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CAM-176

Uma árvore atravessada no canal

Uma árvore inteira, arrancada pela raiz, ficou atravessada de muro a muro no canal: a copa contra uma margem e o torrão de raízes encaixado na outra. Atrás, a água ficou parada e escura; à frente sai com força e faz espuma. Dois operários de capacete montam uma barreira e cones para fechar o passeio, enquanto um grupo observa da guarda em frente. O IRIS vê que a secção de passagem está tapada e quanto subiu a água a montante.

Uma árvore inteira, arrancada pela raiz, ficou atravessada de muro a muro no canal: a copa contra uma margem e o torrão de raízes encaixado na outra. Atrás, a água ficou parada e escura; à frente sai com força e faz espuma. Dois operários de capacete montam uma barreira e cones para fechar o passeio, enquanto um grupo observa da guarda em frente. O IRIS vê que a secção de passagem está tapada e quanto subiu a água a montante.
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Imagem gerada com IA

CAM-176 · CANAL REACH · CHANNEL OBSTRUCTED

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • árvore atravessada no canal
  • água represada a montante
  • operários a fechar o passeio
  • pessoas na guarda
  • peões a aproximar-se

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 26 minTapado há
  • 4 / 5Largura de passagem tapada
  • +60 cmSubiu a montante
  • 2Operários no local
  • 7A ver da guarda
  • 09:55Hora do aviso

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

um objeto grande fica parado dentro do canal e a água sobe atrás acima da fiada de referência

Então

  1. avisar o serviço de conservação com a câmara, o ponto e o vídeo
  2. dizer quanto a passagem estreitou e quanto a água subiu atrás
  3. manter o aviso aberto enquanto o objeto lá estiver
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguma coisa grande ficar atravessada no canal e a água começar a acumular-se atrás.»

O que muda

O que muda para quem responde pela instalação

Uma obstrução num canal urbano não é um problema onde está a obstrução: é um problema muito mais acima, onde a água começa a subir sem que ninguém o relacione com uma árvore caída. E quando a obstrução cede, tudo o que se acumulou sai de uma vez. Hoje isto descobre-se por um telefonema ou na ronda da tarde, e a essa altura a água já sobe há meia hora. Com o IRIS o aviso sai quando a árvore fica parada, com a câmara e o vídeo do momento, e o serviço de conservação chega com a máquina de que precisa em vez da que levava. A barreira e os cones da imagem são o que se faz a seguir: o aviso é o que permite fazê-lo a tempo.

O que costumam perguntar

Como sabe o IRIS que aquilo não faz parte do canal?

Porque não estava lá. A regra escreve-se sobre o que a câmara vê todos os dias naquele troço: a água, os muros, a vegetação das juntas. Quando aparece um volume grande que não estava e que além disso não se mexe, é isso que se avisa. Um ramo que passa a flutuar não dispara nada; um que fica atravessado, sim. A diferença não é o tamanho, é ficar.

Reconhece os operários que estão a trabalhar?

Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas e não guarda quem é ninguém. Vê que há duas pessoas a trabalhar na berma, o que serve para saber que já está alguém no local, e mais nada. Nem quem são, nem de que empresa, nem há quanto tempo estão ao serviço.

Pode dizer se o canal vai transbordar?

Não, e não deve. O IRIS não prevê: diz que a passagem está tapada, quanto resta livre e quanto subiu a água atrás sobre uma fiada de pedra que se vê na imagem. Com isso, quem conhece o canal decide se aguenta ou não. Esse cálculo faz-se com uma pessoa e os dados da rede, não com uma câmara e uma imagem.

Veja com os seus olhos

Tudo entra pela câmara. Só o importante chega aqui.

Aqui resume-se o que o IRIS faz com um aviso, desde que aparece até se fechar. No ecrã real há muito mais; isto é o fio principal.

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E o melhor

A porta ficou aberta às duas.Saber às nove já não serve de nada.

O vídeo conta às nove. O IRIS diz às duas, com a câmara, a hora e as imagens desse momento. A diferença entre as duas coisas é alguém poder lá ir.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.