CAM-187
Alguém dentro da vedação
O interior de uma subestação urbana, com a vedação inteira e o portão fechado. Um homem de t-shirt caminha pela gravilha, entre o transformador e a casa de controlo. Nesta imagem não saltou nada: já está lá dentro. E é este o caso todo. Aqui nunca deveria estar ninguém, por isso para saber que algo está mal basta contar até um.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa dentro do recinto
- transformador de potência
- casa de controlo
- vedação perimetral
- aparelhagem do parque
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 3 minDentro do recinto há
- 1Pessoas dentro do recinto
- 0Pessoas autorizadas agora
- 0Acessos abertos
- 0Veículos dentro do recinto
- 14:07Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
há uma pessoa dentro da vedação e não há janela de manutenção aberta
Então
- avisar o centro de controlo com a câmara, a hora e o vídeo do momento
- verificar na sala se havia trabalho previsto nesta instalação
- guardar a sequência desde que a pessoa entra no enquadramento
A instrução que o configurou«Avisa-me se houver alguém dentro da vedação, seja a que hora for. Não é precisa mais regra do que essa.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Esta é a câmara que melhor explica o produto de todo o site, e é pelo que não tem. Numa plataforma é preciso decidir quantas pessoas são demasiadas, e essa decisão leva semanas a afinar. Aqui não há nada a decidir: uma pessoa dentro da vedação já é a ocorrência. A regra escreve-se numa frase, funciona no primeiro dia e depois não é preciso mexer-lhe. Uma subestação é o sítio onde uma câmara que percebe o que vê rende mais depressa, não por ver melhor, mas porque a pergunta é muito mais simples.
O que costumam perguntar
E se for um técnico que tem de estar ali?
O IRIS não sabe se aquela pessoa tem direito a estar ali, e não vai fingir que sabe. O que faz é avisar que está alguém lá dentro; quem sabe se havia trabalho previsto é a sala. Se a instalação define uma janela de manutenção, dentro dessa janela não se avisa. Fora dela avisa-se sempre, e quem recebe o aviso fecha-o em dois segundos a olhar para a imagem.
O IRIS reconhece a pessoa que está lá dentro?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Deteta uma situação — há uma pessoa num recinto que tem de estar vazio —, não uma pessoa.
É preciso desenhar zonas dentro do recinto?
Não é preciso. Noutras instalações recorta-se uma zona sensível dentro de um sítio com gente; aqui a zona é o recinto inteiro, porque o recinto inteiro está vazio. Desenha-se uma vez o interior da vedação e pronto: não há faixas horárias para afinar nem limiar de quantas pessoas são demasiadas, porque o limiar é um.
Todas as simulações
Algo se derramou
Avisa-me se houver líquido ou espuma fora do sítio e, dois minutos depois, ainda lá estiver.
- A frase
- Onde vale
- O que encontra
- A mesma regra
Passo seguinte
Os aeroportos
O que vê um aeroporto antes de a fila se formar?
14 casos: 7 avisam quando acontece algo e 7 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
A segurança pública
O que pode ver uma câmara sem apontar a ninguém?
13 casos: 9 avisam quando acontece algo e 4 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Contar não é vigiar.É saber quantos passaram, e a que horas.
Serve para comparar: duas terças, duas portas, duas épocas. Como se mede igual todos os dias, a comparação sustenta-se sozinha e não há nada a discutir.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.