CAM-145
Uma carrinha parada no coroamento
O mesmo coroamento, ao meio-dia. Uma carrinha branca está parada em diagonal contra a vedação, com o focinho encostado ao sinal de passagem proibida e o transformador logo do outro lado da rede. Vê-se uma pessoa sentada ao volante, com o vidro descido, e as portas de trás fechadas. Não há mais ninguém no enquadramento. O IRIS vê um veículo parado onde não se para; não lê a matrícula nem sabe de quem é.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- veículo parado
- pessoa ao volante
- vedação do coroamento
- transformador
- sinal de passagem proibida
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 11 minParado há
- 1Pessoas dentro do veículo
- 0Portas do veículo abertas
- 0Pessoal da instalação à vista
- 1Veículos no coroamento
- 13:05Hora
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
um veículo está parado no coroamento há mais tempo do que a exploração definiu e não é uma paragem de passagem
Então
- avisar o piquete com a câmara, o ponto e o vídeo desde que chegou
- continuar a contar o tempo e voltar a avisar se sair alguém do veículo
- deixar registada a hora de chegada e a de saída
A instrução que o configurou«Avisa-me se um veículo ficar parado no coroamento mais de cinco minutos fora do horário de trabalho, e diz-me se sai alguém dele.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Um veículo parado no coroamento não é um crime, é uma anomalia, e as duas coisas parecem-se o suficiente para valer a pena olhar. Na maior parte das vezes é uma avaria, um estafeta perdido ou alguém a tirar fotografias. Às vezes é outra coisa. O problema é que hoje ninguém olha: numa barragem não há porteiro, não há barreira com pessoa atrás e o caminho não leva a mais lado nenhum. Com o IRIS o aviso chega quando o veículo está parado há o tempo que a exploração decidiu ser demasiado, com a imagem e a hora, e quem está de piquete decide se é uma avaria ou se vale a pena ir lá. O que o IRIS não faz é identificar o veículo nem quem vai lá dentro.
O que costumam perguntar
O IRIS lê a matrícula para saber se o veículo está autorizado?
Não. O IRIS não lê matrículas e não reconhece rostos. Não as lê, não as compara com nenhuma lista de autorizados e não guarda quem é ninguém. O que vê é um veículo, onde está e há quanto tempo ali está. Se a exploração quiser controlar quem entra, isso resolve-se com um controlo de acessos, que é outra coisa e vai à parte.
E as visitas e os veículos de manutenção, que param mesmo ali?
É por isso que a regra é escrita pelo titular da instalação e não por nós. Define-se o tempo que se considera demasiado, as faixas horárias em que não há aviso e os troços onde está previsto estacionar. Um veículo de manutenção às dez da manhã com a brigada a trabalhar não tem de avisar; o mesmo veículo num domingo às onze da noite, sim. É a mesma câmara com duas regras diferentes.
Serve também para o transformador que está ao lado?
Serve para o mesmo que para o resto do enquadramento: ver que alguém está onde não devia estar, ou que um veículo está parado ali há mais tempo do que devia. O IRIS não sabe o que há dentro de um armário elétrico e não mede nada da instalação elétrica. O que faz é que alguém saiba agora que há um veículo encostado a ele, em vez de o descobrir quando faltar alguma coisa.
Todas as simulações
À beira de uma queda
Avisa-me se alguém se puser à beira de uma queda sem nada que o segure.
- A frase
- Onde vale
- O que encontra
- A mesma regra
Passo seguinte
O estabelecimento prisional
Quem está a olhar para o ecrã do pátio quando começa a briga?
17 casos: 16 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
O hospital
Quanto tempo passa até alguém passar naquele corredor às quatro da manhã?
13 casos: 12 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
«A carrinha branca de terça à tarde.»Isso chega para a encontrar.
Escreve-se como se contaria a alguém e saem os minutos que encaixam, com câmara e hora. Não é preciso lembrar-se do momento exato: é para isso que serve a pergunta.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.