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CAM-31

Cratera na faixa de rodagem

Abriu-se uma cratera de uns seis metros em plena faixa de rodagem. Dois carros ficaram parados de cada lado, há uma barreira colocada numa ponta, um operário junto ao buraco e vários peões a aproximar-se da borda.

Abriu-se uma cratera de uns seis metros em plena faixa de rodagem. Dois carros ficaram parados de cada lado, há uma barreira colocada numa ponta, um operário junto ao buraco e vários peões a aproximar-se da borda.
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Imagem gerada com IA

CAM-31 · CONFIDENCE 94% · Ø 6 m

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • cratera
  • veículo parado
  • veículo
  • barreira
  • operário
  • peões

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

surge um afundamento na faixa de rodagem

E além dissohá veículos ou pessoas a menos de 5 metros

Então

  1. avisar a polícia municipal para cortar a via
  2. avisar a brigada de obras
  3. abrir participação de ocorrência
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que o pavimento ceder e diz-me se há veículos ou pessoas perto da borda.»

O que muda

O que muda para quem gere a cidade

Uma cratera não avisa: o pavimento cede e, a partir desse momento, cada carro que chega é um risco. Se se abrir às quatro da manhã, a rua fica assim até alguém conseguir telefonar e explicar onde é. O IRIS não consegue ver o que se passa sob o asfalto nem prever quando vai ceder, e convém dizê-lo. O que faz é avisar assim que o pavimento mudou: o técnico de serviço e a polícia municipal recebem a imagem e a posição ao mesmo tempo, e a rua é cortada nessa mesma noite. O tempo que se ganha é exatamente o tempo em que a rua teria ficado aberta sem ninguém saber.

O que costumam perguntar

É preciso mudar as câmaras para detetar uma cratera?

Não, na maioria dos casos não é preciso mudar as câmaras para detetar uma cratera: o IRIS apoia-se nas de via pública que já existem e o que acrescenta não é mais resolução, é compreender que o pavimento mudou e que há veículos e pessoas por perto. No projeto revê-se câmara a câmara se o enquadramento e a qualidade servem para aquele ponto, e diz-se claramente quais não servem. Trocar uma câmara é a exceção, não o ponto de partida.

O IRIS vê o abatimento antes de engolir um carro ou só depois?

O IRIS vê o abatimento quando o pavimento já mudou, não antes. O IRIS olha a imagem: não pode saber o que se passa debaixo do asfalto nem prever quando vai ceder. O que muda é o tempo de reação: um abatimento que abre de madrugada numa rua vazia é detetado nesse momento, e não quando passa o primeiro carro. Para o que acontece debaixo da terra são precisos outros sensores.

O IRIS pode cortar a rua automaticamente?

O IRIS não corta a rua sozinho, mas pode lançar a ordem aos sistemas que já estejam ligados: painéis de mensagem variável, semáforos, o pilarete ou a barreira daquela rua. E se preferir que esse corte seja confirmado por uma pessoa antes de se executar, configura-se assim desde o primeiro dia.

A interface real, passo a passo

Não o contamos. Mostramo-lo.

É um resumo do ecrã real: avança sozinho, passo a passo, e mostra apenas o percurso de um caso. A ferramenta a sério tem muitas mais funções do que cabem aqui.

  1. Entra na caixa
  2. Abre o aviso
  3. Confirma ou descarta
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E o melhor

A porta ficou aberta às duas.Saber às nove já não serve de nada.

O vídeo conta às nove. O IRIS diz às duas, com a câmara, a hora e as imagens desse momento. A diferença entre as duas coisas é alguém poder lá ir.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.