CAM-14
Acidente no cruzamento
Dois automóveis colidiram no centro do cruzamento. Há uma pessoa no chão a ser assistida, um autocarro parado atrás e curiosos nos dois passeios; o trânsito está parado nos quatro acessos.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- veículo
- pessoa na via
- ambulância
- agente
- autocarro parado
- aglomeração
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
dois ou mais veículos colidem e ficam parados
Durantemais de 5 segundos
E além dissohá uma pessoa na faixa de rodagem
Então
- alertar as emergências
- indicar que acessos ficaram cortados
- conservar a prova
A instrução que o configurou«Avisa-me se houver um acidente com pessoas na faixa de rodagem e diz-me que acessos ficam cortados.»
O que muda
O que muda para quem gere a cidade
São oito e um quarto da manhã e o cruzamento parou nos quatro acessos. Na sala de controlo há duas pessoas e quarenta câmaras, e o primeiro aviso chega por telefone: alguém que não sabe dizer o nome da rua nem se há feridos. Enquanto se esclarece, a fila cresce para trás e bloqueia os autocarros de três carreiras. Com o IRIS esse operador tem a câmara aberta desde o primeiro minuto, sabe que há uma pessoa na via e que acessos ficaram cortados. A ambulância sai a saber por onde entrar e o desvio monta-se antes de a fila chegar ao cruzamento seguinte.
O que costumam perguntar
O IRIS pode avisar de um acidente antes de alguém telefonar?
Sim, o IRIS pode avisar de um acidente antes de alguém telefonar, porque reconhece o embate na própria imagem: dois veículos que se encontram, param e não voltam a mover-se. O aviso sai com a câmara, a hora e o que se vê na cena, sem depender de uma testemunha telefonar nem de um operador estar a olhar para aquele monitor. A chamada continua a chegar depois; o que muda é que já não é o primeiro aviso.
O IRIS consegue avisar as emergências sozinho?
O IRIS pode enviar o aviso às emergências sozinho, se o município o definir assim: ao centro de controlo, à polícia municipal ou à central de emergências. O que envia é a câmara, a hora e o que viu, para que quem o recebe abra a imagem e confirme em segundos. Mobilizar uma ambulância continua a ser decisão de uma pessoa.
O IRIS sabe que acessos do cruzamento ficaram cortados?
Sim, o IRIS sabe que acessos do cruzamento ficaram cortados se essas zonas estiverem desenhadas sobre a imagem. Cada acesso marca-se uma vez e, a partir daí, o IRIS diz em qual parou o trânsito. É essa a informação que serve para desviar antes de se formar a fila. Só alcança o que a câmara vê: o que fica fora do enquadramento não se pode saber desse ponto.
A interface real, passo a passo
Uma câmara olha. O IRIS percebe o que está a ver.
Um extrato do ecrã real, sem locução e sem mãos. Cada volta apresenta outra situação. O que está por trás é bastante maior do que o que se vê.
- O aviso dispara
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Passo seguinte
A estrada
Quem vigia uma autoestrada inteira?
10 casos: 8 avisam quando acontece algo e 2 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os transportes públicos
Quem vigia uma estação inteira na hora de ponta?
17 casos: 11 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
O vídeo chega tarde por definição:vê-se quando a coisa já aconteceu.
O IRIS avisa enquanto está a acontecer, com a câmara, a hora e o que viu. Chegar a tempo muda o final de quase todas as histórias, e para isso não é preciso mudar de câmaras.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.