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CAM-172

Água acumulada no piso do túnel

Uma galeria de drenagem abobadada, com uma faixa azul marcada ao longo das paredes. No piso tem água acumulada e dois trabalhadores de capacete e colete avançam por ela com a água no tornozelo. Do lado direito, um jato entra pela parede e cai sobre o passadiço. Do lado esquerdo, o feixe de tubulação e um volante de válvula vermelho. O IRIS lê quanto falta para a água chegar na faixa marcada e quantas pessoas estão lá dentro; não sabe quem é nenhuma delas.

Uma galeria de drenagem abobadada, com uma faixa azul marcada ao longo das paredes. No piso tem água acumulada e dois trabalhadores de capacete e colete avançam por ela com a água no tornozelo. Do lado direito, um jato entra pela parede e cai sobre o passadiço. Do lado esquerdo, o feixe de tubulação e um volante de válvula vermelho. O IRIS lê quanto falta para a água chegar na faixa marcada e quantas pessoas estão lá dentro; não sabe quem é nenhuma delas.
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Imagem gerada com IA

CAM-172 · DRAINAGE TUNNEL · WATER ON INVERT

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • água no piso
  • trabalhadores lá dentro
  • entrada de água pela parede
  • tubulação da parede
  • faixa marcada

O que esta câmera mede

Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.

  • 18 cmFalta para a faixa
  • 2Pessoas lá dentro
  • 35 minÁgua no piso há
  • +4 cm / hRitmo de subida
  • 1Pontos de entrada de água
  • 06:20Hora da leitura

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

acumula água no piso da galeria e ela sobe chegando perto da faixa marcada na parede

Então

  1. avisar quem responde pela rede e quem está de plantão, com a câmera e a altura em relação à faixa
  2. dizer quantas pessoas aparecem dentro da galeria naquele momento
  3. repetir o aviso enquanto a água continuar subindo
A instrução que configurou isso«Me avisa se acumular água no piso da galeria enquanto tiver gente lá dentro, e me diz quanto falta para chegar na faixa marcada.»

O que muda

O que muda para quem responde pela instalação

Cinco e dez da tarde e lá em cima o temporal acabou de desabar. Dentro da galeria tem dois operários com a água no tornozelo, andando na direção do passadiço. A água muda de altura muito mais rápido do que se caminha, e quem está lá embaixo é o último a saber, porque não enxerga o que vem. Lá em cima tem uma imagem que ninguém está olhando. Isso aqui não promete que ninguém vai ficar ilhado: faz com que quem está na superfície veja a altura e o número de pessoas enquanto está acontecendo, e consiga chamar antes de a única fonte de informação ser um telefonema lá de baixo.

O que costumam perguntar

Como se mede a altura sem sensor?

Com uma referência que já está na parede. A faixa azul, uma junta de concreto, um degrau: serve qualquer coisa fixa e visível que alguém marque uma vez em cima da imagem. Daí em diante a leitura é quanto falta para a água chegar na faixa, que é o que um trabalhador faria olhando. É uma leitura sobre uma referência visível, não um sensor de nível, e não substitui sensor nenhum nem pretende substituir.

E se a galeria estiver no escuro?

Numa galeria a iluminação faz parte da instalação, e onde ela não chega é preciso colocar luz de apoio ou uma câmera que trabalhe com pouca luz, do mesmo jeito que se faz para enxergar com os olhos. O que não se faz é prometer uma leitura que a imagem não dá: se a cena não aparece, o IRIS avisa que perdeu a referência em vez de inventar uma altura. Um aviso honesto de que não dá para enxergar vale mais do que um número chutado.

Isso controla os trabalhadores que estão lá dentro?

Não. Rosto não é reconhecido, placa não é lida, comparação com banco de dados não existe e ficha de ninguém não fica guardada. O que o IRIS faz é contar quantas figuras de pessoa aparecem no enquadramento, porque esse número muda o que se faz com o aviso, e para por aí. Quem é cada um, quanto tempo demora ou como trabalha não se mede aqui e nem dá para medir com isso.

Veja com os seus olhos

Entra tudo pela câmera. Só o que importa chega aqui.

Aqui está resumido o que o IRIS faz com um aviso, desde que ele aparece até fechar. Na tela de verdade tem muito mais; isto é o fio principal.

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E o melhor

A porta ficou aberta às 2h.Saber às 9h já não adianta.

O vídeo conta às 9h. O IRIS fala às 2h, com a câmera, a hora e as imagens daquele momento. A diferença entre uma coisa e outra é alguém conseguir ir lá.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.