CAM-84
Passageiros na zona de travagem
Um comboio entra na estação e ainda vem a travar. Nos primeiros metros do cais há passageiros para lá da linha de segurança, colados ao bordo.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- comboio a entrar
- linha de segurança
- passageiros à espera
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
há pessoas para lá da linha de segurança no troço onde o comboio ainda trava
E além dissoestá a entrar um comboio nesse cais
Então
- lançar o aviso de megafonia desse cais, e só desse
- avisar o pessoal do cais se continuar a haver gente para lá da linha
- anotar o cais e a hora, para saber em que ponta acontece sempre
A instrução que o configurou«Avisa-me se houver gente para lá da linha amarela na ponta do cais com um comboio a entrar.»
O que muda
O que muda para quem opera a estação
Toda a gente se chega um pouco à frente para ver se vem o comboio, e na ponta do cais o comboio ainda não acabou de travar. O chefe de estação não pode estar nessa ponta de seis em seis minutos, e o aviso de megafonia que toca sempre, a todas as horas e em todos os cais, deixa de se ouvir ao fim de uma semana. Com o IRIS o aviso só toca quando há mesmo alguém para lá da linha e um comboio a entrar, e assim volta a significar alguma coisa. E ao fim de um mês esse chefe de estação sabe que ponta de que cais concentra o problema, que é onde é preciso pintar ou pôr uma guarda.
O que costumam perguntar
O IRIS pode lançar sozinho o aviso de megafonia?
Sim, e é das poucas ações que faz sentido automatizar, porque uma mensagem gravada a dizer «afastem-se da linha» não faz mal a ninguém se se enganar. A condição é que toque pouco: se tocar a toda a hora, as pessoas deixam de a ouvir e o aviso vira ruído de fundo. Qualquer ação que mova uma pessoa ou pare um comboio continua a ser decidida por alguém da estação.
Como sabe o IRIS onde fica a zona de travagem?
Desenha-a uma pessoa sobre a própria imagem da câmara, no dia do arranque: marca-se o troço do cais onde o comboio ainda trava e a linha de segurança, e fica ali. Não é preciso medir nada nem mexer na sinalização: desenha-se por cima da foto e confirma-se com um comboio real. Se amanhã mudar o ponto de paragem, redesenha-se num minuto.
Serve também para saber se são precisas portas de cais?
Ajuda a discutir com dados em vez de impressões. Ao fim de uns meses há uma contagem de quantas vezes por dia há gente para lá da linha, em que cais, a que hora e com que comboio, e é essa contagem que vai para a reunião onde se decide onde investir. A decisão continua a ser da estação; o que muda é que deixa de se tomar a olho.
Um caso diferente em cada volta
Tudo entra pela câmara. Só o importante chega aqui.
Aqui resume-se o que o IRIS faz com um aviso, desde que aparece até se fechar. No ecrã real há muito mais; isto é o fio principal.
- Quatro câmaras ao mesmo tempo
- Cada uma percebe a cena
- Os números sobem sozinhos
Passo seguinte
Os hotéis
Quando se decide uma má avaliação?
15 casos: 11 avisam quando acontece algo e 4 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os portos
Quem está a olhar para um cais inteiro às três da manhã?
14 casos: 13 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Uma linha não se descreve com uma frase.Tem de se traçar sobre a imagem.
Perguntar serve para procurar; contar serve para medir. Por isso o número sai igual todos os dias, e por isso a contagem de pessoas está homologada pelo Centro Español de Metrología.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.