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CAM-144

Alguém salta a vedação do coroamento

O coroamento de uma barragem ao fim da tarde. Uma pessoa está a passar por cima do portão de rede que fecha a passagem: as duas mãos no tubo de cima e uma perna já do outro lado. Ao lado, a casa de manobra com a sua porta metálica verde, o sinal vermelho de proibida a passagem preso à folha e a barreira do caminho. Não há mais ninguém no enquadramento. O IRIS vê que alguém atravessou uma vedação; não sabe quem é nem tenta descobri-lo.

O coroamento de uma barragem ao fim da tarde. Uma pessoa está a passar por cima do portão de rede que fecha a passagem: as duas mãos no tubo de cima e uma perna já do outro lado. Ao lado, a casa de manobra com a sua porta metálica verde, o sinal vermelho de proibida a passagem preso à folha e a barreira do caminho. Não há mais ninguém no enquadramento. O IRIS vê que alguém atravessou uma vedação; não sabe quem é nem tenta descobri-lo.
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Imagem gerada com IA

CAM-144 · DAM CREST · FENCE CROSSED

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • pessoa a atravessar a vedação
  • portão do coroamento
  • sinal de passagem proibida
  • casa de manobra
  • barreira do caminho

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 9 sDesde que atravessou
  • 1Pessoas dentro da vedação
  • 0Pessoal da instalação à vista
  • 0Veículos no coroamento
  • 0Portões abertos
  • 18:24Hora

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma pessoa atravessa a vedação que fecha o acesso ao coroamento, em qualquer faixa horária

Então

  1. avisar a equipa de piquete com a câmara, o ponto da vedação e o vídeo dos segundos anteriores
  2. acender a iluminação do troço e deixar a cena a gravar sem cortes
  3. registar a hora exata, para que o relatório do dia seguinte não comece pelos danos
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que alguém passe por cima da vedação do coroamento, à hora que for, e diz-me por que câmara e por onde entrou.»

O que muda

O que muda para quem responde pela instalação

Uma barragem é a instalação onde há menos gente e mais em jogo. De noite ninguém olha para o coroamento: não há turno, não há guarita e não há ecrã ligado. Hoje uma entrada assim descobre-se na manhã seguinte, por uma porta forçada ou um armário arrombado, e a essa altura a única pergunta que se consegue responder é quanto custa arranjar. Com o IRIS o aviso sai enquanto a pessoa está em cima da vedação, com a câmara e o ponto por onde entrou, e quem está de piquete decide o que faz: telefonar, mandar alguém ou nada. O IRIS não fecha o portão, não avisa ninguém por sua conta e não sabe quem saltou: aponta o que se passa e onde.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe quem saltou?

Não. O IRIS não identifica ninguém. Não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara nada com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. O que deteta é uma situação: uma pessoa atravessou uma vedação que estava fechada, a tal hora e por tal ponto. Quem é essa pessoa é uma pergunta que responde quem tem competência para o fazer, com o vídeo à frente, e não a câmara.

E se quem salta for um operário que perdeu a chave?

O aviso dispara na mesma, e assim tem de ser. A câmara não distingue intenções nem lhe compete fazê-lo: vê que alguém atravessou uma vedação por onde não se atravessa. O que evita que o aviso se transforme em ruído é a regra, e escreve-a o titular da instalação: pode ficar em silêncio durante as faixas de trabalho, pode limitar-se aos troços sem acesso pedonal, pode exigir que além disso não haja nenhum veículo de serviço no enquadramento. Se o aviso dispara com tudo, numa semana ninguém olha para ele.

É preciso luz para ver isto de noite?

É preciso imagem. Com a iluminação que o coroamento já tem costuma chegar; onde não chega, a câmara adequada é uma com visão noturna ou térmica, e isso decide-se olhando para o ponto antes de instalar seja o que for, não depois. O que não muda é a regra: a frase que descreve a situação é a mesma de dia e de noite. E se a imagem não se vê, o IRIS di-lo em vez de inventar uma leitura.

A interface real, passo a passo

Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com isso.

Não é um vídeo gravado nem um desenho: é um resumo da ferramenta real, com um caso diferente em cada volta. A ferramenta inteira não cabe num quadrado.

  1. As câmaras, sobre o mapa
  2. Desenha-se uma zona
  3. Sai o que passou
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E o melhor

Pode perguntar que carrinha entrou ontem.Quem ia lá dentro não se pergunta aqui.

O IRIS procura coisas e situações, não pessoas: não identifica ninguém nem reconhece caras. Escreve o que procura e devolve os minutos que encaixam, com câmara e hora.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.