CAM-158
Alguém a trepar a vedação da subestação
Uma subestação à beira da estrada, vista de um poste de iluminação do passeio. Uma pessoa de casaco escuro subiu ao muro baixo e está agarrada à rede, prestes a passar para o outro lado. Lá dentro não há ninguém: o transformador, a casa de comando e o portão fechado. Aqui não é preciso decidir quantas pessoas são demasiadas. Uma só pessoa dentro da vedação já é a ocorrência.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa na vedação
- vedação de rede
- transformador de potência
- portão de acesso
- casa de comando
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 22 sNa vedação há
- 1Pessoas na vedação
- 0Pessoas dentro do recinto
- 0Pessoas autorizadas agora
- 0Veículos na rua
- 19:40Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
alguém sobe à vedação ou passa para o interior do recinto, a qualquer hora
Então
- avisar o centro de controlo com a câmara, a hora e o vídeo do momento
- acender a iluminação do recinto e chamar a equipa de piquete
- guardar a sequência para o relatório e para quem for verificar
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que alguém tocar na vedação ou passar para o outro lado, a qualquer hora. Aqui dentro não deve estar ninguém.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Uma subestação não tem ninguém à frente. Entre visitas podem passar semanas, e o que aconteceu lá dentro descobre-se quando alguém vai ver: a porta forçada, o cabo cortado, a máquina fora de serviço. Aqui o aviso sai enquanto a pessoa ainda está na vedação. O IRIS não fecha nada e não manda ninguém, mas quem está de piquete decide com a imagem à frente se a equipa sai esta noite ou se fica para amanhã. E a regra é a mais fácil de escrever de todo o site, porque aqui nunca deveria estar ninguém.
O que costumam perguntar
E se for um técnico que vai fazer uma inspeção?
O IRIS avisa na mesma, e é assim que tem de ser: não sabe quem é e não precisa de saber. O aviso chega com a imagem, e quem o recebe vê num segundo que há uma visita prevista e fecha-o. A instalação também pode desativar a regra nas janelas de trabalho programado. O critério é do titular; o IRIS aplica o que lhe disseram.
O IRIS reconhece quem é a pessoa da vedação?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Vê que há uma pessoa onde não deveria haver, e num sítio que está vazio por definição é só isso que é preciso saber.
Funciona de noite?
Depende da câmara instalada, não do IRIS. Com uma câmara que dê imagem utilizável de noite — com iluminação própria ou com sensor térmico —, a regra é a mesma e o aviso também. Se a câmara não vê, o IRIS também não: não inventamos o que não está na imagem.
Um caso diferente em cada volta
Tudo entra pela câmara. Só o importante chega aqui.
Aqui resume-se o que o IRIS faz com um aviso, desde que aparece até se fechar. No ecrã real há muito mais; isto é o fio principal.
- Monta-se a regra
- Aplica-se às câmaras
- Publicada, vigia sozinha
- E então dispara
Passo seguinte
O hospital
Quanto tempo passa até alguém passar naquele corredor às quatro da manhã?
13 casos: 12 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
A escola
Quem vê a criança que caiu na outra ponta do recreio?
13 casos: 12 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Às quatro da manhã,a câmara continua a olhar como ao meio-dia.
Não lhe pesam as pálpebras, não se distrai e não muda de turno. O que acontece de madrugada percebe-se de madrugada, não na manhã seguinte.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.