CAM-173
Alguém dentro do leito
Um leito canalizado no meio da vila, com a água já subida e turva. Um rapaz desceu pela saliência do muro e está de pé no último degrau, com uma mão apoiada na pedra e a água a rebentar-lhe nos pés. Em cima, no parapeito, outras pessoas olham. A jusante, a ponte. O IRIS vê que há alguém dentro do leito e a que altura chega a água sobre os degraus da descida; não sabe quem é.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa dentro do leito
- descida ao leito
- água subida e turva
- pessoas no parapeito
- ponte a jusante
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 1Pessoas dentro do leito
- 2 min 10 sLá dentro há
- 3 / 5Degraus da descida cobertos
- +35 cmSubiu na última hora
- 4A ver do parapeito
- 18:42Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa passa o parapeito e entra no leito, esteja a água como estiver
Então
- avisar o técnico de serviço com a câmara, o ponto e o vídeo do momento
- dizer a que altura chega a água sobre os degraus da descida
- deixar o aviso aberto até uma pessoa o fechar à mão
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que houver alguém dentro do leito, e diz-me antes de chegar à água, não quando já lá estiver.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Ninguém desce a um leito a pensar que lhe pode acontecer alguma coisa. Desce-se por causa de uma bola, para tirar uma fotografia ou porque se desceu ali a vida toda e nunca aconteceu nada. O que não se vê de cima é que um leito canalizado sobe depressa e não tem por onde sair: a descida é a única saída. Hoje essa câmara está num ecrã que quase ninguém olha, e o que está lá em baixo descobre-se quando alguém telefona. Com o IRIS o aviso chega enquanto o rapaz ainda está de pé no degrau, com a câmara, o ponto e o vídeo. Quem está de serviço decide se dá o aviso sonoro, manda uma patrulha ou fecha o acesso. O IRIS não desce a tirar ninguém: a única coisa que faz é permitir que essa decisão se tome mais cedo.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe que a água vai subir?
Não. O IRIS não prevê cheias, e não se lhe deve pedir isso: quem o faz é um sistema hidrológico com os seus sensores na bacia. O que esta câmara vê é muito mais simples e está a acontecer aqui e agora: há uma pessoa dentro do leito, e a água está acima do terceiro degrau da descida. As duas coisas veem-se na imagem. Nenhuma delas é uma previsão.
Identifica quem desceu?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas e não guarda quem é ninguém. Deteta que há uma pessoa onde o responsável pelo leito disse que não deve haver, e para isso não é preciso saber o nome dela. O aviso diz o que se passa e onde, nunca quem.
E se for um operário que tem de estar lá em baixo?
Então a regra escreve-se de outra maneira, e quem a escreve é o responsável pelo leito, não o IRIS. Podem definir-se janelas de trabalho, um troço concreto ou os dias de uma limpeza programada, e nessas condições o aviso não dispara. O que não se pode é deixar a regra tão aberta que nunca dispare: um aviso que não toca não protege ninguém.
Um caso diferente em cada volta
Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com isso.
Não é um vídeo gravado nem um desenho: é um resumo da ferramenta real, com um caso diferente em cada volta. A ferramenta inteira não cabe num quadrado.
- As câmaras, sobre o mapa
- Desenha-se uma zona
- Sai o que passou
Passo seguinte
Os centros de dados
E se a falha não começar com um ataque?
13 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
O estado das câmaras
E quem vigia as câmaras?
0 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
E o melhor
Contar não é vigiar.É saber quantos passaram, e a que horas.
Serve para comparar: duas terças, duas portas, duas épocas. Como se mede igual todos os dias, a comparação sustenta-se sozinha e não há nada a discutir.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.