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CAM-15

Veículo sem chapa legível

Uma rua estreita de centro histórico a meio da manhã. Um ligeiro está há três dias parado junto ao lancil, com a traseira virada para a câmara, e no rebaixo do para-choques onde vai a chapa não há nada montado. Pela faixa desce outro carro, do outro lado da rua há mais dois estacionados e as pessoas passam à frente sem reparar.

Uma rua estreita de centro histórico a meio da manhã. Um ligeiro está há três dias parado junto ao lancil, com a traseira virada para a câmara, e no rebaixo do para-choques onde vai a chapa não há nada montado. Pela faixa desce outro carro, do outro lado da rua há mais dois estacionados e as pessoas passam à frente sem reparar.
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Imagem gerada com IA

CAM-15 · NO READABLE PLATE · PARKED 3 d 4 h

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • encaixe da chapa
  • veículo parado
  • veículo em marcha
  • veículo estacionado

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 1Sem chapa no lugar
  • 3 d 4 hParado há
  • 3Noites seguidas
  • 6Veículos no enquadramento
  • 6Pessoas no enquadramento
  • 09:12Hora da verificação

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

um veículo está há mais de um dia parado e no sítio da chapa não há uma chapa legível

Então

  1. avisar a polícia local com a câmara, a rua e a hora
  2. guardar o vídeo do momento em que foi detetado
  3. voltar a verificar todas as manhãs até o veículo sair
A instrução que o configurou«Avisa-me quando um veículo estiver há mais de um dia parado na rua e no sítio da chapa não houver uma chapa legível. Não quero saber o que lá está escrito: quero saber que não está lá.»

O que muda

O que muda para quem gere a cidade

Hoje isto vê-o um agente se passar à frente e reparar. Um carro parado três dias na mesma rua com o encaixe da chapa vazio não é detetado por ninguém, porque ninguém volta a olhar para a mesma rua três dias seguidos. A câmara volta. O que chega à polícia local não é uma acusação: é uma rua, uma hora e um vídeo, para que uma pessoa vá lá ver. Pode ser um carro acabado de comprar, uma chapa que caiu ou alguém que não quer que lhe leiam a matrícula, e o IRIS não sabe qual das três. Quem o descobre é o agente que chega, com os seus meios. O IRIS apenas reparou mais cedo.

O que costumam perguntar

O IRIS lê a matrícula do carro que deteta?

Não. O IRIS não lê o número, não o guarda, não o compara com nenhuma base de dados e não identifica o veículo nem o seu condutor. A única coisa que vê é que no sítio onde vai a chapa não há uma chapa legível: não a tem, ou tem-na tapada, dobrada ou coberta. Para isso não é preciso ler nada, tal como se vê que alguém não usa capacete sem saber quem é. O aviso leva a câmara, a rua, a hora e o vídeo, e vai para a polícia local para que uma pessoa vá ver. Quem identifica o veículo é um agente com os seus meios, não nós.

E se a chapa caiu ou o carro acabou de ser comprado?

Então não acontece nada, e é precisamente esse o ponto. O IRIS não sabe porque falta a chapa: pode ser um veículo acabado de comprar, uma chapa que caiu ou alguém que não quer que lha leiam. As três coisas veem-se igual a partir de uma câmara, e distingui-las não compete a um sistema de vídeo. Por isso o aviso não diz que alguém fez alguma coisa: diz que naquela rua há um veículo parado sem chapa legível há três dias, e serve para que uma pessoa vá confirmar. Se for o primeiro caso, o agente vê-o num minuto e fica resolvido. O que muda não é o juízo: é que alguém foi ver.

O IRIS denuncia ou multa o veículo?

Não. O IRIS avisa e o seu trabalho acaba aí. Não abre processos, não identifica ninguém e não decide nada: isso faz-o uma pessoa com competência para tal. A câmara entrega a rua, a hora, o vídeo e o facto — no sítio da chapa não há uma chapa legível — e a polícia local decide se vale a pena ir lá. Também não impede nada: não evita que um veículo esteja ali nem substitui a patrulha. A única coisa que faz é que alguém saiba no primeiro dia em vez do terceiro, ou do décimo.

Veja com os seus olhos

Em cada volta, um caso novo. Sempre o mesmo ecrã.

Reproduz-se sozinho e mostra um caso do princípio ao fim. É um resumo: o ecrã real tem muitas mais funções do que cabem neste quadrado.

  1. Quatro câmaras ao mesmo tempo
  2. Cada uma percebe a cena
  3. Os números sobem sozinhos
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Comprar câmaras não é preciso:é preciso que as suas entendam o que veem.

Sem obra, sem mudar os suportes e sem mexer na cablagem. Liga-se ao que já está posto e a funcionar: a instalação não muda, muda o que compreende.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.