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CAM-148

Uma comporta que não está no seu aro

O paramento da barragem visto do coroamento. No vão central, uma folha de comporta de talhante ficou apoiada em diagonal dentro do aro, com o rebordo de baixo fora da guia, e a água sai pelo buraco. A comporta do vão ao lado e a do mesmo vão por cima estão encaixadas no seu sítio, e servem de comparação. Em cima, um operário apoiado no corrimão olha para ela do coroamento.

O paramento da barragem visto do coroamento. No vão central, uma folha de comporta de talhante ficou apoiada em diagonal dentro do aro, com o rebordo de baixo fora da guia, e a água sai pelo buraco. A comporta do vão ao lado e a do mesmo vão por cima estão encaixadas no seu sítio, e servem de comparação. Em cima, um operário apoiado no corrimão olha para ela do coroamento.
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Imagem gerada com IA

CAM-148 · SPILLWAY GATE · PANEL OUT OF FRAME

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • comporta fora do aro
  • comporta no seu sítio
  • comporta do vão contíguo
  • operário no coroamento
  • água pelo buraco

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 26 minFora do aro há
  • 1 / 5Comportas fora de posição
  • 2 / 5Vãos a descarregar
  • 1Pessoas no coroamento
  • 3Mudanças de posição hoje
  • 11:35Hora

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A série, não o dado solto

Um número não diz nada. Uma curva diz.

Os movimentos da semana e os que acabaram fora do aro

  • Mudanças de posição vistas
  • Ficou fora do aro
Os movimentos da semana e os que acabaram fora do aro
IntervaloMudanças de posição vistasFicou fora do aro
Seg20
Ter10
Qua30
Qui20
Sex41
Sáb20
Dom31

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma folha de comporta aparece na imagem fora do aro ou desalinhada em relação às do lado

Então

  1. avisar o responsável de exploração com a câmara, o vão e o vídeo do movimento
  2. guardar o fotograma de antes e o de depois, para que se veja a mudança de posição
  3. registar a mudança de posição na série do dia, com a sua hora
A instrução que o configurou«Avisa-me quando uma comporta não estiver onde devia estar no seu aro, e mostra-me os movimentos que fez esta semana.»

O que muda

O que muda para quem responde pela instalação

Esta é a outra que não é de segurança. Saber que uma comporta não está onde devia estar é o que decide se se manobra, se se manda alguém ou se se para a exploração do vão, e hoje isso sabe-se quando alguém sobe a olhar. Numa barragem, subir a olhar pode ser meia manhã. Com o IRIS a posição da folha verifica-se sozinha, o tempo todo, e o aviso sai com o fotograma de antes e o de depois. E o limite, com todas as letras: o IRIS vê a posição da comporta na imagem, não lê nenhum telecomando, não sabe que ordem foi dada e não substitui a instrumentação da barragem. É uma verificação visual, e é precisamente por isso que é independente: se o telecomando diz uma coisa e a imagem diz outra, isso é exatamente o que é preciso saber.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe se a comporta falhou ou se foi manobrada de propósito?

Não, e não pretende. O IRIS vê a posição da comporta na imagem: onde está a folha em relação ao aro e às do lado. Não lê nenhum telecomando, não sabe que ordem foi dada da sala e não substitui a instrumentação da barragem. O que faz é que alguém saiba agora que a folha não está onde estava, e quem conhece a instalação decide se isso é normal ou não.

E se a câmara se molhar, o sol a ofuscar ou houver nevoeiro?

Então a leitura vale menos, e há que dizê-lo. Tudo o que o IRIS entende aqui sai da imagem: se a imagem não se vê, não há leitura, e o sistema di-lo em vez de a inventar. Por isso isto é mais uma verificação e não a única. O que se pode fazer é escolher bem o ponto da câmara e o enquadramento antes de instalar seja o que for, que é onde se ganha quase tudo.

Identifica o operário que aparece na imagem?

Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara nada com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Conta que há uma pessoa no coroamento, que é um dado útil — se há alguém perto do vão, a manobra decide-se de outra maneira — e mais nada.

Um caso diferente em cada volta

Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com isso.

Não é um vídeo gravado nem um desenho: é um resumo da ferramenta real, com um caso diferente em cada volta. A ferramenta inteira não cabe num quadrado.

  1. As câmaras, sobre o mapa
  2. Desenha-se uma zona
  3. Sai o que passou
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E o melhor

Contar não é vigiar.É saber quantos passaram, e a que horas.

Serve para comparar: duas terças, duas portas, duas épocas. Como se mede igual todos os dias, a comparação sustenta-se sozinha e não há nada a discutir.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.