CAM-186
Pessoa fora do carro no túnel
Um ligeiro parou encostado à parede do túnel, com a porta do condutor aberta e um triângulo colocado atrás. O condutor está de pé na faixa de rodagem, já afastado do carro. Pela via ao lado continua a passar trânsito e na parede vê-se a porta de emergência com o armário do extintor.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- carro parado
- pessoa na faixa de rodagem
- triângulo de emergência
- veículo a passar
- saída de emergência
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 3 minParado há
- 1Pessoas fora do veículo
- 1Triângulos colocados
- 5Veículos que passaram ao lado
- 1Saídas de emergência à vista
- 21:14Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
há uma pessoa de pé na faixa de rodagem do túnel, fora do seu veículo
Então
- avisar o chefe de sala com a câmara, o ponto e para onde a pessoa se está a mover
- dizer qual é a saída de emergência mais próxima desse ponto
- registar a hora e deixar o vídeo do momento em que saiu
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém sair do carro e andar pela faixa de rodagem dentro do túnel.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Um carro parado dentro de um túnel já é um problema. Um carro parado com uma pessoa a andar pela faixa de rodagem é das situações de maior risco que existem: não há berma a sério, quem vem atrás não a vê até a ter à frente e ela não tem para onde se afastar. Lá dentro não há rede, por isso muitas vezes nem sequer consegue pedir ajuda. O IRIS separa as duas coisas: avisa que há um veículo parado e avisa, à parte, que há uma pessoa fora dele e por onde vai. Com isso o chefe de sala pode baixar a velocidade do troço ou cortar a via enquanto essa pessoa ainda lá está, e não depois.
O que costumam perguntar
Distingue uma pessoa parada de um veículo parado?
Sim, e é aí que está metade do valor desta câmara. Um veículo parado no túnel é uma ocorrência; uma pessoa a pé na faixa de rodagem é outra, e mais grave. O IRIS trata-as em separado e avisa das duas, porque não se responde igual a uma e a outra.
E se a pessoa ficar dentro do carro?
Então o aviso é o de veículo parado, que também dispara. O que muda é a urgência e o que se diz ao chefe de sala. O sistema não pede a ninguém que saia nem que fique: só conta o que está a acontecer para que a decisão seja de quem a tem de tomar.
O IRIS sabe quem é a pessoa ou de quem é o carro?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos e não lê matrículas. Vê que há uma pessoa de pé na faixa de rodagem e um veículo parado junto à parede, e avisa disso. Nem o nome nem o titular do carro entram em lado nenhum, porque o sistema não os tem.
Veja com os seus olhos
Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com isso.
Não é um vídeo gravado nem um desenho: é um resumo da ferramenta real, com um caso diferente em cada volta. A ferramenta inteira não cabe num quadrado.
- As câmaras, sobre o mapa
- Desenha-se uma zona
- Sai o que passou
Passo seguinte
A estrada
Quem vigia uma autoestrada inteira?
10 casos: 8 avisam quando acontece algo e 2 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os transportes públicos
Quem vigia uma estação inteira na hora de ponta?
17 casos: 11 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Dez câmaras ou quatro mil:nenhuma fica por ver.
No dia em que o IRIS entra, entram todas: as dez de uma escola ou as quatro mil de uma rede inteira. E só levanta a mão quando acontece aquilo que pediu que se olhasse.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.