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O estado das câmeras

CAM-925

Cheia de granulado quando falta luz

A mesma cidade à noite, vista de cima. Uma avenida com os postes acesos, palmeiras à esquerda, uma rotatória ajardinada, um carro parado na pista com a luz de freio acesa e outro ultrapassando ele pela direita. Na calçada, três pessoas caminhando; no fundo, umas mesas na calçada com gente sentada. Por cima de tudo isso tem uma camada de granulado que não está na rua: está na imagem. Aparece em todo lugar e come o detalhe justamente onde ele faz mais falta, nas zonas escuras: o asfalto, a vegetação, a roupa. O IRIS continua distinguindo o que é grande — tem veículo, tem gente —, mas não consegue afirmar se aquela mancha no fundo é alguém parado ou é ruído.

A mesma cidade à noite, vista de cima. Uma avenida com os postes acesos, palmeiras à esquerda, uma rotatória ajardinada, um carro parado na pista com a luz de freio acesa e outro ultrapassando ele pela direita. Na calçada, três pessoas caminhando; no fundo, umas mesas na calçada com gente sentada. Por cima de tudo isso tem uma camada de granulado que não está na rua: está na imagem. Aparece em todo lugar e come o detalhe justamente onde ele faz mais falta, nas zonas escuras: o asfalto, a vegetação, a roupa. O IRIS continua distinguindo o que é grande — tem veículo, tem gente —, mas não consegue afirmar se aquela mancha no fundo é alguém parado ou é ruído.
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Imagem gerada com IA

CAM-925 · RUIDO · POR ENCIMA DEL UMBRAL

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • imagem cheia de granulado

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

o ruído de uma câmera sobe acima do que ela mesma tem em noites parecidas e continua assim por um bom tempo

Então

  1. avisar a manutenção com a câmera, o horário e o vídeo desses minutos
  2. colocar do lado a imagem da mesma câmera no mesmo horário de noites anteriores
  3. avisar que os alertas de movimento dessa câmera podem vir do granulado enquanto ela seguir assim
A instrução que configurou isso«Me diz que câmeras estão hoje à noite com mais granulado do que tinham nas noites anteriores com a mesma luz, e me mostra as duas imagens juntas.»

O que muda

O que muda para quem responde pelas câmeras enxergarem

À noite toda câmera tem algum granulado, e até certo ponto isso não é problema. O problema é quando sobe e ninguém repara. O granulado se mexe, e o que se mexe parece ser alguma coisa: a câmera começa a mandar aviso de madrugada que não é nada e, em uma semana, o operador nem abre mais. A câmera continua ligada, continua gravando e parou de servir. Com o IRIS essa câmera se compara com ela mesma noite após noite, com a mesma luz e no mesmo horário. Se hoje ela enxerga pior do que na semana passada, alguém fica sabendo na hora, com as imagens das duas noites lado a lado. E a manutenção sobe sabendo ao que vai.

O que costumam perguntar

O granulado à noite é normal ou é defeito?

Um pouco de granulado à noite é normal: com pouca luz o sensor amplifica o que chega nele, e essa amplificação aparece. O que não é normal é uma câmera ter mais granulado do que ela mesma tinha em noites parecidas. Por isso o IRIS não compara com um valor de catálogo, e sim com o histórico dela. Um salto quase sempre tem causa: um poste queimado, um iluminador que já não alcança ou um vidro que perdeu transparência.

O ruído dispara alerta que não é nada?

Dispara, e essa é a razão principal para vigiar isso. O granulado muda de lugar em cada quadro, e uma detecção de movimento clássica lê essa mudança como algo se mexendo. O IRIS entende cenas em vez de pixels que mudam, então aguenta bem mais, mas tem um ponto a partir do qual nenhuma analítica é confiável. A gente prefere dizer: passado esse ponto, o IRIS avisa que a câmera está assim em vez de continuar mandando alerta como se nada estivesse acontecendo.

Resolve colocando mais luz?

Às vezes sim. Com mais luz o sensor amplifica menos e o granulado cai, e em muitas ruas um poste consertado resolve. Mas nem sempre: pode ser o iluminador infravermelho, que já não alcança como no primeiro dia; pode ser um vidro que espalha a pouca luz que tem; pode ser um sensor no fim da vida. O IRIS não diz qual das três. Diz que essa câmera enxerga pior do que antes com a mesma luz, e entrega a imagem e o horário para alguém decidir.

Um caso diferente a cada volta

Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.

Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.

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E o melhor

Sem obra, sem vala, sem cabo novo:as câmeras já estão lá e já estão vendo.

O que muda é o que se faz com aquela imagem. Antes ela era guardada e ninguém via; agora é entendida enquanto acontece, com os mesmos equipamentos que você comprou anos atrás.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.