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CAM-502

O tabuleiro está vazio e o hóspede já está à frente

Dez e um quarto da manhã, fim do pequeno-almoço. Na ilha central restam quatro cubas quase vazias, com os bordos sujos; no balcão há migalhas, pratos usados e comida entornada, e no chão à volta caíram bolos e pedaços de fruta. Um hóspede espera de pé com o prato na mão; outros dois rodeiam a ilha à procura do que resta. Ao fundo, a estação de serviço continua atendida. O IRIS vê a cuba sem género, o balcão sujo e o que está no chão.

Dez e um quarto da manhã, fim do pequeno-almoço. Na ilha central restam quatro cubas quase vazias, com os bordos sujos; no balcão há migalhas, pratos usados e comida entornada, e no chão à volta caíram bolos e pedaços de fruta. Um hóspede espera de pé com o prato na mão; outros dois rodeiam a ilha à procura do que resta. Ao fundo, a estação de serviço continua atendida. O IRIS vê a cuba sem género, o balcão sujo e o que está no chão.
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Imagem gerada com IA

CAM-502 · BUFFET ISLAND · TRAYS RUN OUT

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • cubas esgotadas e sujas
  • ilha do buffet
  • restos e pratos usados no balcão
  • comida caída no chão
  • hóspede à espera com o prato na mão
  • hóspedes à procura do que resta
  • estação de serviço ao fundo, atendida
  • zona de sofás

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 4Tabuleiros esgotados agora
  • 9 minTempo da que está há mais tempo
  • 5Hóspedes na ilha
  • 6Coisas caídas no chão
  • 10:05Hora da última reposição

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

um tabuleiro está vazio há mais de cinco minutos e há hóspedes à frente da ilha, ou há comida caída na passagem

Então

  1. avisa quem repõe com a estação e o tabuleiro que se esgotou
  2. avisa a limpeza se o que há é comida no chão
  3. guarda a hora a que cada tabuleiro se esgotou no relatório do pequeno-almoço
A instrução que o configurou«Avisa-me quando um tabuleiro do buffet estiver vazio há mais de cinco minutos com hóspedes à frente, ou quando houver comida caída no chão.»

O que muda

O que muda para a direção e para a receção

O pequeno-almoço é o que mais aparece nas avaliações, e o que afunda uma avaliação quase nunca é a comida: é chegar e encontrar o tabuleiro vazio. Com o aviso, quem repõe sai com o tabuleiro antes de o hóspede virar costas. O chão é outro assunto e vai para a limpeza: comida na passagem é alguém a escorregar. E com a hora a que cada coisa se esgota, dia após dia, compra-se e produz-se melhor: menos falhas no fim e menos comida deitada fora.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe se a comida estava boa?

Não. O IRIS vê o tabuleiro vazio; não sabe se a comida estava boa. Vê que já não resta género, que o balcão está sujo e que há alguém à frente à espera, e avisa quem repõe. O que havia no tabuleiro e como estava sabem-no a cozinha e o hóspede. O sabor não se mede com uma câmara, e não vamos dizer o contrário.

Isto serve para saber quanta comida se deita fora?

Serve para saber a que horas cada coisa se esgota e quantas vezes fica um vazio com gente à frente, dia após dia. Com isso produz-se mais ajustado e o que sobra no fim desce. Mas o IRIS não pesa a comida nem conta doses: isso faz a cozinha. São dois dados diferentes e leem-se melhor juntos; cruzá-los é decisão do hotel, não do IRIS.

A comida no chão também gera um aviso?

Sim, e vai para outro sítio. Um bolo na passagem de um buffet cheio é alguém a escorregar, por isso esse aviso vai para a limpeza e não para quem repõe: são dois trabalhos diferentes e àquela hora ninguém está a olhar para um ecrã. O IRIS vê que há algo caído e onde está; não sabe o que é nem de quem caiu, e não precisa de saber para que alguém o vá apanhar.

Simulação · como funciona o IRIS

Aqui não há alarmes a mais. Há o que é preciso ver.

Não é um vídeo gravado nem um desenho explicativo: é um resumo do ecrã real, com um caso diferente sempre que arranca. Por trás há muito mais.

  1. Olha para todo o sistema
  2. Marca o que falha
  3. Põe tudo num ecrã
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E o melhor

Dez câmaras ou quatro mil:nenhuma fica por ver.

No dia em que o IRIS entra, entram todas: as dez de uma escola ou as quatro mil de uma rede inteira. E só levanta a mão quando acontece aquilo que pediu que se olhasse.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.