A indústriaDetecção de entrada não autorizada
CAM-214
A porta da câmara fria aberta tempo demais
Meio da tarde na doca interna, de frente para a câmara fria. A porta está escancarada e a névoa gelada escapa para o corredor. Uma pessoa puxa na paleteira um palete de bombonas de leite com tampa azul que já saiu do frio. Do lado esquerdo, outra espera encostada na parede. Pela direita entra uma empilhadeira com mais um palete carregado. No fundo, atrás do vidro, aparece a sala de embalagem.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que é o IRIS
O IRIS fica de olho na fábrica por você.
O IRIS observa as câmeras que você já tem na fábrica e entende o que vê: uma linha parada, uma pessoa dentro de uma célula robotizada, alguém sem o equipamento de proteção, peças travadas. Quando acontece algo assim, avisa na hora; e o que dá pra contar, ele conta em números. O dia todo, sem que ninguém precise ficar de olho na tela.
Você diz o que precisa olhar, e o IRIS faz.
Nessa cena, o IRIS cronometra a porta da câmara fria: ele mede quanto tempo ela fica aberta e quantos paletes ficam parados fora do frio. Quando passa do tempo que a fábrica programou, ele avisa na hora, com a câmera e o horário. Com esse aviso, você decide se fecha a porta, muda o turno das empilhadeiras ou confere o gelo do evaporador, e depois checa se melhorou.
Funciona com as câmeras que você já tem. Não precisa trocar nada.
Conta pra gente o que te escapa →
Quem responde é uma pessoa, não um formulário.
- As imagens não saem das suas instalações.
- Não identifica pessoas.
- Certificações →
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- porta da câmara fria aberta
- palete fora do frio
- operador com a paleteira
- palete na empilhadeira
- empilhadeira
O que esta câmera mede
Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.
- 6 min 20 sTempo com a porta aberta
- 2Paletes fora do frio
- 11 minO que está fora há mais tempo
- 14Aberturas na última hora
- 4Pessoas na área
- 13:05Horário do aviso
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
a porta da câmara fria fica aberta mais tempo do que a planta definiu, ou um palete passa tempo demais fora do frio
Então
- avisar quem está na doca e o supervisor de turno, com a porta e o tempo que ela está aberta
- guardar a imagem da porta e dos paletes que estão do lado de fora
- anotar a abertura no registro do dia, com a duração e o horário
A instrução que configurou isso«Me avisa quando a porta do frio passar de três minutos aberta, e me avisa também se um palete ficar tempo demais do lado de fora.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
A porta fica aberta por pressa, não por descaso. O problema é que ninguém faz a conta: abre, entram duas empilhadeiras, passam seis minutos e não sobra registro nenhum. O IRIS cronometra cada abertura e cada palete parado do lado de fora, e fala quando estoura o tempo que a planta fixou. Isso economiza frio, evita gelo no evaporador e, principalmente, deixa histórico do que houve e quando. Temperatura de produto continua com a sonda: o IRIS entra com o relógio e a imagem.
O que costumam perguntar
O IRIS mede a temperatura do produto?
Não. Tempo é o que o IRIS mede: quanto tempo a porta ficou aberta e quanto tempo o palete está fora do frio. Temperatura de produto é assunto das sondas e dos registradores, e aí ele não entra. Ele entrega o que falta às sondas: o que estava acontecendo naquele minuto e por que a curva subiu. Com câmera termográfica dá para ler calor pelo lado de fora de um equipamento, mas isso é outra instalação e outra conversa.
Quanto tempo já é tempo demais?
Quem decide é a planta. O limite vai escrito na regra: três minutos, cinco, o que o procedimento mandar para cada câmara fria e cada produto. E também em que faixa de horário a regra vale, porque descarga programada não é a mesma coisa que porta aberta às três da tarde. O IRIS não inventa critério: ele cumpre, cronometra e deixa anotado.
Serve também para ver quantas vezes a porta abre por dia?
Sim. Cada abertura fica contada com horário e duração, e você olha isso por turno, por dia ou por safra. É medida repetível: conta o que aparece, sempre do mesmo jeito. Aí aparece a diferença entre uma porta que fica aberta e um fluxo de trabalho que obriga a abrir vinte vezes por hora. São dois problemas, e cada um se resolve de um jeito.
Outras câmeras
- CAM-200 · A linha parou e ninguém sabe por quê
- CAM-201 · As garrafas se amontoam na mesa de acumulação
- CAM-202 · A linha está rodando e não passa uma garrafa
- CAM-203 · Uma luva na esteira, no meio das bandejas
- CAM-204 · Uma garrafa de água no meio de uma ordem de suco
- CAM-205 · O rótulo diz uma coisa e o saco diz outra
Um caso diferente a cada volta
Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.
Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- As câmeras, em cima do mapa
- Você desenha uma área
- Sai o que passou
Próximo passo
A cidade
Quem olha as câmeras de uma cidade inteira?
23 casos: 18 avisam quando acontece alguma coisa e 5 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
A rodovia
Quem vigia uma rodovia inteira?
10 casos: 8 avisam quando acontece alguma coisa e 2 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
Na oitava hora de turnoninguém olha como olhava na primeira. E isso não é defeito.
É ser gente. A câmera não tem oitava hora: às 4h da manhã entende o mesmo que entendia ao meio-dia, e avisa do mesmo jeito quem está de plantão.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.