.

O IRIS enxerga o afundamento antes de engolir um carro ou só depois?

O IRIS enxerga o afundamento quando o pavimento já mudou, e não antes. Ele olha a imagem: não consegue saber o que está acontecendo embaixo do asfalto nem prever quando vai ceder. O que muda é o tempo de reação: um afundamento que abre de madrugada numa rua vazia é detectado naquele momento, e não quando passa o primeiro carro. Para o que acontece embaixo da terra são precisos outros sensores.

O IRIS pode cortar a rua automaticamente?

O IRIS não corta a rua sozinho, mas pode disparar a ordem para os sistemas que já estiverem ligados: painéis de mensagem variável, semáforos, o balizador ou a cancela daquela rua. E se você preferir que esse corte seja confirmado por uma pessoa antes de ser executado, isso se configura assim desde o primeiro dia.

A interface real, passo a passo

A gente não conta. A gente mostra.

É um resumo da tela de verdade: ele anda sozinho, passo a passo, e mostra só o caminho de um caso. A ferramenta de verdade tem muito mais função do que cabe aqui.

  1. Entra na caixa
  2. Abre o aviso
  3. Confirma ou descarta
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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E o melhor

A porta ficou aberta às 2h.Saber às 9h já não adianta.

O vídeo conta às 9h. O IRIS fala às 2h, com a câmera, a hora e as imagens daquele momento. A diferença entre uma coisa e outra é alguém conseguir ir lá.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.