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A unidade fechadaExperiência do cliente

CAM-107

Uma pessoa sozinha no meio do pátio

O pátio na hora em que ele abre: a maioria está no meio da quadra, um grupo de quatro em pé conversando, duas pessoas sentadas nas mesas de concreto da esquerda e várias andando junto ao muro do fundo. No canto da direita, sentada sozinha no banco encostado na parede, tem uma pessoa afastada das outras. O IRIS vê que tem alguém sozinho naquela parte do pátio e há quanto tempo está ali. Não sabe quem é e não interpreta como essa pessoa está.

O pátio na hora em que ele abre: a maioria está no meio da quadra, um grupo de quatro em pé conversando, duas pessoas sentadas nas mesas de concreto da esquerda e várias andando junto ao muro do fundo. No canto da direita, sentada sozinha no banco encostado na parede, tem uma pessoa afastada das outras. O IRIS vê que tem alguém sozinho naquela parte do pátio e há quanto tempo está ali. Não sabe quem é e não interpreta como essa pessoa está.
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Imagem gerada com IA

CAM-107 · EXERCISE YARD · ALONE IN ZONE

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • person alone
  • yard bench
  • group in yard
  • yard tables

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

tem uma única pessoa dentro da área marcada pela unidade e ela continua ali passado o tempo que a unidade definiu

Então

  1. avisar quem está de plantão no pátio, com a câmera e o ponto exato
  2. que alguém chegue perto e converse com essa pessoa, sem barulho e sem aparato
  3. registrar a hora do aviso e que alguém chegou perto
A instrução que configurou isso«Me avisa se alguém ficar sozinho no canto do pátio mais tempo do que a gente definiu, para alguém da equipe chegar perto.»

O que muda

O que muda para quem responde pela unidade

O pátio é grande e quem toma conta dele não consegue estar em todo canto ao mesmo tempo. Quando alguém fica afastado dos outros e não sai dali o tempo todo, o que faz falta não é alarme: é que alguém chegue perto e converse com essa pessoa. Hoje isso acontece se um funcionário olhar para aquele banco na hora certa. O IRIS não avalia ninguém, não diz como a pessoa está nem o que ela vai fazer: avisa que tem uma pessoa sozinha na área que a unidade marcou e que ela está ali há mais tempo do que a unidade definiu. O critério, a decisão e o cuidado continuam sendo de uma pessoa. O que muda é que essa pessoa pode chegar perto mais cedo.

O que costumam perguntar

O IRIS interpreta como essa pessoa está ou o que ela vai fazer?

Não. Estado de ninguém o IRIS não avalia, ânimo ele não interpreta, intenção ele não detecta e nota ele não dá para pessoa nenhuma. Não diagnostica e não prevê. A única coisa que ele detecta é uma situação de lugar e de relógio: tem uma pessoa sozinha dentro de uma área marcada pela unidade e ela está ali há mais tempo do que a unidade definiu. E isso não substitui protocolo nenhum da unidade nem profissional nenhum: nem a equipe de saúde, nem a de tratamento, nem a atenção de quem faz a ronda, que é o que de fato cuida de uma pessoa. A única coisa que ele faz é que alguém chegue perto mais cedo.

O IRIS sabe quem é essa pessoa?

Não sabe. Rosto ele não reconhece, banco de dados ele não consulta, quem é ninguém ele não guarda, pessoa nenhuma ele acompanha pela unidade e ficha de ninguém ele não tem. Ele detecta que tem uma pessoa, não qual pessoa. E por isso esta câmera não serve para responsabilizar ninguém: ficar sozinho no pátio não é falta nenhuma, e o aviso não é relatório de nada. É um pedido para que alguém chegue perto.

Quem decide que área se marca e quanto tempo é demais?

A unidade, sempre. Que parte do pátio se marca, em que horário e quantos minutos precisam passar antes de o aviso sair, quem escreve é a instituição com o critério dela, e muda quando ela quiser. A gente não traz regra de fábrica nem lista de lugares marcados, e a regra é uma frase que qualquer pessoa lê e discute. Vale afinar bem: se o aviso dispara toda vez que alguém senta no sol, ele para de significar alguma coisa.

Simulação · como o IRIS funciona

Uma câmera olha. O IRIS entende o que está vendo.

Um trecho da tela de verdade, sem locução e sem mão nenhuma. Cada volta traz outra situação. O que está atrás é bem maior do que o que aparece.

  1. As câmeras, em cima do mapa
  2. Você desenha uma área
  3. Sai o que passou
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Quem está de plantão já tem trabalho.Olhar quarenta telas não cabe no turno dele.

Em turno nenhum sobra tempo. O IRIS olha as quarenta ao mesmo tempo e leva para essa pessoa só o que ela precisa ver, com câmera e hora. O que vem depois quem decide é ela.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.