CAM-134
Uma criança numa zona marcada
A casa das máquinas e arrecadação de material da escola, em penumbra: as tubagens do teto, a caldeira ao fundo, o balde de esfregona da limpeza e uma estante cheia de bolas, cones e arcos. A porta do corredor está aberta. No meio da sala, de mochila às costas, está uma criança sozinha. O IRIS vê duas coisas: onde está a zona que a escola desenhou e que há alguém lá dentro.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- criança dentro da zona
- caldeira
- porta aberta
- arrecadação de material
- balde da limpeza
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 1 min 20 sdentro da zona há
- 1pessoas lá dentro
- 0permitidas a esta hora
- 0adultos à vista
- 1portas abertas
- 10:47hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
alguém entra numa das zonas que a escola marcou como «aqui não se está sozinho» e fica lá dentro
Então
- avisar a portaria e o professor de vigilância com a câmara e a zona
- dizer quanta gente está lá dentro e desde quando
- registar a hora, para a escola ver se aquela porta fica muitas vezes aberta
A instrução que o configurou«Avisa-me se entrar alguém na casa da caldeira ou na arrecadação de material, que ali ninguém está sozinho.»
O que muda
O que muda para a equipa da escola
Uma escola tem sítios que não são perigosos por nada de estranho: são perigosos porque uma criança sozinha não tem nada que fazer ali. A casa da caldeira, a arrecadação de material, uma escada de serviço, o vão atrás do edifício. A zona é desenhada pela escola sobre a imagem e não é preciso nenhuma frase complicada: há uma zona e há alguém lá dentro. O aviso chega enquanto a criança está lá, não quando alguém dá pela falta dela na aula. E muitas vezes o que mostra de verdade é outra coisa: que aquela porta fica aberta mais do que devia.
O que costumam perguntar
Quem decide quais são estas zonas?
A escola, sempre. Desenha-se a zona sobre a imagem e define-se o horário: pode estar fechada todo o dia, só durante o recreio ou só fora do horário letivo. Nós não decidimos que sítio de uma escola é zona marcada, porque cada edifício é diferente e a equipa da escola conhece-o. Uma linha e uma faixa horária, e pronto. E há sítios onde não se desenha nenhuma zona porque não há câmara nem vai haver: salas de aula, casas de banho e balneários.
O aviso identifica a criança que entrou?
Não. O IRIS não identifica nenhum menor: não reconhece rostos, não os compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. O aviso diz que há uma pessoa dentro daquela zona há tanto tempo, e com isso já se pode ir ver. Não serve, nem pode servir, para abrir uma participação contra uma criança: quem chega vê quem é e decide o que fazer.
E se for o porteiro ou alguém da manutenção?
Então o aviso fecha-se assim que alguém o vê, que é o normal na maioria destas zonas. Pode afinar-se por horário — a arrecadação fechada durante o recreio e aberta à tarde — para que a regra não dispare quando trabalha quem tem de trabalhar. O que não fazemos é distinguir pessoas por quem são: a regra é a zona e a hora, e o resto vê-o quem lá chega.
A interface real, passo a passo
Define a regra uma vez. O IRIS aplica-a sempre.
Verá um resumo da interface, reproduzido passo a passo e sem mãos. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- Olha para todo o sistema
- Marca o que falha
- Põe tudo num ecrã
Passo seguinte
O hospital
Quanto tempo passa até alguém passar naquele corredor às quatro da manhã?
13 casos: 12 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
A escola
Quem vê a criança que caiu na outra ponta do recreio?
13 casos: 12 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Com dois ecrãs vê-se.Com vinte olha-se sem ver.
Não é culpa de ninguém: acontece a qualquer um. O IRIS olha para os vinte ao mesmo tempo e só interrompe quando há algo que merece a atenção de uma pessoa.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.