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CAM-161

O mato tomou conta do parque

A mesma subestação, sem ninguém lá dentro, com mato alto por todo o lado: entre o transformador e os seccionadores, contra a vedação e por cima da gravilha. Já quase não se distingue o caminho por onde se anda. Isto não aconteceu hoje: há semanas que cresce, um pouco por dia, e ninguém viu porque ninguém veio.

A mesma subestação, sem ninguém lá dentro, com mato alto por todo o lado: entre o transformador e os seccionadores, contra a vedação e por cima da gravilha. Já quase não se distingue o caminho por onde se anda. Isto não aconteceu hoje: há semanas que cresce, um pouco por dia, e ninguém viu porque ninguém veio.
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Imagem gerada com IA

CAM-161 · SWITCHYARD · VEGETATION OVERGROWN

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • parque tomado pelo mato
  • transformador de potência
  • seccionadores
  • casa de comando
  • vedação perimetral

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 5 semanasA crescer há
  • 3+2Pontos onde a vegetação toca no equipamento
  • 1 / 3Caminhos praticáveis
  • 2Acessos a pé tapados
  • 0Pessoas no recinto
  • 10:05Hora da leitura

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

a vegetação cobre a gravilha do parque ou chega a tocar no equipamento, e continua a crescer semana após semana

Então

  1. avisar o responsável de manutenção com a imagem de hoje e a de há um mês
  2. assinalar em que pontos a vegetação já toca no equipamento
  3. registar o ritmo, para programar a limpeza antes de ser urgente
A instrução que o configurou«Diz-me quando a vegetação começar a comer o parque, sem esperar pela inspeção: compara-a com o que lá estava há um mês.»

O que muda

O que muda para quem responde pela instalação

Esta é a única das oito que não avisa de um acontecimento: avisa de um estado. O mato não acontece, cresce. Ninguém acorda um dia e vê uma subestação invadida; está assim porque durante semanas não foi lá ninguém. E quando se descobre, descobre-se na inspeção, com a vegetação a tocar no equipamento e com uma limpeza urgente que custa bastante mais do que uma programada. Uma câmara que olha para o mesmo parque todos os dias vê a diferença entre hoje e há um mês, que é precisamente o que um olho humano que passa duas vezes por ano não consegue ver. Aqui o IRIS não interrompe ninguém: mete na agenda de manutenção uma coisa que hoje entra de surpresa.

O que costumam perguntar

Como é que o IRIS sabe que o mato cresceu?

Comparando a mesma imagem consigo própria. A câmara olha sempre para o mesmo parque a partir do mesmo sítio, por isso a superfície que hoje é verde e há um mês era gravilha vê-se sozinha. Não é preciso medir alturas nem estimar nada: basta olhar para a mesma cena ao longo do tempo, que é exatamente o que uma pessoa que passa duas vezes por ano não consegue fazer.

Isto não se resolve com um contrato de limpeza e pronto?

O contrato diz de quanto em quanto tempo se limpa; não diz o que aconteceu pelo meio. Num ano chove em abril e em junho não se vê o equipamento; noutro ano a gravilha aguenta até setembro. O que a câmara faz é trocar um calendário fixo pelo que está mesmo a acontecer naquele parque, e avisar quando a vegetação chega ao equipamento mesmo que a limpeza estivesse prevista para daí a dois meses.

E se aparecer alguém a limpar no enquadramento?

O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Se estiver alguém a trabalhar, o que vê é que há uma pessoa no recinto, e mais nada. E no dia seguinte o que olha é o chão, não a pessoa.

A interface real, passo a passo

Em cada volta, um caso novo. Sempre o mesmo ecrã.

Reproduz-se sozinho e mostra um caso do princípio ao fim. É um resumo: o ecrã real tem muitas mais funções do que cabem neste quadrado.

  1. O aviso dispara
  2. Abre o aviso
  3. Confirma ou descarta
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30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Com dois ecrãs vê-se.Com vinte olha-se sem ver.

Não é culpa de ninguém: acontece a qualquer um. O IRIS olha para os vinte ao mesmo tempo e só interrompe quando há algo que merece a atenção de uma pessoa.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.