As arenasDetecção de entrada não autorizada
CAM-490
Alguém pulou a barreira em direção ao palco
Tarde de show, primeira fila. Alguém pula a barreira de separação e cai do lado do palco. No ar vai um copo arremessado da arquibancada. Duas pessoas da segurança já estão correndo para lá. O IRIS não sabe quem é: não reconhece rosto, não compara rosto com nada e não guarda identidade de ninguém. O que ele enxerga é um movimento — um corpo cruzando uma linha que ninguém cruza — e um objeto voando onde nada voa. Ele detecta um movimento, não uma pessoa.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- pessoa cruzando a barreira
- objeto arremessado
- barreira de separação do palco
- equipe de segurança correndo
- segunda pessoa da segurança
O que esta câmera mede
Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.
- 9 sDesde que cruzou
- 1Objetos arremessados vistos
- 11Pessoas encostadas na barreira
- 2Equipe no enquadramento
- 18:42:07O vídeo começa às
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
alguém cruza a barreira para o palco ou sobe numa estrutura da casa
Então
- avisa o posto de comando com a câmera, o ponto da barreira e a hora exata
- guarda o vídeo desde dez segundos antes do pulo
- deixa o trecho pronto para o relatório do evento
A instrução que configurou isso«Me avisa assim que alguém cruzar a barreira para o palco ou subir numa estrutura, e guarda o vídeo desde dez segundos antes.»
O que muda
O que muda para quem dirige a segurança do recinto
Segunda música do bis, primeira fila. Alguém pula a barreira de separação e cai do lado do palco; pelo ar vai um copo arremessado da arquibancada. Subir numa sacada, numa torre de som ou numa cobertura mata gente todo ano, e nem sempre quem sobe. O mesmo vale para um objeto arremessado de cima. Quem dirige a segurança não precisa que falem que aconteceu alguma coisa: a casa inteira viu. Ele precisa saber em que ponto da barreira foi, em que segundo e com que vídeo, para decidir em trinta segundos se o show para ou não. É isso que chega no posto de comando.
O que costumam perguntar
O IRIS reconhece o rosto de quem pula a barreira?
Não. O IRIS não reconhece rosto, não compara rosto com banco de dados nenhum e não guarda identidade de ninguém. O que ele detecta é um movimento: um corpo cruzando uma linha que ninguém cruza, ou subindo onde não se sobe. Ele dá a câmera, o ponto e o segundo, e entrega o vídeo. Pôr nome em quem aparece naquela imagem é serviço de gente, com os procedimentos da casa.
Ele detecta também quem sobe numa torre ou numa sacada?
Detecta. É a mesma detecção: uma pessoa que chega numa altura ou num lugar onde não deveria ter ninguém. Num show, subir numa torre de som ou numa cobertura é mais perigoso do que pular para o fosso, e não só para quem sobe. A regra se escreve uma vez para cada estrutura que precisa ser protegida, e o aviso chega com a câmera e o ponto exato.
A gravação serve como prova?
Serve, no sentido de que o IRIS entrega o vídeo com a câmera, o ponto da barreira e o segundo exato, guardado desde antes do pulo. É isso que hoje é difícil de achar quando é preciso remontar um incidente. O que se faz com aquela prova — um relatório, uma sanção, nada — quem decide é a casa, com os procedimentos dela. O IRIS não acusa ninguém e não age por conta própria.
Outras câmeras
- CAM-480 · A fila diz a que hora é preciso abrir os portões
- CAM-481 · Uma catraca parada enquanto a do lado entope
- CAM-482 · Chegam vinte e quatro por minuto e a revista libera nove
- CAM-483 · Mais gente por metro do que três minutos atrás, e parou
- CAM-484 · A rampa vai cheia e o corredor do lado, vazio
- CAM-485 · Vinte mil pessoas saem juntas e todas pela mesma porta
Um caso diferente a cada volta
A cada volta, um caso novo. Sempre a mesma tela.
Ele roda sozinho e mostra um caso do começo ao fim. É um resumo: a tela de verdade tem muito mais função do que cabe neste quadrado.
- A hora, numa grade
- Você olha onde está escuro
- Você pula para aquele minuto
Próximo passo
A operação urbana
O que uma câmera consegue ver sem apontar para ninguém?
13 casos: 9 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
Os data centers
E se a falha não começar com um ataque?
13 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
E o melhor
Você decide uma vez o que importa.E para de depender de quem está lá naquele dia.
Você diz com as suas palavras e fica escrito. Ninguém precisa lembrar de nada ao entrar de plantão: o que você decidiu já está valendo, e amanhã continua valendo.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.