CAM-159
Fumo num transformador
Um transformador de potência com chama numa das travessias e uma coluna de fumo negro que sai por cima do enquadramento. À volta, a aparelhagem, a casa de comando e, atrás do muro, a rua com carros. Dentro do recinto não está ninguém, como quase sempre. O IRIS olha para esta imagem e vê o que nela se vê: fumo e fogo numa máquina concreta.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- chama numa travessia
- coluna de fumo
- transformador de potência
- casa de comando
- rua contígua
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 40 sFumo visível há
- 1Focos de chama visíveis
- 0Pessoas dentro do recinto
- 2Veículos na rua contígua
- 3Edifícios habitados no enquadramento
- 16:20Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
aparece fumo ou chama no recinto e continua lá uns segundos depois
Então
- avisar o centro de controlo com a câmara, a máquina e o vídeo do momento
- avisar a equipa de piquete e quem tiver de chamar os serviços de emergência
- guardar a sequência desde antes do primeiro fumo
A instrução que o configurou«Avisa-me se sair fumo ou se vir fogo em qualquer ponto do parque, e diz-me em que máquina.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Um transformador a arder numa instalação sem pessoal descobre-se de três maneiras: porque a máquina se protege sozinha e sai de serviço, porque alguém o vê da estrada e telefona, ou porque alguém ia a passar. As três chegam depois. Aqui o aviso sai com a primeira coluna de fumo, com a câmara e com a máquina identificada, e quem está de piquete vê a imagem antes de decidir. O IRIS não evita nada, não manobra e não substitui nenhuma proteção: a única coisa que muda é a hora a que alguém fica a saber. Num sítio onde não há ninguém, essa hora é quase tudo.
O que costumam perguntar
Isto substitui as proteções da máquina?
Não, e convém dizê-lo com clareza. O IRIS olha para a imagem e avisa do que nela se vê. Não substitui a proteção elétrica do transformador nem nenhum detetor do próprio equipamento, e não dispara nenhuma manobra: não abre, não fecha e não descarrega nada. É mais um par de olhos, posto onde não há nenhum, que avisa antes de a coluna se ver da estrada. Quem decide o que se faz é uma pessoa.
O IRIS consegue ver o calor, e não só o fumo?
Depende da câmara, e essa é a boa notícia: o IRIS trabalha com as que já estão instaladas. Com uma câmara normal vê o que se vê — fumo, chama, uma mudança visível —, porque naquela imagem não há temperatura. Com uma câmara termográfica lê temperatura, sim, porque ali a temperatura é a imagem: um ponto quente numa travessia ou numa ligação vê-se antes de haver fumo, e essa é a diferença entre avisar quando já arde e avisar quando ainda se pode programar uma paragem. Muitas subestações já têm termográficas instaladas precisamente para isto, e não é preciso mudar nada: o IRIS olha para elas como para as outras.
O IRIS identifica as pessoas ou os carros que aparecem na imagem?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Nesta câmara nem sequer olha para pessoas: olha para a máquina. Os carros da rua aparecem no enquadramento e não são lidos nem registados.
A interface real, passo a passo
Isto não é um vídeo. É um pedaço do ecrã a sério.
Um resumo da interface real, reproduzido sem mãos. Vê-se o percurso de um caso do princípio ao fim; o que não se vê são os outros ecrãs, que são muitos.
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Passo seguinte
A segurança pública
O que pode ver uma câmara sem apontar a ninguém?
13 casos: 9 avisam quando acontece algo e 4 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os centros de dados
E se a falha não começar com um ataque?
13 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
E o melhor
Quem está de serviço já tem trabalho.Ver quarenta ecrãs não lhe cabe no turno.
Em nenhum turno sobra tempo. O IRIS olha para os quarenta ao mesmo tempo e leva-lhe só o que é preciso ver, com câmara e hora. O que se faz a seguir decide essa pessoa.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.