CAM-162
O portão, aberto para a rua
Um posto de transformação ao nível da rua, numa esquina de bairro. O portão verde ficou escancarado: o passeio e o interior são agora a mesma coisa. Passa um homem a pé pela frente e, uns metros adiante, outro a passear um cão. Lá dentro, o transformador, à vista, a uns passos do passeio.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- portão escancarado
- passagem livre a partir da rua
- pessoa a passar à frente
- transeunte com um cão
- transformador do posto
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 11 minAberto há
- 6Pessoas que passaram à frente
- 2Pessoas no enquadramento
- 0Pessoas dentro do recinto
- 2Veículos na rua
- 18:35Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
o portão fica aberto mais minutos do que a instalação define
Então
- avisar o centro de controlo com a câmara, a hora e o vídeo
- avisar a equipa de piquete para que alguém vá fechá-lo
- registar quanto tempo esteve aberto e quanta gente passou à frente
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que o portão ficar aberto mais do que uns minutos, e com mais urgência se houver gente a passar à frente.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Um posto de transformação ao nível da rua com o portão aberto é das coisas que pior se dormem. Não é preciso imaginar nada mau: basta uma criança que entra à procura de uma bola. E fica aberto quase sempre pelo mesmo: uma visita que sai à pressa, um fecho que não engata, o vento. Hoje ninguém fica a saber até à visita seguinte, que pode ser daí a um mês. Com uma câmara a olhar para a soleira, o aviso sai ao fim de poucos minutos, com a imagem, e alguém vai fechar. É a ocorrência mais fácil de resolver das oito e a que mais demora a descobrir-se.
O que costumam perguntar
Não basta um contacto na porta?
Um contacto diz que a folha não está no sítio; não diz se está encostada, se está alguém à frente ou se quem a abriu foi a equipa de manutenção. A câmara dá o aviso com a imagem, e quem o recebe decide em dois segundos com o que vê. Além disso cobre o que um contacto não cobre: um portão que não chegou a fechar bem, ou uma folha que se abre sozinha com o vento.
O IRIS identifica as pessoas que passam à frente?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Conta que passaram pessoas à frente da abertura, porque esse número diz se o aviso é mais ou menos urgente, e mais nada. Quem eram não se sabe e não se quer saber.
E se o portão estiver aberto porque há trabalho lá dentro?
A instalação pode desativar a regra enquanto houver trabalho programado, ou aumentar os minutos que têm de passar antes de avisar. Isso decide o titular. O que não muda é o fim: quando a equipa se vai, se a folha ficar aberta, o aviso sai.
A interface real, passo a passo
Tudo entra pela câmara. Só o importante chega aqui.
Aqui resume-se o que o IRIS faz com um aviso, desde que aparece até se fechar. No ecrã real há muito mais; isto é o fio principal.
- Você pergunta
- O IRIS procura
- Mostra-lhe
Passo seguinte
Os centros comerciais
O que vê um centro comercial além do número de visitas?
12 casos: 4 avisam quando acontece algo e 8 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os aeroportos
O que vê um aeroporto antes de a fila se formar?
14 casos: 7 avisam quando acontece algo e 7 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Ninguém foi contratado para olhar para um ecrã.Foi contratado para saber o que fazer.
Olhar é o que uma máquina faz melhor; decidir é o que só uma pessoa faz. O IRIS olha para as quatro mil ao mesmo tempo e só passa a alguém o que pede uma decisão.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.